<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290</id><updated>2012-02-19T14:37:52.683-02:00</updated><category term='e'/><title type='text'>Cine Reinaldo</title><subtitle type='html'>Levando o cinema até você!!!!!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>263</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2352192588544027190</id><published>2012-01-14T00:04:00.000-02:00</published><updated>2012-01-14T00:04:45.790-02:00</updated><title type='text'>Terror no Pântano 2 (Hatchet 2)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mNSvPJsBEK0/TxDib4Dml3I/AAAAAAAAA9k/kX42ANJUINM/s1600/1.." imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-mNSvPJsBEK0/TxDib4Dml3I/AAAAAAAAA9k/kX42ANJUINM/s320/1.." width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quatro&amp;nbsp; anos se passaram desde o original, e eis que surge a sequência. Para  aliviar a todos, devo dizer que a maioria das pessoas envolvidas do  primeiro retornam. Mas eu sabia que por melhor que fosse o filme, não  conseguiria ser tão quanto o primeiro. O que eu acho depois de ter  assistido? Que eu estava completamente certo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O segundo começa exatamente onde o primeiro parou, com Victor Crowley  pegando o braço de Marybeth (a única sobrevivente do original, agora  interpretada por Danielle Harris). A garota enfia o dedo dentro do olho  de Victor e consegue escapar com a ajuda de um pescador local. Ele a  leva para sua casa, mas quando descobre sua identidade fica furioso e o  espectador já sabe que tem coelho nesse mato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; Desnorteada, a jovem vai pedir ajuda ao Reverendo Zombie (Tony Todd o mestre de filmes de terror)  para voltar ao local para dar um enterro digno aos seus parentes (!!). O  motivo não é muito forte, mas o Sr. Zombie reúne um grupo de caça e  ajuda a mocinha. É claro que tem mais coisa errada nessa história e  ficamos sabendo ainda mais sobre a lenda de Victor Crowley e o destino  das crianças que tacaram as bombinhas. É bem interessante saber os  detalhes da trama que ficaram escondidos no primeiro filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Diferente do primeiro, em que Victor aparece no começo para o grupo  todo, causando pânico. Neste, as pessoas se dividem em dois grupos:  aqueles que vão ficar no meio da floresta para morrer no decorrer do  filme e o grupo que vai até a casa de Victor e só começarão a morrer no  terceiro ato. Isso perde um pouco a graça, afinal já sabemos que ninguém  do primeiro grupo irá sobreviver e perdemos o interesse neles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Outros defeitos da sequência são as faltas de perseguições. Se alguém vê  Victor Crowley...morre. Sem nenhuma perseguição. E se compararmos com o  primeiro, esta &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;"Parte 2"&lt;/span&gt;  perde feio. Outro erro, na minha opinião, é a falta de mulher no filme.  Só temos duas, a mocinha e uma outra que não faz muita coisa e morre.  Os personagens não conseguem metade do carisma que os outros tinham e  isso faz com que suas mortes se tornem indiferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mas como ponto positivo, temos vários rostos conhecidos. Como disse  acima, Tony Todd volta em um papel bem maior do que que o original. O  oriental do primeiro filme também volta, mas agora ele vive o irmão  gêmeo do que morreu. Seu papel é basicamente igual ao do irmão e o  destino é o mesmo. E não podemos esquecer, é claro, da participação  super especial da loira engraçada do primeiro filme, que apesar de  também ter morrido, marca presença na sequência através de uma gravação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As mortes continuam violentas, exageradas e sem CGI. Destaco a machadada  na vagina e a última morte. Apesar do filme ir se arrastando sem  surpresas, quando o Crowley chega até a sua casa para o massacre final, o  filme se salva de ser mais uma sequência dispensável. O desfecho é  incrível e, definitivamente, a melhor parte do filme. Uma sequência  inferior, mas ainda assim, boa. Para quem é fã do Victor Crowley é uma  boa pedida. Nota 7...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2352192588544027190?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2352192588544027190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2352192588544027190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2352192588544027190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2352192588544027190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2012/01/terror-no-pantano-2-hatchet-2.html' title='Terror no Pântano 2 (Hatchet 2)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mNSvPJsBEK0/TxDib4Dml3I/AAAAAAAAA9k/kX42ANJUINM/s72-c/1..' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8178172306774671621</id><published>2012-01-13T23:55:00.001-02:00</published><updated>2012-01-13T23:56:08.173-02:00</updated><title type='text'>Terror no Pântano (Hatchet)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lkhoEHZXAFw/TxDf1FDFFnI/AAAAAAAAA9c/yehQwJxZkE0/s1600/1.." imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-lkhoEHZXAFw/TxDf1FDFFnI/AAAAAAAAA9c/yehQwJxZkE0/s320/1.." width="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma volta alucinante ao  gênero slasher dos anos 80.Ben levou um fora da namorada e junto com seu  amigo Marcus vai para New Orleans comemorar o Mardi Gras, uma espécie  de carnaval da cidade. Lá resolvem fazer um tour pelo "Pântano  Assombrado" e conhecem Misty e Jenna, duas dançarinas exóticas, e a doce  Marybeth. Durante o passeio, ficam sabendo da lenda de Victor Crowley,  um garoto deformado que morreu tragicamente assassinado pelo próprio  pai. Ben e Marcus não levam a história a sério, mas não demora muito  para que eles tenham certeza de que Victor está de volta. Uma nova  história sangrenta, no melhor estilo Jason e Freddy, que fará você  sentir calafrios de terror.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Filme recomendado para fãs de terror macabro como eu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;gosta de terror e o medo aumentar a cada cena você irá adorar este filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Um  ótimo trash com cenas bem fortes, e o legal é que as mortes são bem  diferentes do que de outros filmes de terror é pura diversão eu  recomendo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Este filme supera muitas porcarias que estão ou que se dizem filme de terror.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #663300; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;Ha &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #663300; font-family: Verdana; font-size: small;"&gt;e o vilão conseguiu chegar ao topo de freddy, mas de jason ninguém vai conseguir nem a pau.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #663300; font-family: Verdana; font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8178172306774671621?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8178172306774671621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8178172306774671621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8178172306774671621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8178172306774671621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2012/01/terror-no-pantano-hatchet.html' title='Terror no Pântano (Hatchet)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lkhoEHZXAFw/TxDf1FDFFnI/AAAAAAAAA9c/yehQwJxZkE0/s72-c/1..' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-7044889351321100031</id><published>2012-01-06T23:43:00.000-02:00</published><updated>2012-01-06T23:43:47.680-02:00</updated><title type='text'>O albergue parte3</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RtSVvKUgsRA/Twei5WeD6yI/AAAAAAAAA9U/WbSXshocnUE/s1600/a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-RtSVvKUgsRA/Twei5WeD6yI/AAAAAAAAA9U/WbSXshocnUE/s320/a.jpg" width="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Você está com sorte hoje?Bom dúvido!Neste ano de 2011 lançou o terceiro capítulo da sangrenta franquia &lt;i style="font-weight: bold;"&gt;O Albergue(Hostel),&lt;/i&gt;essa que é uma das minhas franquias favoritas,até o momento que resolvi ver&lt;i style="font-weight: bold;"&gt; O Albergue 3.&lt;/i&gt;Digo apenas uma coisa:&lt;b style="font-style: italic;"&gt;Sem Roth a franquia foi para o lixo!&lt;/b&gt;O  filme é mais que péssimo,não tenho palavras para citar a raíva que  senti depois de ver este que na minha opinião é um dos mais fracos e  declinentes terrores deste ano de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Este  filme,tomou um rumo totalmente diferente dos últimos dois filmes de  sucesso da franquia.Arruinou o que seria uma trilogia perfeita!Para  começar vou lhes explicar algumas coisas sem muita lógica no  filme.Primeiro:o título é O Albergue,mais o curioso é que neste terceiro  filme pouco aparece o estabelecimento onde as vítimas se  hospedam.Segundo:Os métodos de tortura super fracos, muito ruins,e por  fim o terceiro caso:Não entendi aquele encontro de clientes,eles não  matam,apenas assistem e apostam.Isso mesmo! eles pagam para assistir a  morte da vítima e apostar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: white; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Mas vou falar o que realmente é curioso,O  Albergue 3 mais ou menos plageou o filme de terror chinês&lt;b style="font-style: italic;"&gt; Acesso Restrito,&lt;/b&gt;quase na linha de&lt;b style="font-style: italic;"&gt; O Albergue,&lt;/b&gt;onde  um grupo da elite se reúnem num tipo de festa e mandam convites para as  próprias vítimas,em um tipo de fábrica abandonada.E sinceramente! esse  filme vale pelos três da franquia &lt;b&gt;&lt;i&gt;O Albergue.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Bom voltando à crítica,só posso dizer uma coisa,sem &lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Eli Roth e Quantin Tarantino,O&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Albergue &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;não  tem vida,e é lamentável ver algo tão fraco,mais tão fraco quanto este  ridículo terceiro filme da franquia.Quanto à direção,a pior!&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Scott Spiegel,&lt;/i&gt;que  já trabalhou nos filmes anteriores de Roth,matou e realmente fechou as  portas para outras continuações.Quanto ao elenco,também não ajuda muito  com excessão é claro do alemão &lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Thomas Kretschemann(King Kong),&lt;/i&gt;&amp;nbsp;já &lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Kip Pardue(Fuga Sobre Trilhos)&lt;/i&gt;,não brilhou assim como o restante do elenco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Vale também ressaltar os horríveis efeitos especiais,e a trilha sonora fraquíssima.&lt;b&gt;&lt;i&gt;E&amp;nbsp;nunca pensei que iria falar isto, mas infelizmente O Albergue 3,meu entediou e me deu o maior sono!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Para  completar fiquei triste pelo que assisti,toda a boa estória dos  anteriores se perdeu no script fajuto deste filme,e tudo o que mostrou à  trama nos últimos dois capítulos,fez diferente neste,traduzindo,&lt;/span&gt;&lt;b style="color: white; font-family: 'Courier New',Courier,monospace;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O Albergue 3 foi uma bomba! &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-7044889351321100031?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/7044889351321100031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=7044889351321100031' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7044889351321100031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7044889351321100031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2012/01/o-albergue-parte3.html' title='O albergue parte3'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RtSVvKUgsRA/Twei5WeD6yI/AAAAAAAAA9U/WbSXshocnUE/s72-c/a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-6335291878269688733</id><published>2012-01-04T23:48:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T23:48:32.692-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e'/><title type='text'>Sei que este blog fala de filmes de terror  mais eu não podia deixar de falar sobre eles!!!</title><content type='html'>Eles são:&lt;br /&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito"&gt;OS MUPPETS (2011)&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito"&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lcpT3umlR88/TwUAjZQzmiI/AAAAAAAAA80/_sOTTEBTM9E/s1600/1" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-lcpT3umlR88/TwUAjZQzmiI/AAAAAAAAA80/_sOTTEBTM9E/s320/1" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Você                              se lembra do programa &lt;strong&gt;The Muppets Show&lt;/strong&gt;?                              Não fique acanhado se a resposta for negativa.                              É apenas sinal de que você tem menos                              de 30 anos. Para os que não conhece, &lt;strong&gt;Muppets                              Show&lt;/strong&gt; foi um programa infantil de grande audiência                              nas décadas de 70 e 80. O show era uma apresentação                              em números dos Muppets. Com Caco como apresentador,                              contando sempre com uma participação                              especial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;O show já                        teve participações de : &lt;strong&gt;Twiggy&lt;/strong&gt;,                        &lt;strong&gt;Vicent Price&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;John Cleese&lt;/strong&gt;,                        &lt;strong&gt;Debbie Harry &lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Roger Moore&lt;/strong&gt;                        entre outros.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Por que escrever                        um parágrafo sobre os Muppets? Para os leitores entenderem                        parte da importância deles na geração                        70/80/90. O longa de 2011, mostra os Muppets nos dias atuais,                        esquecidos e em uma vida fora dos holofotes. É quando                        os irmãos Walter (um futuro Muppet) e Gary decidem                        resgatar o Teatro Muppet e salvá-lo de um milionário                        do petróleo Mr. Richman, que tem intenções                        maléficas a respeito do local. Esta aventura poderia                        ser mais um filme saudosista que tenta resgatar os heróis                        perdidos de uma geração. Mas não é                        apenas isso.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9nB2TU_Fn7k/TwUA1l5jULI/AAAAAAAAA9A/qBbpVecyofM/s1600/1." imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="284" src="http://2.bp.blogspot.com/-9nB2TU_Fn7k/TwUA1l5jULI/AAAAAAAAA9A/qBbpVecyofM/s320/1." width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Diferentemente                        de muitas produções nostálgicas, esta                        tem em sua essência a linguagem que deu sucesso ao                        show. O longa mostra os Muppets tentando recuperar seu sucesso,                        recorrendo às piadas antigas, mas sempre zombando                        dela. Como por exemplo, os produtores do show, cansados                        e depreciativos dos fãs e do show (em um momento,                        um deles diz que os fãs dos Muppets já estão                        mortos “ de tão velhos”). Ou o uso da                        metalinguagem para contar a história; eles citam                        recursos utilizados por realizadores de cinema, para compor                        a narrativa da ação.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Recursos como                        a montagé (um clipe com passagem de tempo), mapa                        (quando um personagem faz viagem e se visualiza um mapa                        denominando a viagem), citações de rubricas                        de roteiros, comentários sobre o filme, linguagem                        propriamente cinematográfica. Esses recursos são                        citados em falas e em ações pelos personagens,                        revelando um senso de humor old but new. Eles brincam o                        fato de serem velhos, esquecidos e com humor ultrapassado.                        Ainda com divertidos números musicais, que poderiam                        ser a parte chata do filme, são inteligentes, leves                        e espertos. As letras são engraçadas, assim                        como as interpretações.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Pbr2f8HvyOU/TwUBUjJfYkI/AAAAAAAAA9M/vvjdJ8orvDY/s1600/1.." imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="164" src="http://3.bp.blogspot.com/-Pbr2f8HvyOU/TwUBUjJfYkI/AAAAAAAAA9M/vvjdJ8orvDY/s320/1.." width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;Os números                        musicais lembram o clipe da &lt;strong&gt;Bjrok&lt;/strong&gt;, “&lt;strong&gt;It’s                        Oh So Quiet&lt;/strong&gt;” ou os antigos musicais. Já                        o elenco, não deixa de ser espetacular: &lt;strong&gt;Alan                        Arkin&lt;/strong&gt; (que já fez participação                        no show), &lt;strong&gt;Jack Black&lt;/strong&gt; (em um participação                        bem interessante); aparições de &lt;strong&gt;Selena                        Gomez &lt;/strong&gt;(que faz piada com sua idade, afirmando não                        saber quem são os Muppets), &lt;strong&gt;Whoopi Goldberg&lt;/strong&gt;                        (estrela desaparecida de Hollywood), &lt;strong&gt;Bill Cosby                        &lt;/strong&gt;(humorista dos anos 80), &lt;strong&gt;Jim Parsons&lt;/strong&gt;                        ( Sheldon, de Big Bang Theory), a citação                        do ícone teen 80’s &lt;strong&gt;Molly Ringald&lt;/strong&gt;;                        e, por fim, uma referência ao filme &lt;strong&gt;O Diabo                        veste Prada&lt;/strong&gt;, com a assistente nº 1 de Miranda                        Priestly (personagem de&lt;strong&gt; Meryl Streep&lt;/strong&gt;):                        Emily (&lt;strong&gt;Emily Blunt&lt;/strong&gt;). Sim, a personagem                        de &lt;strong&gt;Emily Blunt &lt;/strong&gt;tem um retorno inusitado                        nesta aventura.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="grande5 titulo_filmes negrito" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Os Muppets                        – O Filme&lt;/strong&gt; entretém, mata a saudade                        e ainda emociona os espectadores. Uma grande homenagem à                        velha guarda do entretenimento, à todas as estrelas                        esquecidas pelo tempo. E pelo resgate de uma cultura perdida:                        a simplicidade no humor é que fazia a diferença.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-6335291878269688733?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/6335291878269688733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=6335291878269688733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6335291878269688733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6335291878269688733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2012/01/sei-que-este-blog-fala-de-filmes-de.html' title='Sei que este blog fala de filmes de terror  mais eu não podia deixar de falar sobre eles!!!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-lcpT3umlR88/TwUAjZQzmiI/AAAAAAAAA80/_sOTTEBTM9E/s72-c/1' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-5361043480018670599</id><published>2012-01-04T23:24:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T23:24:58.141-02:00</updated><title type='text'>Rammbock: Berlin Undead</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yUFiMqVibuE/TwT7q5TCm4I/AAAAAAAAA8o/VnyZAK0qJcE/s1600/a" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-yUFiMqVibuE/TwT7q5TCm4I/AAAAAAAAA8o/VnyZAK0qJcE/s320/a" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O começo é até que&amp;nbsp; surpreendente : um tímido homem de meia idade conversa com  um amigo na frente do prédio da ex-namorada. Ele volta pra devolver as  suas chaves, o que é apenas um pretexto para vê-la novamente. Depois de  um diálogo que mostra o quão apaixonado está, ele sobe para o  apartamento dela e, qual é a sua surpresa quando chega lá e vê um  encanador transformado num zumbi. E então o filme todo passa  praticamente nesse condomínio enquanto algumas pessoas isoladas tentam  sobreviver a uma epidemia que transforma a todos em zumbis.&lt;br /&gt;Com apenas 59 minutos (quase um curta-metragem), esse terror alemão parece um &lt;em&gt;spin-off&lt;/em&gt; mal feito de “REC”,  já que a enfermidade dos zumbis de ambas as produções parecem a mesma. É  meio confuso na própria transformação de zumbis, a qual parece não ter  muito critério, a não ser se enquadrar na marra à narrativa proposta. E  de quebra ainda tem como destaque (positivo e negativo) uma cena pra lá  de surreal envolvendo o amor entre dois zumbis. &lt;br /&gt;Sem nenhuma inovação, “Rammbock: Berlin Undead” parece ter sido uma experiência  bem barata com pouca estrutura que para seus realizadores, deve ter  atingido o objetivo proposto. Para eles, mas não para o público.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-5361043480018670599?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/5361043480018670599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=5361043480018670599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5361043480018670599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5361043480018670599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2012/01/rammbock-berlin-undead.html' title='Rammbock: Berlin Undead'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-yUFiMqVibuE/TwT7q5TCm4I/AAAAAAAAA8o/VnyZAK0qJcE/s72-c/a' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-1239385424251338334</id><published>2012-01-04T23:12:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T23:12:55.135-02:00</updated><title type='text'>O Alvo – Bem Vindo ao Inferno (The Devil’s Tomb)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WvD4zdoiV0g/TwT45_1T1hI/AAAAAAAAA8c/L7o8yCQO8Ww/s1600/The+devils+tomb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-WvD4zdoiV0g/TwT45_1T1hI/AAAAAAAAA8c/L7o8yCQO8Ww/s320/The+devils+tomb.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Um  grupo de mercenários sob o comando do veterano de guerra Mack é  contratado por uma misteriosa agente da CIA chamada Elissa para resgatar  um cientista que estava trabalhando em um sítio arqueológico nas  profundezas sob o deserto, em pleno Oriente Médio. Com a ajuda de um  estranho religioso, Mack e sua equipe logo descobrem que o verdadeiro  segredo escondido sob as areias é algo mortal e por que estava tão bem  guardado – algo que não pertence a este mundo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Bom este filme é mais uma vitima &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;de  mais uma péssima tradução do título (que, na integra, seria algo como  “A Tumba do Demônio”), se eu fosse definir-lo em uma única palavra,  seria ridículo. O filme dá sustos? Dá. Tem algumas atuações boas? Uma  minoria. E a história? Previsível, mal elaborada e totalmente  frustrante. Não tenha expectativas, o filme é 100% comercial e não traz  nenhuma surpresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Não  quero dizer que todos os filmes comerciais são ruins, porque se  estivesse afirmando isso estaria mentindo. Mas O Alvo é o típico filme  feito para vender e fazer sucesso no campo masculino, portanto não é um  filme inteligente e nem bem elaborado. Acredito que a maior parte do  orçamento foi direcionado à locações e aos efeitos especiais. Falando em  efeitos, como todo filme mal escrito, o Alvo é apelativo e, bem às  vezes, dá um ou outro susto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O  filme é repleto de clichês, as explicações dadas para os acontecimentos  são totalmente confusas, tendo, de leve, algum&amp;nbsp;real&amp;nbsp;sentido. Fico  extremamente chocado com esse filme, pois é uma das piores tentativas de  juntar os gêneros terror e ação que já vi. O resultado foi um filme de  terror totalmente ruim, e um filme de ação estranho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Tenho  que admitir que uma pequena parcela das atuações são boas, mas não  salvam o filme. O Alvo é um bom exemplo moderno de como não fazer um  filme, tanto de ação, como de terror. Quem quiser correr o risco, como  eu disse anteriormente, assista sem nenhuma expectativa, que assim você  poderá (talvez) apreciar melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-1239385424251338334?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/1239385424251338334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=1239385424251338334' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1239385424251338334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1239385424251338334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2012/01/o-alvo-bem-vindo-ao-inferno-devils-tomb.html' title='O Alvo – Bem Vindo ao Inferno (The Devil’s Tomb)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WvD4zdoiV0g/TwT45_1T1hI/AAAAAAAAA8c/L7o8yCQO8Ww/s72-c/The+devils+tomb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8820724502779070715</id><published>2011-12-03T02:48:00.000-02:00</published><updated>2011-12-03T02:48:22.665-02:00</updated><title type='text'>Critica da primeira parte da 2ª temporada de The Walking Dead...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-I5ueTJp8Ucw/Ttmp7qOo_uI/AAAAAAAAA78/tZ-Y0BvikKo/s1600/sofia" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" src="http://2.bp.blogspot.com/-I5ueTJp8Ucw/Ttmp7qOo_uI/AAAAAAAAA78/tZ-Y0BvikKo/s320/sofia" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Eu andava não gostando muito da segunda temporada da série todas as semanas era a mesma mesmice ,                        mas sabia que chegaria um momento em que eu ficaria sem                        palavras. Na primeira temporada, com certeza, o ponto mais                        alto, foi a morta da Amy e o ataque ao acampamento. No último                        episódio do ano, desta segunda temporada, eu esperava                        por mais um gancho surpreendente e já estava preparado                        para todas as hipóteses na minha cabeça, mas                        nada poderia me preparar para o que realmente aconteceu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Vamos deixar                        o final para o... Final. Primeiro vamos falar das coisas                        interessantes que aconteceram no episódio antes do                        meu mundo cair. Glenn finalmente decidiu se tornar um macho                        alfa e contar para todos os outros que tinha errantes no                        celeiro. Resultado? A fúria da Maggie, que tentou                        matá-lo com salmonella. Mas o japa não deixou                        por menos e foi atrás da moça, que fez doce                        no começo, mas, depois de umas boas de umas verdades,                        correu para os braços do Glenn. E parece que a relação                        deles será oficial a partir de agora, com direito                        a beijinho em público e tudo mais. Espero que este                        casal dê certo, gosto dos dois juntos, dá um                        ar juvenil à série.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Uma das hipóteses                        mais fortes que assombravam minha cabeça, era o fim                        definitivo do Shane. Pelo que eu pude ler na internet, eu                        não era o único que achava isso. Apesar de                        todos amarem o personagem, vejo isso nos comentários,                        ele vem se mostrando cada vez mais instável. Neste                        episódio então, eu pensei que ele mataria                        o Dale. Graças a Deus isso não aconteceu,                        mas não ameniza a situação. Ele está                        ficando doente, maluco e psicótico. Como eu havia                        previsto, ele colocou na cabeça que o filho da Lori                        é dele e que devia acabar com os errantes no celeiro.                        Do jeito esquisito que ele estava, eu não entendo                        como os outros compraram tão fácil a idéia                        dele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por outro lado,                        temos o Rick. Eu realmente gosto do personagem, apesar de                        saber que ele estava sofrendo pela falta de atitude. Eu                        até gostei da não-reação dele                        ao saber que a Lori tinha dado uns pegas frenéticos                        no Shane, até porque, não era mesmo uma coisa                        a se discutir, todos pensavam que ele estava morto. Se fossem                        outros personagens, teríamos um drama para semanas,                        mas não com Rick, esse é um ponto positivo                        que eu admiro no personagem. Mas, como diz o ditado, a mesma                        mão que acaricia, bate. Não gostei da passividade                        dele em relação à captura dos errantes                        no pântano, achei que ele precisava tomar o controle                        da situação, mesmo que de modo racional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Outra coisa que                        merece destaque, é a relação entre                        a Carol e o Daryl. Estou realmente convencido que o irmão                        dele está morta e ela também está sozinha.                        Ainda não entendi direito se eles se gostam como                        homem e mulher ou apenas como amigos, tipo, irmãos.                        Mas creio que seja a segunda opção, não                        consigo imaginar os dois se beijando. E esta relação                        deve se aprofundar ainda mais nos próximos episódios,                        definitivamente. O que eu achei mais traiçoeira no                        episódio, é o fato dos personagens toda hora                        mencionarem a Sophia, dizendo que ela estava perto, que                        a encontrariam logo, sã e salva. Bem, eles tinham                        razão em uma coisa...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Com certeza,                        a parte mais bombástica acontece depois que o Shane                        abre a porta do celeiro. Eu tinha achado tudo muito sem                        graça, um verdadeiro massacre, sem nenhum perigo.                        Quando vi a promo, pensei que os zumbis tocariam o terror                        naquela galera e que mataria alguns, provavelmente da família                        do Hershel. E acabou acontecendo completamente diferente.                        Quando eu pensei que tudo já tinha acabado, eis que                        ela sai, Sophia zumbificada. Vocês têm noção                        da minha cara? Foi a coisa mais chocante da série                        até então e posso dizer por todos, uma vez                        que, até quem leu as HQ's ficará chocado.                        The Walking Dead se superou e nos trouxe um final mais do                        que bombástico, um final triste que quase me fez                        chorar. Só de imaginar o sofrimento que a Carol deve                        ter passado, ao ver sua filha, cara-a-cara, zumbificada,                        é de partir o coração. Ansioso pelos                        próximos episódios !!!!!!!!!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8820724502779070715?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8820724502779070715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8820724502779070715' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8820724502779070715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8820724502779070715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/12/critica-da-primeira-parte-da-2.html' title='Critica da primeira parte da 2ª temporada de The Walking Dead...'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-I5ueTJp8Ucw/Ttmp7qOo_uI/AAAAAAAAA78/tZ-Y0BvikKo/s72-c/sofia' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-7375109649793889025</id><published>2011-11-15T14:52:00.000-02:00</published><updated>2011-11-15T14:52:05.312-02:00</updated><title type='text'>Stake Land ( Anoitecer Violento)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MQpSguY6fyA/TsKYglAD5eI/AAAAAAAAA70/NT_ObAR_mdo/s1600/reinaldot" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-MQpSguY6fyA/TsKYglAD5eI/AAAAAAAAA70/NT_ObAR_mdo/s320/reinaldot" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vocês já estão cansados desses vampiros bonzinhos e galas de quinta categoria? Pois é, eu também estou. Tenho saudade daquela época onde vampiros matavam num piscar de olhos e  eram realmente temidos. Atualmente raros casos fogem da regra juvenil.  Mas provando que o verdadeiro mal nunca morre, chega &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stake Land&lt;/span&gt;. Se você gosta de vampiros (os verdadeiros vampiros), você não perde por esperar. Filme de vampiro tem um monte por aí. Filme de futuro pós-apocalíptico  também tem um monte. Mas filmes misturando os dois temas são mais raros…&lt;br /&gt;A história segue Martin, um garoto que viu seus pais serem assassinados  por vampiros. Junto de Mister, um caçador que salvou sua vida, ele segue  para o norte em busca de um lugar seguro. Durante a viagem acontecem  alguns imprevistos e eles acabam levando pelo caminho uma menina  grávida, uma freira e um ex-militar. Unidos como uma família, eles terão  que se proteger de vampiros mutantes e inteligentes que espreitam na  escuridão. Para afundar ainda mais a situação, vampiros não são as  únicas coisas perigosas no caminho. Religiosos psicopatas e assassinos  caçam e matam todos os "pecadores" que passam por suas terras. Como  sobreviver em tempos tão difíceis?&lt;br /&gt;Eu gostei muito de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stake Land&lt;/span&gt;. Já tinha um bom tempo que não me deparava com um filme de vampiros digno como este. O último realmente bom que eu assisti foi &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;30 Dias de Noite&lt;/span&gt;. Apesar dos vampiros de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stake Land&lt;/span&gt;  serem complemente diferentes, eles não perdem em nada para a outra  franquia. Na verdade, acho que os vampiros apresentados são ainda mais  bizarros e assustadores. É sério! Parecem demônios. E este é um dos  maiores pontos positivos do filme.&lt;br /&gt;Outra qualidade que me conquistou foi o roteiro. Tudo acontece muito  rápido. Não dá tempo do espectador respirar. Várias situações inusitadas  acontecem e são resolvidas em pouco tempo. O roteiro fica mudando a sua  direção a cada cinco minutos (não me levem a mal, neste caso, é uma  coisa boa) e acaba deixando o espectador às cegas sobre o que acontecerá  a seguir. Personagens são introduzidos, fazem o espectador se  simpatizar e, logo em seguida, eliminados. É realmente um choque.&lt;br /&gt;Ninguém parece estar seguro. E é, justamente, essa sensação de que tudo  pode acontecer que deixa o espectador ligado do começo ao fim. Eu gostei  muito da narração do personagem Martin. Geralmente eu acho meio chato e  sem propósito este tipo de narração, mas eu adorei suas falas e o jeito  como foi narrado. Ajudou ainda mais a simpatizar com o personagem,  sentir seu sofrimento. Aliás, o ator que o interpreta, Connor Paolo (o  Eic de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gossip Girl&lt;/span&gt;), é muito talentoso.&lt;br /&gt;O resto do elenco não deixa por menos. Começando com Nick Damici, que  interpreta o caçador durão. O ator consegue passar todo o poder e  cretinice que o personagem pedia. Ele com aqueles óculos escuros é  impagável. Destaco também Danielle Harris (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Terror no Pântano 2&lt;/span&gt;)  e Kelly McGillis, que interpretam a grávida e freira, respectivamente.  São ótimas atrizes e torci o tempo todo para os seus personagens.&lt;br /&gt;E não fique pensando que por se tratar de um filme baixo orçamento, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stake Land&lt;/span&gt;  não pode ser bom. Eu já cansei de ler esses comentários na internet. É  melhor parar de preconceito. O filme é ótimo. Temos bastante violência. E  o melhor, é tudo muito bem feito. A maquiagem dos vampiros está  perfeita, como disse antes. Acho que não fica devendo em nada a esses  filmes de terror produzidos por grandes estúdios.&lt;br /&gt;Depois de tantos elogios, é claro que eu recomendo. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stake Land&lt;/span&gt; tem um estilo parecido com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Estrada&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Livro de Eli&lt;/span&gt;,  só que mais violento. Se você gosta de filmes de vampiros, dê logo uma  mordida neste (péssimo o trocadilho, eu sei, mas não resisti). Agora, se  você é fã de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gossip Girl&lt;/span&gt;, quer ver apenas pelo ator, e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Crepúsculo&lt;/span&gt;, gosta de uma coisa mais light, esqueça este filme. Nota 9,5.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-7375109649793889025?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/7375109649793889025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=7375109649793889025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7375109649793889025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7375109649793889025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/11/stake-land-anoitecer-violento.html' title='Stake Land ( Anoitecer Violento)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MQpSguY6fyA/TsKYglAD5eI/AAAAAAAAA70/NT_ObAR_mdo/s72-c/reinaldot' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4917647163112485046</id><published>2011-11-10T15:49:00.000-02:00</published><updated>2011-11-10T15:49:54.050-02:00</updated><title type='text'>Banquete no Inferno 2 (Feast 2:Second Sloppy)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-loDKUazlxeY/TrwOjPwZAXI/AAAAAAAAA7k/NDvZBDueT6A/s1600/rey24" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-loDKUazlxeY/TrwOjPwZAXI/AAAAAAAAA7k/NDvZBDueT6A/s1600/rey24" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vou falar de um dos filmes mais nojentos e sem sentido de todos os tempos:  Banquete no Inferno 2. Um filme em que monstros que surgiram do nada  atacam uma cidadezinha, devora gente, vomita segma verde, tem um olho  dentro da barriga, arranca e come bebês, exceto o braço, e estupra  gatos.&lt;br /&gt;O filme é uma seqüência de um filme otimo chamado Banquete no Inferno  (Feast) que é um triller sobre criaturas grotescas que aparecem do nada e  as pessoas estão encurraladas em um bar tentando fugir. Porém, o  segundo filme, tenta se pendurar no sucesso do antecessor e peca a todo momento, tentando ser uma continuação onde só metade dos antigos  personagens sobreviventes aparecem.&lt;br /&gt;O filme começa com a única coisa que no primeiro filme era ruim,  a apresentação. Toda a vez que aparece uma personagem nova no filme,  este para, e passa um pequeno vídeo onde o próprio personagem se  descrever. Não gostei muito disso!&lt;br /&gt;Logo no começo vemos a HoneyPie (sobrevivente do último filme)  caminhando no deserto com uma arma, e logo caimos em uma cidade atacada  pelas bestas. Onde um anão com um pênis de 35cm sai de dentro de um  trailler, junto com seu irmão, logo após a namorada dele ter sido  devorada por uma das criaturas.&lt;br /&gt;Em seguida, apresenta o dono de uma loja de veículos. Este acaba  encontrando a mulher dele e seu funcionário fazendo sexo dentro do carro  enquanto os bichos destroem a cidade. Enquanto isso, a irmã da  motociclista morta no primeiro filme, após uma criatura ter obrigado ela  a fazer sexo oral (?) nela, chega ao bar e encontra a mão da irmã.  Encontra também o Barman, o cara mais inútil do primeiro filme que  pensou-se ter morrido de infarto, e mata um cachorro, que eu não sei de  onde veio. Após a nova motoqueira sequestrar o velho e o velho dizer que  foi o Bozo (também do outro filme) foi quem matou a irmã dela, eles vão  em direção a cidade, sem saber que há monstros nela.&lt;br /&gt;De repente todos se vêem presos e se sentindo seguros dentro de uma  oficina, que é guardada por dois anões. Dois anões esses que mataram um  dos bichos enfiando uma faca (chamada Lucky) no c... digo, no orifício  anal do monstro (que estranho), explodindo assim uma bolsa de cocô que  ele tinha, matando-o.&lt;br /&gt;Tudo piora quando um dos caras resolve dissecar o bicho, logo depois de  fazer o bicho vomitar na avó dos anões (fazendo-a derreter e apodrecer  aos poucos), ele ainda aperta no orgão errado e faz a criatura ejacular  em cima da motoqueira. Se não fosse o bastante, ainda encontram um olho e  uma boca com língua dentro da barriga da criatura morta e que grita por  ajuda!&lt;br /&gt;Em outra cena, um dos monstros estupra uma pobre gatinha (felino) de  onde nasce um bicho meio gato meio monstro (viva a biologia). Depois de  tantas mortes grotescas e nojentas ainda temos o fato de que um dos  sobreviventes desce do prédio de onde estão escondidos para tentar  salvar um bebê que está chorando no carro. Enquanto corre dos monstros o  mesmo cara que salvou o bebê, o joga para cima na esperança dos bichos  correrem atrás do bebê para ele fugir (o pior é que funciona). O bebê  cai de boca no chão e um dos bichos pega o bebê na boca, deixando apenas  um pedaço de braço e pedaços de carne em volto a uma poça de sangue (o  que é politicamente incorreto), tudo isso em uma das cenas de chroma kye  mais mal feita de todos os tempos.&lt;br /&gt;Então, após construirem uma catapulta para que os anões atravesem de um  prédio para outro voando, para poder abrir a delagacia, trancada por um  velho, e se esconder lá, o anão se esborracha no chão e é morto,  enquanto o outro consegue enganar as criaturas se escondendo dentro de  uma lata de lixo que anda.&lt;br /&gt;O anão na lata acaba sendo explodido pelo velho da prisão e um pedaço da  lata atravessa o pescoço de HoneyPie que está a dois quarteirões de lá  após os trilhos do trem, isso no maior estilo Premonição (Final  Destination).&lt;br /&gt;Para fechar com chave de bronze, os monstros invadem onde o telhado onde  os sobreviventes se encontram e após aparecer uma boca gigante, tchum! O  filme acaba. E a seqüência de Cast ainda mostra HoneyPie com morta com  uma formiga andando no sangue. Graças a deus acabou!&lt;br /&gt;Esse é Feast 2, um filme onde criaturas super agéis não sabem subir um  prédio, estupram gatos, comem bebês vivos, pessoas jogam outras em  catapultas e onde tenta imitar Premonição no final. Definitivamente detonaram a franquia. Um filme onde Ben Afleck, Matt Damon e Wes Craven  (produtores do primeiro)desistiram de produzir, mas a produtora fez  questão de estragar tudo. Só Chris Moore continuou na jogada. Tadinho deve ta desesperado!!!&lt;br /&gt;Não assistam a não ser que queiram ver um filme onde só tem coisas  nojentas, não tem fim e ainda irrita mais quem assistiu o primeiro  filme!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4917647163112485046?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4917647163112485046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4917647163112485046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4917647163112485046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4917647163112485046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/11/banquete-no-inferno-2-feast-2second.html' title='Banquete no Inferno 2 (Feast 2:Second Sloppy)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-loDKUazlxeY/TrwOjPwZAXI/AAAAAAAAA7k/NDvZBDueT6A/s72-c/rey24' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-1558269291323709491</id><published>2011-10-14T14:20:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T14:20:25.546-03:00</updated><title type='text'>Não Tenha Medo do Escuro</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FOUVRYyPGUw/TphvOfBhi5I/AAAAAAAAA7M/sDiwTnLPvM0/s1600/%25C3%258Dndice.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-FOUVRYyPGUw/TphvOfBhi5I/AAAAAAAAA7M/sDiwTnLPvM0/s1600/%25C3%258Dndice.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não Tenha Medo do Escuro é um filme produzido e escrito por mexicano Guillermo del Toro e que passa a direção para Troy Nixey.&lt;br /&gt;O filme conta a historia de &lt;span itemprop="description"&gt;Sally Hurst (Bailee Madison) uma criança  solitária e introvertida acaba de chegar a Rhode Island para morar com o  pai Alex (Guy Pearce) e a nova namorada dele Kim (Katie Holmes) na  mansão do século 19 que eles estão reformando. Enquanto explora a ampla  propriedade a menina&lt;/span&gt; &lt;span id="MoreAfterSynopsisFirst0" style="display: none;"&gt;&lt;a href=""&gt;mais »&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="SynopsisSecond0" style="display: inline;"&gt;descobre  um porão oculto intocado desde o estranho desaparecimento do construtor  da mansão um século antes. Quando Sally inadvertidamente liberta uma  raça antiga e obscura de criaturas que conspiram para dragá-la para as  profundezas infinitas da misteriosa casa ela precisa convencer Alex e  Kim que não se trata de uma fantasia  antes que o mal que espreita na  escuridão os consuma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SynopsisSecond0" style="display: inline;"&gt;&amp;nbsp;Com sustos dignos de um suspense e uma historia que te prende ate o final Não Tenha Medo do Escuro merece o mérito como um dos melhores suspenses de 2011, Bailee Madison então&amp;nbsp; nem se fala consegui passar todo o seu medo para quem &lt;/span&gt; acompanha do lado de cá da tela e torce para que esta historia tenha um final feliz, sem falar na trinha sonora sinistra e o ambiente antigo do seculo 19 contribuiram bastante para a historia do filme.&lt;br /&gt;&lt;span id="SynopsisSecond0" style="display: inline;"&gt;Apesar de del Toro não esta por traz da direção o filme ficou muito bem dirigido por Troy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="SynopsisSecond0" style="display: inline;"&gt;Vale muito apena assistir. E prepare se&amp;nbsp; pois os sustos vão ser muitos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-1558269291323709491?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/1558269291323709491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=1558269291323709491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1558269291323709491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1558269291323709491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/10/nao-tenha-medo-do-escuro.html' title='Não Tenha Medo do Escuro'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-FOUVRYyPGUw/TphvOfBhi5I/AAAAAAAAA7M/sDiwTnLPvM0/s72-c/%25C3%258Dndice.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4210429490530235810</id><published>2011-10-13T16:14:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T16:14:22.919-03:00</updated><title type='text'>A Hora do Espanto</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_nncSOLG5EU/Tpc4eDRwcmI/AAAAAAAAA7E/T09Q6_K7eTM/s1600/jjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-_nncSOLG5EU/Tpc4eDRwcmI/AAAAAAAAA7E/T09Q6_K7eTM/s320/jjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que falar deste filme haaaann espera ai que eu estou pensando uma forma sutil de não ser indelicado.&lt;br /&gt;Você ja viu a versão original de 1985? se você viu vai concorda no que eu vou falar.&lt;br /&gt;A hora do espanto (2011) é uma versão ambulante de pecados que estão sendo feitos nestes remakes podres de Hollywood.&lt;br /&gt;O filme peca pela quase completa ausência de suspense, mesmo em cenas que parecem ter sido planejadas so para ele, não obteve resultado.&lt;br /&gt;Nem os esforços do elenco não trazem grandes resultados, Colin Farrell convence como o vampiro machão Jerry, mas já Anton Yelchin chega a ser irritante em vários momentos na sua caracterização do protagonista Charley Brewster da vontade de torcer para o protagonista morrer.&lt;br /&gt;Christopher Mintz-Plasse, o McLovin de Superbad, assume o papel de Ed, o  amigo que alerta Charley para os desaparecimentos suspeitos que têm  ocorrido na pequena cidade onde vivem.&lt;br /&gt;o personagem tem uma participação pequena no filme em relação ao  original, e fica a sensação de que Mintz-Plasse poderia ter sido melhor  aproveitado no enredo, mesmo que sua atuação não fique muito distante do  personagem pelo qual é mais conhecido.&lt;br /&gt;Toni Collette como sempre brilha no papel da mãe de Charley, e merece destaque ao lado de Farrell no elenco.&lt;br /&gt;A produção faz uso de efeitos bastante convincentes para a  caracterização de Farrell em sua forma monstruosa de vampiro,  responsáveis pelos poucos momentos assustadores do filme.&lt;br /&gt;Como qualquer remake a hora do espanto deixa a desejar em alguns momentos se comparado ao original tentando criar uma atmosfera de tensão nos momentos apropriados, e não convence o  público a se importar com os pouco carismáticos protagonistas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4210429490530235810?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4210429490530235810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4210429490530235810' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4210429490530235810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4210429490530235810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/10/hora-do-espanto.html' title='A Hora do Espanto'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_nncSOLG5EU/Tpc4eDRwcmI/AAAAAAAAA7E/T09Q6_K7eTM/s72-c/jjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8870263765207167456</id><published>2011-10-13T15:37:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T15:37:32.119-03:00</updated><title type='text'>The Walking Dead 2a Temporada</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SpNvOouilGc/TpcvgBPg75I/AAAAAAAAA60/oWD63v1XypQ/s1600/Wallpaper-The-Walking-Dead-the-walking-dead-17323199-1399-1115.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://2.bp.blogspot.com/-SpNvOouilGc/TpcvgBPg75I/AAAAAAAAA60/oWD63v1XypQ/s320/Wallpaper-The-Walking-Dead-the-walking-dead-17323199-1399-1115.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim a estreia do ano está chegando deixando todos os fãs remuendo as unhas estou falando de The Walking Dead que graças o sucesso de 2010 ganhou uma nova temporada com 13 episódios.&lt;br /&gt;Que infeliz mente sera divididos em duas partes ,com 13 episódios encomendados, a segunda temporada da série “The  Walking Dead” estreia nos EUA no dia 16 de outubro, com um episódio de  90 minutos de duração. Após a exibição de cada episódio, o canal  apresentará o “Talking Dead“, um programa de meia-hora que pretende debater o conteúdo desenvolvido pela série.&lt;br /&gt;Em 2011, o canal AMC exibirá apenas os sete primeiros episódios (o  primeiro é a união de dois episódios). Os seis restantes serão exibidos  nos EUA a partir do dia 12 de fevereiro de 2012. No Brasil, a temporada  estreia no dia 18 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-b-cSRTDkScc/TpcvzI_M8bI/AAAAAAAAA68/8TPr9lh0cXw/s1600/new-characters-in-walking-dead-season-2-revealed.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://4.bp.blogspot.com/-b-cSRTDkScc/TpcvzI_M8bI/AAAAAAAAA68/8TPr9lh0cXw/s320/new-characters-in-walking-dead-season-2-revealed.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Curiosidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história apresentará o grupo de sobreviventes deixando Atlanta para  buscar refúgio no interior, chegando à fazenda da família Greene, onde  encontrarão com novos personagens.&amp;nbsp;Entre eles Hershel Greene (Scott  Wilson), veterinário, chefe da família Greene; Maggie (Lauren Cohan),  sua filha, que se interessa por Glenn (Steven Yuen); Otis (Pruitt Taylor  Vince), um fazendeiro; e, segundo rumores, Jimmy (James McCune),  personagem que não existe na HQ, da qual a série se origina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 3 de outubro, o site do canal AMC disponibilizará uma websérie  com seis websódios narrando a história &amp;nbsp;de Hannah (Lilli Birdsell), a  menina zumbi que apareceu no episódio piloto pedalando uma bicicleta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8870263765207167456?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8870263765207167456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8870263765207167456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8870263765207167456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8870263765207167456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/10/walking-dead-2a-temporada.html' title='The Walking Dead 2a Temporada'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-SpNvOouilGc/TpcvgBPg75I/AAAAAAAAA60/oWD63v1XypQ/s72-c/Wallpaper-The-Walking-Dead-the-walking-dead-17323199-1399-1115.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-7289362478370351782</id><published>2011-10-13T15:08:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T15:08:25.953-03:00</updated><title type='text'>Terra Nova</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LrbK4F-H0Wg/TpcohHHgv5I/AAAAAAAAA6s/syvDV_Zepe4/s1600/kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" src="http://3.bp.blogspot.com/-LrbK4F-H0Wg/TpcohHHgv5I/AAAAAAAAA6s/syvDV_Zepe4/s320/kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim de pois de quase dois meses fora voltei muito obrigado pelos 1299 visitantes que já passaram ao meu blog e a este visitantes pesso desculpas pela minha ausência.&lt;br /&gt;Bom agora vamos para o balanço da semana:&lt;br /&gt;Nesta semana a fox estreou Terra Nova que foi muito bem recebida tendo como promessa a maior estreia de 2011, a pesar de vim com um assunto já ultrapassado a ideia de uma civilização em busca de um recomeço, já que o mundo se tornou um lugar praticamente inabitável, levando os habitantes premiados a um passado de 85 milhões de anos atrás onde os dinossauros e outros animais reinavam.&lt;br /&gt;Bom ainda é muito cedo para falar de Terra Nova, mas sem duvida nenhuma é uma das series que vou acompanhar este ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-7289362478370351782?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/7289362478370351782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=7289362478370351782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7289362478370351782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7289362478370351782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/10/terra-nova.html' title='Terra Nova'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-LrbK4F-H0Wg/TpcohHHgv5I/AAAAAAAAA6s/syvDV_Zepe4/s72-c/kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4445173616981098891</id><published>2011-08-07T12:55:00.001-03:00</published><updated>2011-08-07T12:57:01.568-03:00</updated><title type='text'>Curiosidade: 31 Melhores Filmes de Terror do Século 21!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-eTC11c5DACs/Tj61XYycBmI/AAAAAAAAA6o/32uAQv9bxX4/s1600/damadosmovies676135883.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-eTC11c5DACs/Tj61XYycBmI/AAAAAAAAA6o/32uAQv9bxX4/s320/damadosmovies676135883.jpg" width="241" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei em nomear uma serie de filmes de terror, tanto filmes antigos  como recentes, mas resolvi optar por incluir na lista apenas aqueles  filmes mais recentes, ou seja filmes do século 21. Acho que todos  aqueles que gostem do genero (filmes de terror) não devem deixar de  visualizar nenhum daqueles que apresento na lista, todos eles grandes  filmes com as suas qualidade e defeitos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;28 Weeks Later&lt;/b&gt; (2007) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;30 Days of Night&lt;/b&gt; (2007) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Eden Lake&lt;/b&gt; (2008) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b style="color: black;"&gt;Friday the &lt;/b&gt;&lt;b style="color: black;"&gt;13th &lt;/b&gt;(2009) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Ghost Ship&lt;/b&gt; (2002) – 5,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Gothika&lt;/b&gt; (2003) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Halloween&lt;/b&gt; (2007) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Hannibal&lt;/b&gt; (2001) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Hostel&lt;/b&gt; (2005) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Identity&lt;/b&gt; (2003) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Jeepers Creepers&lt;/b&gt; (2001) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Joy Ride&lt;/b&gt; (2001) – 6,5&lt;br /&gt;-&lt;b&gt; Panico 4&lt;/b&gt; (2011) – 6,9&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Saw&lt;/b&gt; (2004) – 8&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Secret Window&lt;/b&gt; (2004) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;See No Evil&lt;/b&gt; (2006) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Amityville Horror&lt;/b&gt; (2005) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Cave&lt;/b&gt; (2005)- 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Descent&lt;/b&gt; (2005) – 7,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Eye&lt;/b&gt; (2008) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Hills Have Eyes&lt;/b&gt; (2006) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Hitcher&lt;/b&gt; (2007) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Mist&lt;/b&gt; (2007) – 7&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Ruins&lt;/b&gt; (2008) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Skeleton Key&lt;/b&gt; (2005) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Strangers&lt;/b&gt; (2008) – 6&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;The Texas Chainsaw Massacre&lt;/b&gt; (2003) – 7,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Vacancy&lt;/b&gt; (2007) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;When a Stranger Calls&lt;/b&gt; (2006) – 5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Wolf Creek&lt;/b&gt; (2005) – 6,5&lt;br /&gt;- &lt;b&gt;Wrong Turn&lt;/b&gt; (2004) – 6,5&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4445173616981098891?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4445173616981098891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4445173616981098891' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4445173616981098891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4445173616981098891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/08/curiosidade-31-melhores-filmes-de.html' title='Curiosidade: 31 Melhores Filmes de Terror do Século 21!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-eTC11c5DACs/Tj61XYycBmI/AAAAAAAAA6o/32uAQv9bxX4/s72-c/damadosmovies676135883.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-3633802548638516581</id><published>2011-08-05T19:24:00.001-03:00</published><updated>2011-08-05T19:25:38.249-03:00</updated><title type='text'>Uma Noite Alucinante 3 (1992)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TM7aEoXB72Y/TjxthS5NYlI/AAAAAAAAA6k/CEIR_O0lWAA/s1600/army-of-darkness-cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-TM7aEoXB72Y/TjxthS5NYlI/AAAAAAAAA6k/CEIR_O0lWAA/s320/army-of-darkness-cartaz.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma Noite Alucinante 3 (Army of Darkness)&lt;/i&gt; não é um filme de  zumbis propriamente dito, mas eu diria que esqueletos que saem de baixo  da terra e formam um exército próprio podem ser considerados  mortos-vivos. Portanto, é justo que eu inclua este filme no meu projeto  de analisar e listar os melhores do gênero.&lt;br /&gt;O diretor Sam Raimi alcançou uma certa moral após os sucessos de &lt;i&gt;Evil Dead&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Evil Dead II&lt;/i&gt;.  Isso possibilitou que ele tivesse o respeitável orçamento de 13 milhões  de dólares e liberdade suficiente para criar uma aventura que brinca  com viagem no tempo, que é cheia de ação, humor, cenas bizarras, além de  contar com uma ou outra cena de horror e trash.&lt;br /&gt;Depois dos acontecimentos do filme anterior, Ash (Bruce Campbell) é  transportado para o ano de 1300 DC. Primeiro ele é tido como um inimigo  do povoado, mas depois o mago local informa que Ash é o prometido das  escrituras. É ele quem vai recuperar o livro Necronomicon e salvar a  todos. Bem, isso na teoria. Ash não consegue decorar 3 palavras mágicas e  sua tentativa de contornar a situação com um “jeitinho brasileiro” não  funciona, o que faz despertar o exército dos mortos.&lt;br /&gt;O filme tem menos de 80 minutos, então não dá para esperar uma história e  personagens muito bem desenvolvidos. Valorizar esses aspectos não é a  proposta de &lt;i&gt;Sam Raimi&lt;/i&gt; aqui. Isso pouco importa. Ver Ash com suas frases e atitudes do século XX em pleno século XIV diverte bastante. &lt;i&gt;“Good. Bad. I’m the guy with the gun”&lt;/i&gt; e “&lt;i&gt;That’s it, go ahead and run. Run home and cry to mama!”&lt;/i&gt; são só alguns exemplos.&lt;br /&gt;Para completar tem a fantástica batalha com o exército de esqueletos,  momento em que vemos cenas peculiares. Sobra espaço para esqueletos  bocejando, tocando gaita de fole, flauta e até fazendo referências aos &lt;i&gt;Três Patetas&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;Por ser um tanto repetitivo o final não agrada. De qualquer forma,  existe um final alternativo que eu considero mais interessante, apesar  de sombrio.&lt;br /&gt;Boa diversão para quem não se importa com furos no roteiro e excessos de bizarrices.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-3633802548638516581?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/3633802548638516581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=3633802548638516581' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3633802548638516581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3633802548638516581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/08/uma-noite-alucinante-3-1992.html' title='Uma Noite Alucinante 3 (1992)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-TM7aEoXB72Y/TjxthS5NYlI/AAAAAAAAA6k/CEIR_O0lWAA/s72-c/army-of-darkness-cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-5459705049369540017</id><published>2011-08-05T19:20:00.000-03:00</published><updated>2011-08-05T19:20:27.799-03:00</updated><title type='text'>Uma Noite Alucinante 2 (1987)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Aq9KBtdRKUM/Tjxsi2D4sOI/AAAAAAAAA6g/rq0Z6Uy6ic4/s1600/dvdumanoitealucinante2e3dubladoelegendadosalvadorbabrasil__5cac94_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Aq9KBtdRKUM/Tjxsi2D4sOI/AAAAAAAAA6g/rq0Z6Uy6ic4/s320/dvdumanoitealucinante2e3dubladoelegendadosalvadorbabrasil__5cac94_1.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria cinematográfica sempre teve os seus filhos bastardos que  sofriam (e sofrem) muito com os padrões qualitativos de uma certa época,  e eles são os conhecidos vulgarmente como ‘’filmes trash’s’’. Filmes  classe B utilizam da raça para fazer cinema, muitas vezes os diretores  que realizam este tipo de produção pagam os custos orçamentais com  dinheiro de seus próprios bolsos, e vemos isto no caso de Evil Dead  (Lançado em Home Vide no Brasil como ‘’A Morte do Demônio’’).&lt;br /&gt;Em meados da década de 40 ou 50 tivemos talvez o auge deste tipo de  cinema, tendo como o principal representante a imortal lenda Ed Wood,  cineasta este que ficou conhecido pelo mundo inteiro como o pior diretor  de todos os tempos, tendo em sua filmografia legítimos filmes classe B  como &lt;em&gt;Plano 9 do Espaço Sideral&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Noiva do Monstro&lt;/em&gt;.  &amp;nbsp;Ficção Científica e Terror foram os dois gêneros mais utilizados neste  tipo de cinema, principalmente por Ed Wood e seu inseparável colega de  carreira, o ator Bela Lugosi.&lt;br /&gt;Falar de cinema classe B sem falar de Ed Wood é algo no mínimo  constrangedor. Muitas vezes produções de baixo custo são movidas graças a  paixão que os realizadores tem pelo cinema, paixão esta demonstrada nos  filmes de Ed Wood e em sua incompreensível carreira que servia de fonte  principal para seu amor com a sétima arte. Vemos caso parecido em  Náusea Total, filme que começou a ser rodado em 1987 com direção de  Peter Jackson. O primeiro filme de Peter Jackson cresceu do nada com  dinheiro limitado e levou quatro anos para ser completado, devido à  falta de recursos e outros fatores que dificultaram a realização do  árduo projeto.&lt;br /&gt;A trilogia que lançou Raimi para os olhos dos holofotes da grande  indústria cinematográfica (Hollywood) se iniciou em 1981 com o clássico  Evil Dead, e logo em 1987 ganhou uma sequência intitulada originalmente  Evil Dead 2 e sucessivamente em 1993 a trilogia se encerrou com o filme  Amy of Darkness. Todos os filmes foram dirigidos por Sam Raimi.&amp;nbsp;O  primeiro filme tem como título nacional A Morte do Demônio, mas seguindo  a tradução ao pé da letra pelo título original (Evil Dead) soaria algo  parecido como ‘’Morte Demoníaca’’.&lt;br /&gt;O primeiro filme da trilogia atinge um grau de criatividade muito  elevado com um excelente uso dos poucos recursos que dispunha a equipe  do filme. O filme teve um bom retorno na arrecadação, e com isto Raimi  teve a oportunidade de fazer uma produção mais ousada, ou melhor  dizendo, mais bem gasta. O segundo filme da trilogia caiu muito no  quesito de qualidade artística se levar em comparação ao primeiro,  começando pelo fato de ter um uso exagerado de efeitos visuais, que  levam para o diretor o poder de usar e abusar de cenas que não poderiam  ter sido realizadas com os recursos disponibilizados para o primeiro  filme. Evil Dead 2 é um filme que possui poucos diálogos e mais grito,  dando espaço para mais efeitos ilusionistas que parecem encantar o  diretor. A verdade é que com mais dinheiro para ser gasto, Raimi se  sentiu à vontade para montar um verdadeiro show de imaginação, porém o  show extrapolou os limites.&lt;br /&gt;Este segundo filme (que é mais uma refilmagem que uma sequência) faz um  uso mais frequente do humor-negro, que por sua vez assumiu o objetivo  principal desta produção. Exemplo disto é a cena onde o olho de uma  criatura salta para a boca da mocinha (vide o filme).&lt;br /&gt;Apesar de seu fraco roteiro, o filme possui boas sacadas de direção, com  direito a excelente uso de câmera subjetiva que marca talvez o maior  ponto positivo desta produção.&lt;br /&gt;Mesmo que seja inferior ao seu antecessor, Evil Dead 2 serve como  curiosidade para aqueles que querem ver um dos primeiros trabalhos de  Sam Raimi (diretor da trilogia do Homem-Aranha) , além de também ser uma  experiência divertida e sem compromisso. Em todo caso, se ainda não  assistiu A Morte do Demônio (Evil Dead, o primeiro filme da trilogia),  assista, eu garanto que a experiência será melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-5459705049369540017?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/5459705049369540017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=5459705049369540017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5459705049369540017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5459705049369540017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/08/uma-noite-alucinante-2-1987.html' title='Uma Noite Alucinante 2 (1987)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Aq9KBtdRKUM/Tjxsi2D4sOI/AAAAAAAAA6g/rq0Z6Uy6ic4/s72-c/dvdumanoitealucinante2e3dubladoelegendadosalvadorbabrasil__5cac94_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-5797524716358470533</id><published>2011-05-24T01:19:00.000-03:00</published><updated>2011-05-24T01:19:31.601-03:00</updated><title type='text'>Padre: Nem com reza brava!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rTxo4-WROmE/TdsxdHrMpFI/AAAAAAAAA6E/4l2l8w3dNAY/s1600/8.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213px" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-rTxo4-WROmE/TdsxdHrMpFI/AAAAAAAAA6E/4l2l8w3dNAY/s320/8.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No universo de Padre, os vampiros existem desde o início dos tempos. As criaturas sempre foram as maiores inimigas do homem, travando batalhas sangrentas do decorrer da história. Mesmo sabendo que o ponto fraco delas é a luz solar, ainda assim os humanos não conseguiam obter vantagens nos confrontos, devido ao extinto assassino dos monstros, sua agilidade de movimento e, principalmente, maior número. Assim, a Igreja – uma versão futurística da Igreja Católica – resolveu criar uma elite de guerreiros espirituais para enfrentá-los em nome de DEUS: os Padres eram pessoas preparadas para enfrentar os inimigos, com armas especiais e força física, embora vivam isolados, sem comunicação e sofrendo o preconceito da população. Para destacá-los, os Padres possuem uma cruz na parte inferior da testa – uma espécie de “Letra Escarlate” -, deixando evidente que jamais deixariam de ocupar a posição designada.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com o tempo, os&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Padres conseguiram reverter a situação: os vampiros foram dizimados, enquanto uns poucos sobreviventes foram trancafiados em reservas especiais super vigiadas. Com isso, a Igreja não precisou mais dos serviços dos Padres, então abandonou-os à própria sorte – muitos não conseguiam emprego e viviam em condições miseráveis, restando somente alguns exemplares escondidos no meio da multidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HeuTbFV0NeM/TdsxfqoBqhI/AAAAAAAAA6Q/W7J7DK3j0bI/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213px" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-HeuTbFV0NeM/TdsxfqoBqhI/AAAAAAAAA6Q/W7J7DK3j0bI/s320/untitled.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Numa noite, uma família é atacada pelas criaturas em sua morada no deserto, obrigando o Xerife Hicks (&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Cam Gigandet&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, de “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pandorum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“) a entrar em contato com um Padre (o ótimo &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Paul Bettany&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, de “&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;Turist&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“) para avisá-lo que seu irmão se encontra gravemente ferido, sua ex-namorada Shannon (&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Mädchen Amick&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, conhecida por sua participação em “Twin Peaks“) fora assassinada, e a sobrinha dele, Lucy (&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Lily Collins&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, de “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Abduction&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“) acabou sendo sequestrada. Apesar do ato não fazer parte do &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt; dos vampiros – já que são animais cegos e irracionais – o Padre resolve pedir licença à Igreja para investigar o ataque, mas tem a condição negada. Sem ter como vingar suas vítimas conhecidas, o Padre foge da reclusão e vai em busca dos remascentes inimigos, enquanto tenta descobrir quem seria o líder dos ataques. Nessa batalha, ele terá que enfrentar não somente as criaturas assassinas, mas também a fúria da Igreja, que enviou &lt;strong&gt;Padres&lt;/strong&gt; para capturá-lo vivo ou morto – com destaque para a Padre oriental (&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Maggie Q&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, de “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Lista&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;– Você Está&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;Livre Hoje?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“), que acaba tendo uma boa relação com o protagonista.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wwPyI7-rveA/Tdsxe6LSxyI/AAAAAAAAA6M/NhmSqwl2etc/s1600/t.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-wwPyI7-rveA/Tdsxe6LSxyI/AAAAAAAAA6M/NhmSqwl2etc/s320/t.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Quem acompanhava os comic books da série popular &lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PRIEST&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, um western com elementos de terror, deve ter estranhado muito a trama do filme de &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Scott Stewart&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;(também dirigiu o criticado “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Legião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“, em 2009, com &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Paul Bettany&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;como o Anjo Michael). Não é para menos: o longa, roteirizado por &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Cory Goodman&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (em sua estreia. Depois faria o roteiro de “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Apollo 18 – A Missão Proibida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“), baseado nas HQs de &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Min-Woo&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;Hyung&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, possui uma leve inspiração nos quadrinhos, praticamente uma produção independente. No filme, não há batalhas contra os 12 Anjos Caídos, Belial, nem Lúcifer. Apenas a figura do Padre rebelde, e sua origem sutilmente lembrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PADRE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, os únicos inimigos são os vampiros e a Igreja; o personagem principal enfrenta as criaturas como se fosse um Blade misturado com a Alice, de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;RESIDENT EVIL&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Mesmo não tendo poderes sobrenaturais, fica evidente sua caracterização fora do normal, colocando-o como um guerreiro que ora, ao passo que rasga as gargantas dos vilões sem piedade; possui armas especiais envolvendo cruzes como estrelas ninjas e balas com marcas sagradas.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--zhZAZ5N-MU/Tdsxd_5dm5I/AAAAAAAAA6I/M-QImIQF6CU/s1600/r.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/--zhZAZ5N-MU/Tdsxd_5dm5I/AAAAAAAAA6I/M-QImIQF6CU/s320/r.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A intenção de realizar uma versão para o cinema de &lt;span style="color: white;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PRIEST&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; surgiu em 2005, quando a Screen Gems comprou o roteiro de &lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Cory Goodman&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; No ano seguinte, o longa já previa a direção de &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Andrew Douglas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, tendo &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Gerard Butler&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; considerado para o papel principal. Sem a luz verde, somente em 2009, &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Scott&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Stewart&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; assumiria o comando, enquanto Butler cederia seu lugar para&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Paul&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Bettany&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, com as filmagens tendo início no final do mesmo ano em Los Angeles, Califórnia. Devido a problemas técnicos, a estreia foi adiada diversas vezes em 2010, até chegar ao consenso de levá-lo à tela grande em 13 de maio de 2011, quando fora decidido que o filme seria convertido em 3D. Um recurso, aliás, completamente desnecessário para a produção, já que só tem a finalidade de dar profundidade às cenas e tornar o ingresso mais caro.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No entanto, a produção mais cara da&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Screen Gems talvez se torne o maior fiasco de 2011: custou U60 milhões e apenas arrecadou até o momento 14 milhões&amp;nbsp;em suas estreias nos EUA, Canadá, Inglaterra e Brasil. O diabo não é tão feio quanto pintam! O filme até que é legalzinho, curto (87 minutos) e divertido, embora peque nos efeitos digitais e no final sem empolgação alguma. Possui alguns momentos inspirados como aqueles que acontecem num abrigo de vampiros ou na cidade daqueles que querem se tornar vampirizados, mas numa avaliação final está muito além do o espectador possa esperar.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mPqUOpVy8So/TdsxcXf_0dI/AAAAAAAAA6A/ebrFmzQa0XY/s1600/7.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="169px" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-mPqUOpVy8So/TdsxcXf_0dI/AAAAAAAAA6A/ebrFmzQa0XY/s320/7.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Não há nada a dizer sobre o elenco que não seja dizer que cada um soube cumprir seu papel adequadamente. &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Brad Dourif&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (de “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Fading of the Cries&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“) aparece em cena para fazer mais um dos seus tipos esquisitões, e &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Christopher Plummer &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;(de “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Última Estação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“) faz pouco, mas traz um requinte para a produção através de seu rabugento Monsenhor Orelas. O vilão (&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Karl Urban&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt; “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Red – Aposentados e&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Perigosos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“) é ameaçador, embora não consiga fugir dos clichês do personagem, com seus discursos utópicos e sua risada sinistra.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Se os valores adquiridos não superarem o orçamento, nem com reza brava &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;PADRE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; terá uma continuação. É uma pena, pois a história original até que tinha potencial para um grande filme!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-5797524716358470533?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/5797524716358470533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=5797524716358470533' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5797524716358470533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5797524716358470533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/padre-nem-com-reza-brava.html' title='Padre: Nem com reza brava!!!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rTxo4-WROmE/TdsxdHrMpFI/AAAAAAAAA6E/4l2l8w3dNAY/s72-c/8.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-694143556036268966</id><published>2011-05-21T00:54:00.004-03:00</published><updated>2011-05-21T01:05:51.820-03:00</updated><title type='text'>Pânico: A Primeira Trilogia</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WmF-imfhHLo/Tdc2Idrwr1I/AAAAAAAAA5o/yZfh-Ggv1hs/s1600/58.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-WmF-imfhHLo/Tdc2Idrwr1I/AAAAAAAAA5o/yZfh-Ggv1hs/s400/58.bmp" width="275px" /&gt;&lt;/a&gt;Quando Pânico (Scream, 1996) fez sua estreia internacional, há exatos 15 anos, grande parte da mídia tratou de qualificar o filme como “uma excelente produção do gênero capaz de prender atenção e divertir ao mesmo tempo” assim como “capaz de injetar sangue novo no já batido tema dos assassinos psicopatas”. O filme trouxe fama e reconhecimento, além de muito dinheiro, para as pessoas envolvidas na produção, além de ter gerado um estilo próprio que acompanharia as produções dos anos seguintes. Curiosamente, um pequeno grupo, formado por fãs de filmes de suspense, não conseguia entender como Pânico era capaz de fazer tanto barulho, pois não viam na obra um trabalho de qualidade.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas afinal, quem estava certo? Aqueles que adoravam o filme ou quem o crucificou? Antes de falar de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, é preciso entender o período no qual ele foi produzido, a metade de década de 90, na qual as obras do gênero viviam das sobras dos anos 80. Tratava-se de uma época sombria para os filmes de suspense que procuravam esmigalhar os últimos grãos de sequências, produzidas na década anterior ou apostavam em novas produções que geralmente eram fracas e não agradavam ninguém.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Só para se ter uma ideia do tamanho do buraco, foi desse período, de 90 até 95, que verdadeiras bombas do gênero foram produzidas como Jason Vai para o Inferno (Jason Goes to Hell, 1993), Pesadelo Final (Freddy´s Dead, 1992), Colheita Maldita 3 (Children Of The Corn , 1994), Hellraiser 3 (1993), O Anjo Malvado (The Good Son, 1993), Sonâmbulos (Sleepwalkers, 1992), além de diversas outras porcarias. Ou seja, os produtores basicamente tentavam faturar com sequências de qualidade duvidosa dos filmes que fizeram sucesso nos anos 80 e com novas produções, que não se mostravam como filmes interessantes. Foi nesse contexto que o diretor Wes Craven começou a trabalhar em um projeto de suspense que voltaria a prender a atenção do público.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Srg84ptDbiA/Tdc1_w5RbpI/AAAAAAAAA5U/7lAxUoBmoHk/s1600/7.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="167px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Srg84ptDbiA/Tdc1_w5RbpI/AAAAAAAAA5U/7lAxUoBmoHk/s320/7.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Uma primeira observação deve ser feita, pois Craven é um sujeito capaz de fazer excelentes filmes como Quadrilha de Sádicos (The Hills Have Eyes, 1977) e o primeiro A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street, 1984). No entanto, o homem vive trocando os pés pelas mãos e já assinou bombas como Quadrilha de Sádicos 2 (The Hills Have Eyes 2, 1985) e Shocker (1989). O cara é picareta mesmo, pois já declarou pra quem quisesse ouvir, que fez filmes ruins apenas para ganhar dinheiro. Mesmo com uma filmografia que vai das ótimas produções para verdadeiras tragédias cinematográficas, ele possuía (ainda possui) um nome forte no gênero.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O roteiro do que viria a ser &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; foi escrito por um sujeito completamente desconhecido na época: &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Kevin Williamson&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Fã de filmes de suspense, tendo &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Halloween&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Halloween, 1978), como a sua produção favorita, o rapaz desenvolveu um roteiro batizado originalmente de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Scary Movie&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que foi aprovado pela &lt;strong&gt;New Line &lt;/strong&gt;Cinema e entregue para as mãos de Craven. De forma resumida, este roteiro, que posteriormente recebeu o título de Scream, narrava as desventuras de um grupo de amigos de uma típica cidade norte-americana, alunos de uma high-school qualquer, que começavam a ser mortos por um misterioso assassino mascarado. No final “surpresa”, conhecemos o cruel vilão e os motivos que o levaram a trucidar todo o elenco. Mais clichê impossível, certo? Exato, mas com uma observação que faria toda a diferença no produto final: o filme conseguia prender a atenção justamente no mistério de quem seria o assassino.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Wes Craven&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; não só percebeu como soube utilizar isso de forma positiva, pois fez com que os clichês, tão comuns nas produções do gênero, fossem na verdade recriados dentro do filme, para oferecer uma dose a mais de mistério na busca de autor dos assassinatos. Alguns dos personagens são fãs de filmes de suspense e brincam com as chamadas “regras para sobreviver a um filme do gênero”. Total uso de metalinguagem na história, que gerou resultado satisfatório, aliado com o tom de suspense e as corriqueiras cenas de correria. O rostinho bonito dos atores e atrizes, todos exagerados, mas com personagens desenvolvidos para criar simpatia do público, também ajudou numa boa aceitação do filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vK_PllL9Jys/Tdc2OcTCoxI/AAAAAAAAA54/ndApC_5ivq8/s1600/o.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-vK_PllL9Jys/Tdc2OcTCoxI/AAAAAAAAA54/ndApC_5ivq8/s320/o.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Mas então por quê tem gente que não gosta de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;? Foi justamente essa combinação roteiro-direção do filme que trouxe um dos maiores problemas na concepção de algumas pessoas e que é determinante numa produção de suspense: excesso de “susto fácil”. Traduzindo: &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; foi um dos filmes que mais utilizou aquelas cenas na qual uma cadeira quando cai faz o barulho de um trovão, ou em que a trilha sonora aumenta de volume abruptamente em uma situação de perigo, ou o ângulo de filmagem é utilizado para que somente o personagem tome susto, pois qualquer outra pessoa do mundo, mesmo um caolho, teria visto alguém entrando. Não que o “susto fácil” tenha sido criado em &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, mas foi utilizado ao extremo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Tal elemento desagrada muita gente porquê coloca em discussão os pontos utilizados para provocar medo na plateia do cinema, uma vez que, tecnicamente, uma boa história deveria se sustentar nela própria e em uma boa direção ao invés de apelar para momentos desnecessários que vão fazer a platéia pular para depois começar a rir. Trata-se de uma discussão bem antiga, embora o filme, passando por uma análise mais detalhada, apresente algumas falhas bem primárias, que vão de erros de continuidade até problemas técnicos. Além do mais, como “filme entretenimento”, que visa lucro e diversão, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; tem toda espécie de susto programado e isso também não agradou certos fãs de suspense.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-P0YflBQcZkk/Tdc2NQtM36I/AAAAAAAAA50/-8bU-xBhc7A/s1600/i.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-P0YflBQcZkk/Tdc2NQtM36I/AAAAAAAAA50/-8bU-xBhc7A/s320/i.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Febre Pânico:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Independente de você gostar ou não de Pânico, o fato é que, quando fez sua estreia, o filme foi um verdadeiro sucesso de crítica e bilheteria. Uma verdadeira “febre Pânico” foi vista em forma desta nova linguagem: roteiro aparentemente rebuscado, trama com mistério, o assassino “é um de nós” e rostinhos bonitinhos no elenco. Ah, e “susto fácil”, muito “susto fácil”. Essa foi a regra seguida pelos filmes de suspense que fossem produzidos nos anos seguintes, pois os produtores perceberam que o tema havia agradado e como lógica de mercado, poderiam faturar com isso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Kevin Williamson foi alçado a roteirista oficial de filmes de suspense daquela época enquanto Wes Craven fez as pazes com fãs e crítica. Uma sequência do próprio Pânico, novamente comandada pela dupla, foi produzida e lançada menos de um ano depois do original, com o mesmo formato do filme anterior e quase fazendo o mesmo sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Foi nesta época, começo de 97, que começaram a surgir os filhos bastardos de Pânico, como Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (I Know What You Did Last Summer, 1997), com roteiro de Williamson, Lenda Urbana (Urban Legend, 1998), além de produções antigas que foram requentadas com a fórmula mistério + susto fácil, como A Noiva de Chucky (Bride Of Chucky, 1997) e Halloween H-20(1998), co-produzido por Williamson.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-K1A1GcpROd4/Tdc2LyZG1kI/AAAAAAAAA5w/1z2IbBB7jBE/s1600/98.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-K1A1GcpROd4/Tdc2LyZG1kI/AAAAAAAAA5w/1z2IbBB7jBE/s320/98.bmp" width="227px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;O rápido final…&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O que se mostrou no início como uma mina de ouro logo depois foi confirmado como um caminho para o fracasso, pois todos os filmes derivados de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; logo passaram a apresentarem resultados repetitivos, como realmente eram. E não demorou muito para que tais produções não conseguissem chamar a atenção da crítica até que o próprio público consumidor começou a perder o interesse. A lógica foi mais ou menos assim: &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; tinha um certo ineditismo por ter uma trama que conseguia prender a atenção do público, além da utilização de “susto fácil” durante quase a história inteira, algo que a maioria das pessoas gostava. Já os filmes derivados de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; tentavam seguir basicamente essa mesma linha, mas esbarravam em roteiros fracos, que geravam produtos ruins, enquanto os mistérios se tornavam verdadeiros “&lt;strong&gt;sambas do criolo doido&lt;/strong&gt;”. O próprio Williamson trocou os pés pelas mãos ao criar o complicado e chato &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os produtores lucraram como puderam com estas produções bastardas, mas o estilo “&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;” de fazer filmes estava fadado para ter vida curta e em 2000, com o lançamento de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico 3&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Scream 3), o ciclo praticamente se fechou, não só da trilogia, como da própria receita conhecida.&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Wes Craven&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;só aceitou dirigir o filme porquê tinha interesse em assumir o drama &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Música do Coração&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;(Music of My Heart, 2001) e a New Line, produtora de ambas as produções, disse que só liberaria o filme para Wes caso ele dirigisse &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico 3&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Kevin Williamson&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; ainda arriscou alguns projetos, péssimos como &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Tentação Fatal&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;(Teaching Mrs. Tingle, 1999), para logo depois cair no esquecimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uIxyo-YMBZk/Tdc2HPaP4PI/AAAAAAAAA5k/bG0l-Abao4k/s1600/45.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-uIxyo-YMBZk/Tdc2HPaP4PI/AAAAAAAAA5k/bG0l-Abao4k/s320/45.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Com o aniversário de 15 anos do primeiro filme, é inegável que o mesmo serviu como um divisor de água para o gênero em uma época na qual as produções amargavam em qualidade e bons resultados. O estilo “Pânico” serviu de referência para as produções seguintes, que começaram a surgir como apenas forma de entretenimento. O medo e o suspense ficaram em segundo plano dentro de uma história pronta, que era servida na medida certa para oferecer diversão e alguns sustos para quem fosse ao cinema. Mas a receita começou a falhar, uma vez que os fãs do autêntico suspense passaram a sentir falta de algo mais denso do que apenas “sustos fáceis” dentro de roteiros que eram praticamente iguais. Dentro dessa realidade, o estilo “Pânico” logo demonstrou sinais de cansaço e hoje só é possível ser encontrado em raras produções e sempre com resultados fracos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;Os filmes:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;O primeiro grito:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Na pacata cidadezinha de Woodsboro, um crime bárbaro choca toda a população. Dois jovens, Casey Becker (Drew Barrymore) e Steve Orth (Kevin Patrick Walls) são mortos nos moldes de um filme de terror. Nos dias seguintes, a polícia se empenha na busca do assassino, enquanto a jovem Sidney Prescott (Neve Campbell) parece ser o próximo alvo do matador, que começa a perseguir e trucidar pessoas próximas à moça. Enquanto isso, a repórter Gale Weathers (Courteney Cox) parece estar a um passo de conseguir uma grande história.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A tagline “Todos são suspeitos” consegue realmente deixar um clima de que o assassino pode ser qualquer pessoa. Destaque para o excelente prólogo (nota 10) e a capacidade de Craven em trabalhar, de forma declarada, com todos os clichês do gênero e conseguir um resultado satisfatório. A descoberta do assassino e sua motivação soam convincentes dentro da trama. O filme presta justa homenagem aos filmes de suspense dos anos 70 e 80.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;O segundo susto:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Dois anos depois do massacre em Woodsboro, a sobrevivente Sidney está morando em um campus universitário, onde tenta reconstruir sua vida. Com a estreia do filme &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Punhalada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; (Stab), baseado nos acontecimentos do primeiro &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, que foi escrito pela repórter &lt;/span&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Gale Weathers&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, um misterioso assassino começa a perseguir novamente Sidney e seus amigos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Esse segundo episódio já não tem o ineditismo do original (que já não era tão inédito assim) e a sensação de “eu já vi isso antes” está presente em grande parte da história. Os momentos de suspense são semelhantes ao filme anterior e os sustos fáceis estão em maior quantidade. Diferente do primeiro capítulo, o assassino, nem sua motivação, convencem. Tudo neste filme parece exagerado, o assassino cai muito, o prólogo é no mínimo surreal (nem uma sessão de Rocky Horror Show com participação da plateia é daquele jeito) e o final, quase apocalíptico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;O último massacre:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Traumatizada pelos eventos dos dois primeiros filmes, Sidney passa a viver isolada e com identidade falsa temendo que um novo assassino passe a persegui-la novamente. Enquanto isso, em Hollywood, está sendo gravado o terceiro capítulo de Punhalada e alguns dos atores envolvidos na produção começam a serem assassinados de verdade. A polícia começa a creditar que o novo vilão quer a presença de Sidney para um acerto de contas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Mais comédia do que suspense, esse terceiro capítulo quase ou nada tem a oferecer de novidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AxSYuLaAQsw/Tdc2FT0cNsI/AAAAAAAAA5g/CSm0-nCVxmE/s1600/36.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="167px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-AxSYuLaAQsw/Tdc2FT0cNsI/AAAAAAAAA5g/CSm0-nCVxmE/s320/36.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O grande trunfo foi a caracterização da personagem Sidney, fria e desiludida, além de morando afastada de qualquer presença com outras pessoas. As cenas passadas na casa dela, no meio do campo, são as melhores deste filme, por mostrar a atual situação da moça. De resto, a correria de sempre e os mistérios bobos que não convencem mais ninguém. O prólogo é interessante e leva o espectador a esperar que se esteja diante de um filme corajoso, o que nos primeiros 30 minutos, percebe-se que não é o caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;Curiosidades:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;-&lt;span style="color: black;"&gt; Para que Drew Barrymore chorasse de forma convincente, o diretor Wes Craven ficou falando para ela, durante as gravações das cenas, relatos de crueldades contra animais. A atriz é, na vida real, defensora da bicharada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;- &lt;span style="color: black;"&gt;A máscara do assassino de Pânico foi encontrada pelo próprio Wes, em uma loja de fantasias localizada perto das locações do filme. Por sua vez, essa máscara era inspirada no quadro “O Grito”, de Edvard Munch.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;- &lt;span style="color: black;"&gt;Um total de 50 galões de sangue falso foi utilizado no Pânico 1. Esse número foi diminuindo com as sequências, sendo 30 no segundo filme e apenas 10 no último.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;-&lt;span style="color: black;"&gt; O personagem de Pânico Billy Loomis ganhou esse sobrenome como homenagem ao Dr Loomis (Donald Pleasence), da série Halloween, que por sua vez, recebeu esse sobrenome do personagem Sam Loomis (John Gavin), do clássico Psicose (Psycho, 1960).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Esta não foi a única referencia de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; a filme antigos. Várias outras são mostradas durante o filme, através da fala de alguns personagens, que comentam sobre produções do gênero ou mesmo imagens de filmes que passam na televisão. Eis algumas: &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Halloween&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; passa na televisão, no prólogo são mencionados além do próprio &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Halloween&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Hora do Pesadelo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Sexta-feira 13&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Na festa do final do filme, fala-se de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Evil Dead&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hellraiser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;- Todos os atores que participaram das duas sequências tiveram que assinar um contrato que os proibia de falar qualquer coisa sobre o roteiro, que por sinal, fora entregue sem conter o final do filme. No caso de Pânico 3, três finais foram filmados e até a estreia do filme, nenhum dos atores sabia qual conclusão havia sido escolhida pelo diretor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-D_GTQR3qO9Q/Tdc2DgcIvEI/AAAAAAAAA5c/jzfkEUeMob8/s1600/25.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-D_GTQR3qO9Q/Tdc2DgcIvEI/AAAAAAAAA5c/jzfkEUeMob8/s320/25.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black; font-size: large;"&gt;Os atores:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É indiscutível que Pânico serviu para impulsionar a carreira de alguns dos atores envolvidos, mas será que todos se deram bem?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Neve Campbell (Sidney Prescott, Pânico 1, 2 e 3). A atriz canadense nascida em 1973 teve em Pânico sua oportunidade de fama. Vinda de produções para TV e filmes pequenos, conseguiu virar celebridade da noite para o dia como a eterna vítima Sidney. Desde então procurou fugir da imagem que a trilogia lhe projetou participando de projetos diversificados como o elogiado Garotas Selvagens (Wild things, 1998) e Studio 54 (54, 1998). Em 2000 participou da comédia Quem não matou Mona? (Drowning Mona) e três anos depois teve destaque em De Corpo e Alma (Company, The, 2003).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;/span&gt;Courteney Cox (Gale Weathers, Pânico 1, 2 e 3). A Monica do seriado Friends (1994-2004) nasceu no Alabama em 1964 e durante anos foi a eterna coadjuvante de produções típicas da Sessão da Tarde como Cocoon 2 – O Regresso (Cocoon: The Return, 1988)) e Jogando para o Alto (Shaking the tree, 1990), além de ter participado de vários projetos para a TV. Em 1994, pagou mico atuando na bomba Ace Ventura – Um detetive diferente (Ace Ventura: Pet Detective). Após a trilogia Pânico, não conseguiu muita sorte nos projetos cinematográficos, mas como ganhava aproximadamente US$ 25 milhões por temporada em Friends, não devia estar muito preocupada. Conheceu o marido David Arquette quando trabalhou no primeiro filme, casando-se com ele em 1999. Separaram-se recentemente!&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FroER0M-OsQ/Tdc2KgNXdOI/AAAAAAAAA5s/NMKhIRDB6EY/s1600/78.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-FroER0M-OsQ/Tdc2KgNXdOI/AAAAAAAAA5s/NMKhIRDB6EY/s320/78.bmp" width="213px" /&gt;&lt;/a&gt;David Arquette (Dewey Riley, Pânico 1, 2 e 3). O irmão das atrizes Rosanna Arquette, Patricia Arquette e do ator Alexis Arquette nunca teve muita sorte na tela grande amargando produções como a versão para o cinema de Buffy, a Caça-Vampiros (Buffy, the vampire slayer, 1992). Após participar do primeiro Pânico como o policial Dewey, estrelou o interessante O Acordo (Dream with the fishes, 1997) e as agradáveis comédias Muppets no Espaço (Muppets from space, 1999) e Nunca Fui Beijada (Never been kissed, 1999). Mas foi em 2002 com o cômico Malditas Aranhas! (Eight legged freaks) que conseguiu ser lembrado pela crítica.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Matthew Lillard&lt;/span&gt; (Stuar Macher, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico 1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;). Começou a carreira no trash &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os Ghoulies Vão ao Colégio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Ghoulies 3: Ghoulies go to college, 1991) e participou depois da comédia &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Mamãe é de M&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;orte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Serial mom, 1994), fazendo sempre o papel coadjuvante cômico. Com &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, conseguiu chamar atenção e pôde participar de projetos mais dignos, mas nem sempre de qualidades excelentes. Depois de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; esteve em &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Sem sentido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Senseless,1998), &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Ela é demais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (She’s all that,1999), além do fraco &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;13 Fantasmas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Thirteen ghosts, 2001). Em 2002 ganhou o papel de Salsicha na fraca adaptação para o cinema de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Scooby-Doo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, assim como na sua boa sequência &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Scooby-Doo 2 – Monstros à Solta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Scooby-Doo 2: Monsters unleashed2004).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Rose McGowan&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Tatum, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico 1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;). A ex-esposa do roqueiro &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Marilyn Manson&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (foram casados por três anos) nunca conseguiu nada além de papéis de coadjuvantes. E em&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, que foi, até o momento o ponto de destaque da carreira da moça, ela também ficou com o papel secundário da amiga de Sidney e irmã do policial Dewey, Tatum. McGowan foi a escolhida para ocupar a vaga deixada na série &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Charmed&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (1998-2006) após a demissão de &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Shannen Doherty&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Em 2005 participou de um filme para a TV sobre a vida de &lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Elvis Prestley&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, onde fez o papel da canora Ann-Margret.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Skeet Ulrich (Billy Loomis, Pânico 1). Outro que teve em Pânico seu maior destaque em matéria de cinema como o namorado da mocinha Sidney. Ulrich começou a cursar biologia marinha na University of North Carolina at Wilmington, mas logo foi para Nova York estudar arte dramática até que conseguiu seu primeiro papel no cinema: uma ponta não creditada no primeiro filme das Tartarugas Ninjas (Teenage Mutant Ninja Turtles, 1990). Após Pânico, participou como coadjuvante em Melhor Impossível (As Good as It Gets, 1997). Atualmente faz participações em séries norte-americanas.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Jamie Kennedy (Randy Meeks, Pânico 1, 2 e 3). O insuportável cinéfilo que Jamie interpretou na trilogia foi suficiente para que Kennedy ficasse conhecido, mas a fama tem memória curta e hoje em dia, o ator pode ser visto apenas em projetos de péssima categoria como O Filho do Máscara (Son of the Mask, 2005) ou ouvido, como dublando a voz de animais em Dr. Dolittle 2 (2001). Uma pena para um ator que começou fazendo ponta no ótimo Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society, 1989).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Drew Barrymore (Casey Becker, Pânico 1). A única que dispensava apresentação quando o primeiro filme foi lançado, Drew faz uma participação especial no ótimo prólogo do filme. São apenas 12 minutos, mas que são lembrados como um dos melhores momentos do suspense na década de 90. Drew começou a trabalhar cedo, tinha sete anos que participou de ET (1982) e após um período viciada em drogas, voltou para o hall de atrizes famosas de Hollywood. Entre seus filmes, destacam-se: Para sempre Cinderela (Ever After, 1998), Nunca fui Beijada (Never Been Kissed, 1999) e As Panteras (Charlie’s Angels, 2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: yellow;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Liev Schreiber&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (Cotton Weary, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Pânico&lt;/span&gt; &lt;span style="color: black;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; e &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;). A participação especial no primeiro filme como o sujeito suspeito por ter assassinado a mãe de Sidney, deu a Schreiber garantia para ter mais espaço nos dois capítulos seguintes. O sucesso lhe fez ganhar papéis em filmes regulares até que&amp;nbsp; foi contemplado com o papel principal no remake de &lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A Profecia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (The Omen, 2006).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Roger L. Jackson (Voz no telefone, Pânico 1, 2 e 3). Quase ninguém sabe, mas nenhum dos assassinos nos três Pânicos falou realmente ao telefone. O dono da aterradora voz nos três filmes de chama Roger L. Jackson, que trabalhou durante anos em rádio e já emprestou a voz para mais de 90 projetos, entre filmes, desenhos até jogos de vídeo-game.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RvQ_0532V1Y/Tdc2PcyE1tI/AAAAAAAAA58/DJNOmu6DSIo/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="cssfloat: right; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="130px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-RvQ_0532V1Y/Tdc2PcyE1tI/AAAAAAAAA58/DJNOmu6DSIo/s320/untitled.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-694143556036268966?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/694143556036268966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=694143556036268966' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/694143556036268966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/694143556036268966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/panico-primeira-trilogia.html' title='Pânico: A Primeira Trilogia'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WmF-imfhHLo/Tdc2Idrwr1I/AAAAAAAAA5o/yZfh-Ggv1hs/s72-c/58.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4261086887145922656</id><published>2011-05-20T01:27:00.000-03:00</published><updated>2011-05-20T01:27:21.841-03:00</updated><title type='text'>Encaixotando Helena e enlatando uma boa premissa</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bMfZDQ6zyAU/TdXtNMij9mI/AAAAAAAAA5Q/70hLb31b5rM/s1600/untitled2.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-bMfZDQ6zyAU/TdXtNMij9mI/AAAAAAAAA5Q/70hLb31b5rM/s320/untitled2.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Poucos filmes me deixaram com um sentimento tão dúbio quanto Encaixotando Helena, película de 1993 cujo VHS eu desprezei por anos nas prateleiras da locadora e só agora resolvi dar uma chance. Pela opinião geral, o filme é uma bomba, e é só procurar pela internet para encontrar um milhão de críticas furiosas sobre ele. Mas se continuar procurando, vai encontrar um pequeno grupo que realmente acha que o filme merece ser assistido com mais boa vontade. Então, procurando assistir com olhos mais gentis, fica esta sensação esquisita de não saber se gostou ou não do filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Não me entendam mal, entretanto: quando digo em gostar do filme, não me refiro de forma alguma à sua famigerada conclusão. É impossível não odiar os últimos cinco minutos do filme, que simplesmente tapeiam completamente o espectador, avacalhando com qualquer boa vontade que se possa ter tido em relação ao que veio antes dele. Acredite, são cinco minutos que vão fazer você gritar de ódio na frente da TV e amaldiçoar até a quinta geração dos envolvidos no filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-h3SUY4jk9xs/TdXtI_QLIQI/AAAAAAAAA5E/4nB0snGlrz8/s1600/4.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="169px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-h3SUY4jk9xs/TdXtI_QLIQI/AAAAAAAAA5E/4nB0snGlrz8/s320/4.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, aparte este final asqueroso (e pode continuar a ler sem medo, que eu não vou entregar) o que sobra de Encaixotando Helena&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;é um filme mórbido e muito interessante, mesmo com uma penca de defeitos. A trama é intrigante, e mantém bem a atenção do público na maior parte do tempo. É certo também nem tudo que veio antes da conclusão seja assim uma Brastemp&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;Além da surpresa final, ele também sofre com um terceiro ato bem chulé, digno de qualquer Cine Privê&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; reações nada convincentes por parte dos personagens e com algumas atuações no limite do ridículo. Chegaremos nisso num instante.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Antes vamos falar um pouco da novela envolvendo Madonna e Kim Basinger nos bastidores do filme. Ambas estavam no auge da carreira cinematográfica na época: a rainha do pop vinha se provando como atriz, e &lt;strong&gt;Basinger &lt;/strong&gt;ainda estava no embalo do sucesso de Batman&lt;strong&gt;, &lt;/strong&gt;mas vinha fazendo algumas escolhas não muito felizes na carreira (O Mundo Proibido, alguém?). Madonna havia sido considerada para estrelar o projeto quando estava começando a ser desenvolvido (e ainda se chamava Encaixotando Hanna), mas abandonou o barco nos primeiros estágios de desenvolvimento. Já Basinger&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;caiu na besteira de firmar um acordo verbal para assumir o papel título, e quando resolveu pular fora, sofreu um processo e teve que pagar 9 milhões de doletas de indenização aos produtores, fato que quase arruinou a sua carreira.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ckCkFBX9Ack/TdXtKMBCIXI/AAAAAAAAA5I/d6TlfaAiQA8/s1600/8.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-ckCkFBX9Ack/TdXtKMBCIXI/AAAAAAAAA5I/d6TlfaAiQA8/s320/8.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Se Basinger&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;se arrependeu de desistir ou preferiu torrar o dinheiro para se ver livre de Encaixotando&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Helena&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; só podemos especular. O que se sabe é que o filme foi um tremendo fracasso de público e crítica da época. O pessoal que tinha ido assistir um filme de horror simplesmente não engoliu o tom romântico que impera a maior parte do tempo, e se alguém tivesse ido para ver um filme de romance, pode ter certeza que não ficaria muito feliz com o que veria na tela.&lt;/div&gt;A trama trata de Nick (Julian “Warlock” Sands, se esforçando ao limite), um médico rico e bem sucedido que vive um romance estável com Anne (Betsy Clarck). Nick tem uma bela casa, uma carreira promissora, uma namorada gentil e um bom amigo, o também médico Lawrence (interpretado por Art Garfunkel. Isso mesmo, Art Garfunkel!). Mas apesar de tudo isso, ele não consegue ser feliz por conta de sua obsessão por Helena (a delícia Sherilyn Fenn, que, me perdoem, é muito mais atriz do que Kim Basinger), uma moça com quem teve um caso de uma noite, mas que não consegue esquecer.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Uma noite, enquanto Anne prepara um jantar romântico, Nick dá uma escapada para espiar Helena. A promíscua moça está, naquele momento, transando com Ray (Bill Paxton, ri-dí-cu-lo). Ray é um bad boy de subúrbio, sempre usando calça de couro, camiseta colada e sem nunca piscar os olhos, numa atuação que Bill Paxton provavelmente dá graças a Deus por ter caído no esquecimento.&lt;/div&gt;Nick fica arrasado ao ver Helena com outro, e decide dar uma festa para convidá-la, para ver se consegue ter uma palavra com ela. Mas durante a festa Helena não dá a mínima bola para o médico, e prefere se banhar na fonte da mansão usando apenas a roupa íntima, para depois fugir com Russel (Bryan Smith&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; que trabalhou com Sands também em Warlock II), um dos outros convidados.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Lm6cCxt6RlI/TdXtLG4PtuI/AAAAAAAAA5M/ZPBmnUKWJbc/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="219px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Lm6cCxt6RlI/TdXtLG4PtuI/AAAAAAAAA5M/ZPBmnUKWJbc/s320/untitled.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Mas para a sorte de Nick, Helena telefona na manhã seguinte, pedindo que ele lhe entregue a bolsa que ela esqueceu na festa. Nick consegue trazer Helena para a sua casa, enquanto a moça, furiosa, só quer se livrar do doutor para poder pegar um avião.&lt;/div&gt;Fala a verdade, surgiu algum elemento de horror até o momento? Isso tudo está soando mais a um melodrama de quinta do que alguma coisa que merecesse estar sendo criticado na Boca do Inferno, certo? Bem, você vai ter que aceitar minha palavra: a coisa engrossa a partir daí.&lt;br /&gt;Sem querer entregar muito, Helena sofre um acidente e fica a mercê de Nick. Para não deixá-la escapar, o médico realiza algumas operações extremas nela, e a trama vai ficando cada vez mais doentia ao mostrar a obsessão dele atingindo proporções assustadoras. A estátua da Vênus de Milo que Nick guarda no seu saguão serve como metáfora para a forma como ele quer e quer manter Helena só para si. Os momentos que mostram esta interação entre os dois personagens são o ponto alto de Encaixotando Helena, principalmente pela forma como Nick mutila sua adorada para deixá-la cada vez mais submissa.&lt;br /&gt;E quando o filme parece ter atingido o seu auge grotesco, a coisa desanda monstruosamente. Imagine se você estivesse assistindo Louca Obsessão e de repente o seu cotovelo apertasse o controle remoto e mudasse para 9 1/2 Semanas de Amor. O filme vira de repente um romance erótico bem cheesy e improvável. A trama começa a resgatar um pouco do tom pertubador quando Bill Paxton entra em cena novamente, e parece que vamos ter uma conclusão corajosa… mas aquilo acontece.&lt;br /&gt;Você então apanha a primeira coisa que vê e atira na televisão, puxa os cabelos e dá um chute no sofá com a sensação de ser o maior idiota do mundo. Acredite, você não é o único. Este é um final que não apenas encerra mal o filme, mas despedaça qualquer credibilidade que pudesse ter existido até o momento.&lt;br /&gt;Depois de ver aquilo, poucos tiveram a boa vontade de olhar os bons aspectos do filme (como as boas atuações de Sands&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;e Fenn, além da pequena e efetiva participação de&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Kurtwood Smith), ou lhe dar um crédito pela maneira competente como a primeira hora é conduzida.&lt;br /&gt;Farpas sobram também para alguns detalhes como a atuação hilária de Paxton (ele nunca consegue convencer com sua pose de fodão) e a trilha sonora. Fala sério, que tipo de filme de horror teria a cara de pau de trazer cenas de sexo ao som de Woman in Chains e Sadeness? Se bem que, para ser honesto, a diretora Jennifer Chambers Lynch (isso aí, filha de David Lynch) diz que o roteiro, que escreveu aos 19 anos, nunca teve a intenção de ser um filme de horror, e sim um romance “diferente“. Ou, segundo ela mesma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu o vejo como uma história de amor, não um filme de horror. A imagem da Vênus de Milo é tão poderosa. Amor obsessivo é como uma série de amputações enquanto se rouba um do outro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso redime os rumos que o filme toma? Não completamente. Mas faz ver a coisa de uma forma um pouco diferente. Talvez seja muito pouco para salvar Encaixotando Helena como um todo, mas prova que a diretora tinha boas intenções ao fazê-lo. O problema é que, em se tratando de cinema, o que importa não é só a intenção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4261086887145922656?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4261086887145922656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4261086887145922656' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4261086887145922656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4261086887145922656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/encaixotando-helena-e-enlatando-uma-boa.html' title='Encaixotando Helena e enlatando uma boa premissa'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bMfZDQ6zyAU/TdXtNMij9mI/AAAAAAAAA5Q/70hLb31b5rM/s72-c/untitled2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-6528425076910987254</id><published>2011-05-20T01:08:00.001-03:00</published><updated>2011-05-20T01:11:15.882-03:00</updated><title type='text'>Castelo do Pavor, O: Karloff e Chaney Jr. te convidam a uma visita!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hUHgtE23LtY/TdXpv_JOyLI/AAAAAAAAA48/FOwji1ksZ2o/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229px" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-hUHgtE23LtY/TdXpv_JOyLI/AAAAAAAAA48/FOwji1ksZ2o/s320/untitled.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O lendário ator inglês Boris Karloff (1887 / 1969) é um dos nomes mais associados à história do cinema de horror em todos os tempos, aliado com outros ícones como Bela Lugosi, Vincent Price, Peter Cushing e Christopher Lee, principalmente. A simples presença dele num filme, mesmo que num papel menor e sem ser o vilão, já é garantia de uma diversão indiscutível para aqueles que apreciam o cinema do passado. E em 1952 foi lançada uma produção de baixo orçamento com fotografia em preto e branco chamada “O Castelo do Pavor” (The Black Castle), tendo Boris Karloff e Lon Chaney Jr. (outro nome muito ligado ao cinema “B” de Horror), em papéis coadjuvantes. A direção é do então estreante Nathan Juran, um cineasta conhecido no gênero fantástico por inúmeras bagaceiras divertidas como “The Deadly Mantis” (1957), “20 Million Miles to Earth” (1957), “The Brain From Planet Arous” (1958), “Attack of the 50 Foot Woman” (1958), “The 7th Voyage of Sinbad” (1958), “Jack the Giant Killer” (1962), “First Men in the Moon” (1964), “The Boy Who Cried Werewolf” (1973), além de vários episódios de séries dos anos 60 como “Viagem ao Fundo do Mar”, “O Túnel do Tempo”, “Terra de Gigantes” e “Perdidos no Espaço”.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Keij_n2ZRoE/TdXpxF_vUuI/AAAAAAAAA5A/uyzd9L2dnCg/s1600/untitled2.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240px" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Keij_n2ZRoE/TdXpxF_vUuI/AAAAAAAAA5A/uyzd9L2dnCg/s320/untitled2.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No século XVIII, um renomado aventureiro inglês, Sir Ronald Burton (Richard Greene), consegue através de influência com o Imperador da Inglaterra, um convite para uma caçada na Áustria na propriedade do Conde Karl von Bruno (Stephen McNally), um homem rico e sem escrúpulos, que travou conflitos com os ingleses na África por causa dos nativos locais e os interesses com o marfim. O objetivo de Burton é investigar o desaparecimento de dois amigos numa região conhecida como “Floresta Negra”, nas imediações do castelo do conde, e para isso ele viaja até lá disfarçado com outro nome, o caçador Richard Beckett. No caminho, ele é obrigado a enfrentar dois aliados de von Bruno num combate de espadas, os também condes Steiken (John Hoyt) e Ernst von Melcher (Michael Pate), para defender um criado, Fender (Henry Corden). E após chegar ao castelo ele conhece a Condessa Elga von Bruno (Rita Corday), uma bela mulher, mas infeliz no casamento forçado com o conde. Entre os outros moradores do castelo, temos também o médico Dr. Meissen (Boris Karloff), um ancião bem intencionado que inventou uma fórmula capaz de manter um ser humano desacordado por dez horas simulando a morte, e um serviçal mudo e violento na figura de Gargon (Lon Chaney Jr.). A partir daí, o nobre inglês intensifica a investigação do misterioso sumiço de seus amigos, inevitavelmente se apaixona pela carente condessa e desperta a desconfiança mortal e fúria vingativa do Conde von Bruno.&lt;/div&gt;Em “O Castelo do Pavor” temos todos os elementos associados aos filmes de horror antigos com aquela atmosfera sinistra de um ambiente sombrio, com um castelo imponente no meio de uma floresta, com uma infinidade de cômodos para todos os lados, com direito até a uma masmorra no porão e um poço com crocodilos famintos. Boris Karloff e Lon Chaney Jr. aparecem pouco em cena, com o primeiro sendo um médico criador de um soro que simula a morte, e o segundo sendo um troglodita descerebrado ávido por violência, mas a simples menção de seus nomes no elenco desperta a atenção e agrega um enorme valor ao filme.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-6528425076910987254?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/6528425076910987254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=6528425076910987254' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6528425076910987254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6528425076910987254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/o-lendario-ator-ingles-boris-karloff.html' title='Castelo do Pavor, O: Karloff e Chaney Jr. te convidam a uma visita!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hUHgtE23LtY/TdXpv_JOyLI/AAAAAAAAA48/FOwji1ksZ2o/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8597361840196356810</id><published>2011-05-15T14:07:00.000-03:00</published><updated>2011-05-15T14:07:31.203-03:00</updated><title type='text'>PAINTBALL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OWnacpyg5hA/TdAIQ-yLvqI/AAAAAAAAA44/a4ZV-6UzlQo/s1600/PaintBall.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-OWnacpyg5hA/TdAIQ-yLvqI/AAAAAAAAA44/a4ZV-6UzlQo/s320/PaintBall.jpg" width="271" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como não pensaram nisso antes? Quem nunca imaginou uma partida de  paintball só que com balas de verdade? Essa produção espanhola falada em  inglês – dos mesmos realizadores de “REC”  e sua continuação – traz oito estranhos que participam de uma partida  de paintball dentro de uma mata isolada. O problema é que há algum  serial killer todo armado cujo objetivo é eliminar todos os  participantes.&lt;br /&gt;Talvez pareça mais um daqueles filmes de psicopatas, mas não é.  Primeiro que o ritmo é frenético desde o início. A câmera sempre se  posiciona como se fosse um filme de guerra, com destaque para a cena  feita quase que ininterruptamente desde o momento em que eles se  conhecem dentro do ônibus que os levam ao campo, até o momento de um  fogo cruzado quase dez minutos depois quando eles entram em outro  ônibus, esse já abandonado dentro do campo de batalha, para se  protegerem.&lt;br /&gt;A produção conta com todos os elementos de um ótimo terror de ação:  mortes violentas, personagens inteligentes (taí um diferencial enorme  nesse tipo de obra) e uma história que vai crescendo e exercendo  pequenas, mas consistentes reviravoltas. O diretor teve uma ótima sacada  com a câmera mostrando a maneira como o psicopata enxerga por um visor  especial, o que nos momentos certos, eleva a tensão a um grau acima da  média dos manufaturados de Hollywood.&lt;br /&gt;omo se não bastasse, “&lt;em&gt;Paintball&lt;/em&gt;” tem a duração certa (85  minutos) para conseguir entreter com inteligência sem perder tempo ou  entediar o espectador. Uma pérola do terror nas locadoras. Não percam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8597361840196356810?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8597361840196356810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8597361840196356810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8597361840196356810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8597361840196356810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/paintball.html' title='PAINTBALL'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-OWnacpyg5hA/TdAIQ-yLvqI/AAAAAAAAA44/a4ZV-6UzlQo/s72-c/PaintBall.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-5067791162809066170</id><published>2011-05-12T01:20:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T17:35:51.197-03:00</updated><title type='text'>A Clínica: o que você faria para recuperar o seu filho?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Wy40T7jjzl0/Tctgz6zLx-I/AAAAAAAAA4s/_HI1NYA3QOU/s1600/k.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Wy40T7jjzl0/Tctgz6zLx-I/AAAAAAAAA4s/_HI1NYA3QOU/s320/k.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Cameron (Andy Whitfield) e Beth (Tabrett Bethell) estão indo para a casa da mãe dela passar as festas de fim de ano. Depois de um pequeno acidente de carro os dois decidem se hospedar em um hotel na beira da estrada. O local é sinistro e o dono dele pior ainda, sem muita opção os dois vão para o quarto. Durante a noite Beth que está grávida tem algum tipo de desejo e Cameron pega o carro e vai até o restaurante mais próximo conseguir algo para sua noiva comer. O carro fica sem gasolina e quando ele finalmente chega no hotel, Beth não está mais lá.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Preocupado com o sumiço da noiva grávida, Cameron chama a polícia que não ajuda em nada e ainda o prende por agressão ao dono do hotel vagabundo. Enquanto isso Beth acorda em uma banheira cheia de gelo e tingida de sangue. Um corte suturado em sua barriga mostra que alguém fez um parto forçado. Agora ela precisa achar a criança e fugir daquele local.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;E se eu disser que isso foi baseado em fatos reais? Nesse mundão de hoje é fácil de acreditar, mas em 1979 isso ainda poderia ser bem chocante.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vyRB7_obBNg/TctgytJV1pI/AAAAAAAAA4o/RRcO-4h5LT0/s1600/hj.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200px" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-vyRB7_obBNg/TctgytJV1pI/AAAAAAAAA4o/RRcO-4h5LT0/s320/hj.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;Depois que &lt;strong&gt;Beth&lt;/strong&gt; acorda a história segue basicamente com ela. Depois de tentar fugir do que parece ser uma fábrica abandonada, ela se depara com mais três mulheres que se encontram na mesma situação. Todas possuem uma identificação na roupa, um número em algarismos romanos. Depois de se conhecerem decidem que o melhor a fazer é encontrar os seus respectivos bebês.&lt;/div&gt;A fábrica parece estar abandonada, mas conforme exploram o local econtram com uma mulher que teve o abdomen completamente destruído. Seguem procurando os bebês e tomando cuidado com alguma ameaça. Logo outra menina morre e elas finalmente encontram as crianças. Estas estão presas em um tipo de jaula cheia de cadeados. O problema fica maior quando elas descobrem que a única maneira de identificar de quem é qual bebê: elas precisam pegar um plástico colorido que esta dentro de seus estômagos e combinar com a pulseira que a criança usa.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Para facilitar as coisas, uma das mulheres é cirurgiã, legal! Não, não tão fácil. Uma maluca que acordou primeiro que elas já esta fazendo uma chacina e matando todas ao invés de parar e conversar. A partir daí já da para imginar o que vem não é mesmo? Algum sangue, um pouco de violência, muita correria e um terror psicológico.&lt;/div&gt;Quem assiste sem pretensão de ver um grande filme vai se surpreender com este. Não que seja a sétima maravilha do mundo, tem falhas gigantescas e as mulheres protagonizam cenas de pura estupidez, porém o suspense é muito bem conduzido e entediado você não fica. É capaz de ficar até curioso demais para saber o que diabos está acontecendo naquele lugar.&lt;br /&gt;Este filme australiano foi escrito e dirigido pelo estreante James Rabbitts. O elenco faz um bom trabalho e o final por mais absurdo que pareça é surpreendente. Talvez se terminasse uns 10 minutos antes, poderia conseguir uma avaliação melhor do público. Acredito que tudo que se perdeu nesses últimos minutos, transformando uma história já absurda em um coisa inacreditável.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FBWIiyIUKcc/Tctg0mDfX-I/AAAAAAAAA4w/-2YE_F34pos/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8FEeKsREkPg/Tctg1RMvAlI/AAAAAAAAA40/Ck3dybYz1ro/s1600/untitledb.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211px" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-8FEeKsREkPg/Tctg1RMvAlI/AAAAAAAAA40/Ck3dybYz1ro/s320/untitledb.bmp" width="320px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;A Clínica&lt;/strong&gt; é um filme mediano que não inova e nem decepciona. É um suspense bem construído que prende a atenção apesar de todas as falhas ridículas na história. Tenho certeza que você consegue imaginar dezenas de formas de se livrar daquela situação enquanto as mulheres cometem erros grotescos porém básicos dos clichês do horror: ninguém nunca pega uma arma para se defender, se separam em vez de se proteger e finalmente o pior de tudo, porque simplesmente não pegar os bebês e depois descobrir de quem é quem? Só que essa fica fácil de responder: porque assim não teríamos um filme. Tirando o final broxante vale um DVD e uma pipoca se você não tiver nada melhor para assistir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-5067791162809066170?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/5067791162809066170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=5067791162809066170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5067791162809066170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5067791162809066170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/clinica-o-que-voce-faria-para-recuperar.html' title='A Clínica: o que você faria para recuperar o seu filho?'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Wy40T7jjzl0/Tctgz6zLx-I/AAAAAAAAA4s/_HI1NYA3QOU/s72-c/k.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-9172016192525665581</id><published>2011-05-08T19:17:00.000-03:00</published><updated>2011-05-08T19:17:03.539-03:00</updated><title type='text'>Contos da Meia-Noite: O terror se espalha pela boca!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3QCggMP9Pfo/TccV0QhYJTI/AAAAAAAAA4Y/3G2Wm2ouRj4/s1600/contos-da-meia-noite-1997-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://3.bp.blogspot.com/-3QCggMP9Pfo/TccV0QhYJTI/AAAAAAAAA4Y/3G2Wm2ouRj4/s320/contos-da-meia-noite-1997-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um interessante subgênero do cinema de horror é aquele que explora  várias histórias ou contos num único filme, conhecido como antologias.  Narrados de forma independente ou relacionados entre si e amarrados por  um tema central, esses filmes de episódios normalmente despertam grande  curiosidade pois apresentam histórias contadas numa curta duração com a  possibilidade de se avaliar o resultado independentemente, preferindo-se  um conto em relação a outro.&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;Na história do cinema fantástico existe  uma infinidade de filmes em forma de antologias, a maioria deles  servindo até como piloto para séries de televisão, como “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Retrato de Um Pesadelo&lt;/b&gt;” (Night Gallery, 1969), que transformou-se na série “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Galeria do Terror&lt;/b&gt;” (1970/72), criada e narrada por &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Rod Serling&lt;/b&gt;, ou “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Contos da Escuridão&lt;/b&gt;” (Tales From the Darkside – The Movie, 1990), que virou uma série homônima -&amp;nbsp;apenas para citar alguns exemplos.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zSXn-45wyNo/TccV2Ej7c6I/AAAAAAAAA4g/ZwGxoTipoEg/s1600/contos-da-meia-noite-1997-6.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://1.bp.blogspot.com/-zSXn-45wyNo/TccV2Ej7c6I/AAAAAAAAA4g/ZwGxoTipoEg/s320/contos-da-meia-noite-1997-6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Entre meados dos anos 1960 até início da década de 1970, os estúdios  ingleses se especializaram no lançamento de vários filmes de antologias  de contos destacando-se “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;As Torturas do Dr. Di&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;abolo” (Torture Garden, 1967), “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;A Casa que Pingava Sangue&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (The House that Dripped Blood, 1970), “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Tales From the Crypt&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (1972), “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Asilo Sinistro&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (Asylum, 1972), “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;A Cripta dos Sonhos&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (The Vault of Horror, 1973) e “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;From Beyond the Grave&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (1973). Apenas como citação, vários filmes com a mesma temática também foram produzidos a partir dos anos 1980, como &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;b style="color: black;"&gt;“&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="color: black;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Creepshow&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;”&lt;/b&gt; (1982), “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Pesadelos Diabólicos&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (Nightmares, 1983), “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Olho de Gato&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (Cat’s Eye, 1984) e “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Show de Horrores&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” (Creepshow 2, 1987), que tiveram o envolvimento de nomes consagrados do horror como &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;George A. Romero&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Stephen King&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Tom Savini&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, e outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;Escritores famosos de horror também tiveram suas histórias adaptadas em filmes de antologias como “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Muralhas do Pavor&lt;/b&gt;” (Tales of Terror, 1962), dirigido por &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Roger Corman&lt;/b&gt; num roteiro de &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Richard Matheson&lt;/b&gt; e com &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Vincent Price&lt;/b&gt;, &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Peter Lorre&lt;/b&gt; e&lt;b style="font-weight: normal;"&gt; Basil Rathbone&lt;/b&gt; interpretando contos de &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Edgar Allan Poe&lt;/b&gt;, e “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Necronomicon, o Livro Proibido dos Mortos&lt;/b&gt;” (Necronomicon, 1994), com &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Jeffrey Combs&lt;/b&gt; envolvido em contos macabros de &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;H. P. Lovecraft&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;Utilizando a tradicional ideia da roda  de amigos em volta de uma fogueira numa floresta para contar histórias  de horror, foi produzido em 1997 o filme “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Contos da Meia-Noite&lt;/b&gt;”  (Campfire Tales). O filme é uma antologia com três histórias  independentes, além de um prólogo e um tema central. O início, com um  episódio curto chamado “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;The Hook&lt;/b&gt;” (O Gancho), explora uma tradicional lenda urbana, onde um casal de jovens namorados, &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Eddie&lt;/b&gt; (James Marsden) e &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Jenny&lt;/b&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;(Amy Smart), estão num carro estacionado numa floresta à noite, e surge  um assassino psicopata foragido de um sanatório para aterrorizá-los,  carregando um gancho no lugar de uma das mãos. Depois a ação muda-se  para um grupo formado por quatro adolescentes, &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Cliff &lt;/b&gt;(Jay R. Ferguson), sua namorada &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Lauren&lt;/b&gt; (Christine Taylor), o irmão mais novo da garota, &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Eric&lt;/b&gt; (Christopher Masterson, que demonstra um excelente gosto musical ao usar uma camisa da banda inglesa “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Iron Maiden&lt;/b&gt;“), e a amiga &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Alex&lt;/b&gt;  (Kim Murphy), que estão alcoolizados voltando de um show de rock,  viajando de carro por uma estrada deserta beirando uma floresta. Eles  sofrem um acidente e enquanto aguardam por ajuda decidem acender uma  fogueira e contar histórias de horror para se distraírem. Esse tema  central, intitulado “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;The Campfire&lt;/b&gt;” (A Fogueira), serve  de apresentação para outros três contos sobrenaturais envolvendo  monstros, psicopatas e fantasmas, culminando com uma trágica revelação  para o destino dos jovens.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O primeiro episódio, “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;The Honeymoon&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“, dirigido por &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Matt Cooper&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, é apenas regular, mostrando um jovem casal em lua de mel, &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Rick&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; (Ron Livingstone) e &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Valerie&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;  (Jennifer MacDonald), que estão viajando à bordo de um moto home e  desviam da estrada principal para uma secundária que corta uma floresta e  um lago. Com falta de gasolina, eles são obrigados a parar e encontram  um homem misterioso, &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Cole &lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;(Hawthorne James), que está  armado de um rifle e avisa para eles terem cuidado, pois perigosas  criaturas costumam rondar pela floresta na escuridão da noite. Uma vez  não acreditando totalmente nas recomendações do estranho homem, o casal é  surpreendido pela fúria de uma besta selvagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bgNPyl5T914/TccV2dqvd6I/AAAAAAAAA4k/Imhc9Eq_Bqg/s1600/contos-da-meia-noite-1997-7.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="171" src="http://4.bp.blogspot.com/-bgNPyl5T914/TccV2dqvd6I/AAAAAAAAA4k/Imhc9Eq_Bqg/s320/contos-da-meia-noite-1997-7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Apesar de um argumento clichê, esse episódio conseguiu de certa forma  desenvolver um clima de mistério em torno de uma criatura da noite, cuja  origem não foi explicada. Um fator favorável é a ambientação noturna de  uma floresta, que colabora significativamente na criação de um  sentimento de medo, como se estivesse escondendo perigos ocultos em seu  interior desconhecido. Os destaques são a beleza da atriz &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Jennifer MacDonald&lt;/b&gt;  em trajes menores e a sábia decisão do diretor em não mostrar  claramente o monstro, optando mais por situações sugeridas. E não faltou  o óbvio e esperado desfecho “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;surpresa&lt;/b&gt;“, que na verdade revelou-se bem previsível.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A seguir veio a história “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;People Can Lick Too&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“, dirigida por &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Martin Kunert&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, disparada a mais fraca de todas e totalmente descartável. Uma garota de onze anos de idade, &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Amanda&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; (Alex McKenna), faz amizade num chat pela internet (sinal dos tempos modernos) com uma desconhecida chamada “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Jessica&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“,  e revela que ficará sozinha em casa à noite, acompanhada de seu  cachorro, enquanto os pais sairiam para um compromisso. A identidade  real da “&lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;amiga virtual&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” da internet é a de um perigoso psicopata pedófilo (Jonathan Fuller), que decide fazer uma visita indesejada à &lt;/span&gt;&lt;b style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Amanda&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; para conhecê-la mais de perto, e mostrando também o quanto é incompetente em seu ofício.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: justify;"&gt;Esse episódio é muito ruim, explorando um tema completamente desgastado,  não conseguindo manter nenhum clima de suspense ou tensão, e a  violência é quase que inexistente, incomodando talvez apenas a “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Sociedade Protetora dos Animais&lt;/b&gt;”  pelo que aconteceu com o pobre cachorro da protagonista. O único  elemento relativamente novo (devido principalmente ao ano da produção) é  o uso da internet como meio de comunicação e sendo o motivo básico dos  acontecimentos da trama. Como curiosidade, a bela irmã de Amanda, &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Katherine&lt;/b&gt;, é interpretada por &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Devon Odessa&lt;/b&gt;, atriz que participou numa ponta do filme “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Pumpkinhead – A Vingança do Diabo&lt;/b&gt;” (1988). O ator &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Jonathan Fuller&lt;/b&gt; é um enorme desconhecido, mas ainda assim participou de dois filmes obscuros de horror dirigidos por &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Stuart Gordon&lt;/b&gt;, “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;The Pit and the Pundulum&lt;/b&gt;” (1990), baseado em conto de &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Edgar Allan Poe&lt;/b&gt;, e “&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Castle Freak&lt;/b&gt;” (1995), inspirado em história de &lt;b style="font-weight: normal;"&gt;H. P. Lovecraft&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O terceiro e último episódio é “&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;The Locket&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“, dirigido por &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;David Semel&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, e sem dúvida o melhor do filme, numa história macabra de fantasmas. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Scott Anderson&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;  (Glenn Quinn) é um jovem aventureiro que está viajando de moto sem  destino pelo interior dos Estados Unidos, quando a moto apresenta  problemas mecânicos e ele é obrigado a parar numa estrada deserta,  próximo a uma casa de campo. Com o início de uma chuva ele procura  abrigo na fazenda e é recebido por uma bela jovem muda, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Heather Wallace&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;  (Jacinda Barrett). Porém, a noite de tempestade reservaria trágicos  momentos de horror para o motoqueiro, quando surgem visões envolvendo o  fantasma do pai da garota (interpretado por &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Denny Arnold&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;) em eventos relacionados à brutais assassinatos cometidos no passado, e que constantemente retorna para aterrorizar a filha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;Histórias de fantasmas são sempre um argumento interessante para um  conto de horror, e ainda mais quando associadas a uma ambientação  macabra de uma casa de campo afastada, numa noite de forte chuva, com a  manifestação de um fantasma de um pai conservador, de educação muito  rígida, portando um machado e sedento de ódio para matar o “&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;pecado&lt;/strong&gt;” cometido por sua filha e o namorado.“&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;The Locket&lt;/strong&gt;” tem um bom clima de horror e um desfecho interessante. Como curiosidade, o desconhecido ator irlandês &lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;Glenn Quinn&lt;/strong&gt; morreu aos 32 anos vítima de uma overdose de drogas. E a bela atriz australiana &lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;Jacinda Barrett&lt;/strong&gt; fez uma ponta em “&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;Lendas Urbanas 2&lt;/strong&gt;” (2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XQdC7RTIca8/TccV1UrfRFI/AAAAAAAAA4c/zng9mYMY9WA/s1600/contos-da-meia-noite-1997-4.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="246" src="http://3.bp.blogspot.com/-XQdC7RTIca8/TccV1UrfRFI/AAAAAAAAA4c/zng9mYMY9WA/s320/contos-da-meia-noite-1997-4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ovamente os responsáveis por nomear os títulos nacionais dos filmes que  chegam ao Brasil se equivocaram e o ideal seria manter a tradução do  original “&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;Campfire Tales&lt;/strong&gt;” para algo como “&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;Contos da Fogueira&lt;/strong&gt;“, apesar que o nome escolhido “&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;Contos da Meia-Noite&lt;/strong&gt;” não ficou ruim e tem relações com o filme, fato que já é positivo quando comparamos com outros casos bem piores.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: black; font-weight: normal;"&gt;Contos da Meia-Noite&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;”  é um divertimento rápido e passageiro, situando-se com um desempenho  apenas intermediário como filme de horror, pois apresenta histórias com  elementos sobrenaturais que alternam seus segmentos entre o razoável “&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: black; font-weight: normal;"&gt;The Honeymoon&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“, o medíocre “&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: black; font-weight: normal;"&gt;People Can Lick Too&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“, e o interessante, como “&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: black; font-weight: normal;"&gt;The Locket&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” e os contos de introdução “&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: black; font-weight: normal;"&gt;The Hook&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;” e o tema central “&lt;/span&gt;&lt;strong style="color: black; font-weight: normal;"&gt;The Campfire&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-9172016192525665581?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/9172016192525665581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=9172016192525665581' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/9172016192525665581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/9172016192525665581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/05/contos-da-meia-noite-o-terror-se.html' title='Contos da Meia-Noite: O terror se espalha pela boca!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3QCggMP9Pfo/TccV0QhYJTI/AAAAAAAAA4Y/3G2Wm2ouRj4/s72-c/contos-da-meia-noite-1997-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2706359051893757238</id><published>2011-04-29T16:57:00.000-03:00</published><updated>2011-04-29T16:57:02.123-03:00</updated><title type='text'>PÂNICO 4</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gIXpS0ktZ-A/TbsX8hQrZuI/AAAAAAAAA4U/GsHMajY4vfo/s1600/panico4_21.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-gIXpS0ktZ-A/TbsX8hQrZuI/AAAAAAAAA4U/GsHMajY4vfo/s320/panico4_21.jpg" width="251" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nova década, novas regras”. A frase, dita por um dos personagens de &lt;i&gt;Pânico 4&lt;/i&gt;, dá bem o tom da continuação desta que é uma das mais bem-sucedidas franquias do terror moderno. Ou seja, desde&lt;i&gt; Pânico 3&lt;/i&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/panico-3/id/183"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;  (de 2000), o mundo mudou, a sociedade mudou, os filmes de terror  mudaram… mas como diz Sidney Prescott (Neve Campbell), num momento-chave  deste quarto episódio, “não ferre com o original” (o verbo não é  exatamente este, mas aqui a gente mantém uma certa elegância e  compostura).&lt;br /&gt;Agora, a ação começa quando Sidney retorna à cidadezinha de  Woodsboro,  local dos massacres anteriores, para lançar seu livro, exatamente na  data, digamos assim, “comemorativa” da matança. E percebe que todo o  terror vivenciado por ela na década passada se transformou em motivo de  festa temática para os jovens. Afinal, como diz o policial Dewey (David  Arquette), “o terror de uma geração é a comédia de outra”. Estranhamente (ou não?) a volta de Sidney a Woodsboro desencadeia uma  nova série de assassinatos e, claro, o retorno do terrível Ghostface.&lt;br /&gt;A boa notícia é que este &lt;b&gt;Pânico 4&lt;/b&gt; é, de longe, o melhor  de todos. O criativo roteiro de Kevin Williamson (o autor da franquia)  coloca num mesmo caldeirão incontáveis e hilariantes referências aos  mais variados filmes de terror – modernos ou não – propondo para o fã do  gênero um verdadeiro “quiz show” sobre o assunto. Só para dar uma  ideia, um dos policiais mortos no filme se chama Anthony Perkins, nome  do famoso ator que interpretou o assassino do clássico&lt;i&gt; Psicose&lt;/i&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/psicose/id/4582"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. É bom ficar de olhos e ouvidos abertos, pois há muito mais.&lt;br /&gt;Mais que isso, &lt;b&gt;Pânico 4&lt;/b&gt; questiona insistentemente os  cânones – ultrapassados ou não – que os filmes de horror construíram nos  últimos anos, transformando esta autoanálise em momentos de humor  espontâneo e inteligente, ao mesmo tempo em que sabe manter a dose de  suspense necessária ao gênero. Num show de metalinguagem, o filme é uma  equilibrada mistura de suspense e comédia que certamente não  decepcionará os fãs.&lt;br /&gt;Já quem não viu os filmes anteriores não deve se aventurar a ver este,  sem antes conferir os DVDs de seus antecessores, sob pena de boiar  durante quase o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pânico 4&lt;/b&gt; traz outra grande qualidade: diferente da  maioria dos demais produtos comerciais de seu gênero, ele se propõe,  sim, a uma discussão um pouco mais séria (dentro dos limites do bom  senso, é claro) sobre este atual e insuportável momento de culto às  celebridades vazias em que vivemos. Numa análise mais fria, pode-se até  dizer que o filme inteiro seja sobre isto.&lt;br /&gt;Sem estragar nenhuma surpresa, há uma memorável cena que remete ao clássico Crepúsculo dos Deuses&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/crepusculo-dos-deuses/id/965"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;,  em que os flashes da imprensa, sedenta por um bom escândalo, estouram  sobre a face enlouquecida da celebridade assassina. E é digna de nota a  fala “Em que tempo você vive? O importante não é ter amigos, mas sim ter  fãs”. Ou mesmo a reprimenda que Sidney recebe de uma das personagens  por ela ter escrito “apenas” um livro: “Ninguém lê nada”. A morte,  diferente da década passada, hoje só é sucesso se estiver na internet, a  voz do assassino pode ser reproduzida através de um simples aplicativo,  e matar, por si só, abre o caminho para o estrelato.&lt;br /&gt;Afinal, apenas como parênteses, as nossas revistas semanais não se  cansam de estampar em suas capas closes de assassinos e criminosos, como  se ídolos fossem.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Tudo isso sob a direção de Wes Craven – um mestre do assunto - faz de &lt;b&gt;Pânico 4&lt;/b&gt;  um dos melhores filmes de horror dos últimos anos, onde a violência  gráfica e explícita cede lugar para um divertido, criativo e eficiente  trabalho sobre os caminhos que a juventude, o cinema e a mídia estão  trilhando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2706359051893757238?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2706359051893757238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2706359051893757238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2706359051893757238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2706359051893757238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/04/panico-4.html' title='PÂNICO 4'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-gIXpS0ktZ-A/TbsX8hQrZuI/AAAAAAAAA4U/GsHMajY4vfo/s72-c/panico4_21.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2442986921084992835</id><published>2011-04-29T16:47:00.000-03:00</published><updated>2011-04-29T16:47:05.998-03:00</updated><title type='text'>THOR</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-MjduZx8I10g/TbsVdfgeXvI/AAAAAAAAA4Q/00yiLinGaa8/s1600/Poster-Thor-25Mar2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-MjduZx8I10g/TbsVdfgeXvI/AAAAAAAAA4Q/00yiLinGaa8/s320/Poster-Thor-25Mar2011.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, funciona! Thor não é o melhor nem o pior filme de super-herói já realizado, mas  funciona. O grande medo dos fãs era saber se os produtores conseguiriam  transpor para as telas de cinema, sem cair no ridículo, a fascinante  história do deus nórdico de cabelos loiros esvoaçantes e seu poderoso  martelo, que tanto sucesso faz desde 1962, ano em que surgiu, nos  quadrinhos, pelas mãos de seus criadores Stan Lee, Larry Lieber e Jack  Kirby.&lt;br /&gt;Bom, criadores do personagem no universo HQ, que fique bem claro, pois a  figura de Thor é milenária dentro da mitologia. Tanto que no idioma  inglês, que batiza cada dia da semana em homenagem a um deus ou a um  astro, a quinta-feira recebeu o nome de &lt;em&gt;Thursday&lt;/em&gt;, corruptela de &lt;em&gt;Thor´s Day&lt;/em&gt;, ou o dia de Thor.&lt;br /&gt;Mas vamos ao filme. &lt;strong&gt;Thor&lt;/strong&gt; começa mostrando a luta pelo  poder no reino planetário de Asgard, onde o soberano Odin (Anthony  Hopkins) prepara a sucessão entre seus dois filhos: Thor (o australiano  Chris Hemsworth) e Loki (o inglês Tom Hiddleston). Não confundir com&lt;em&gt; Lók&lt;/em&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/loki-arnaldo-baptista/id/15709"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, o belo documentário sobre Arnaldo Baptista. &lt;br /&gt;Thor é mais destrambelhado e impulsivo, enquanto Loki parece mais  equilibrado. Anthony Hopkins, que já foi pai do Zorro e pai do  Lobisomem, agora na pele de pai de Thor, dá a ele a preferência do  trono. Mas como um bom drama shakespeariano, uma briga de vida e morte  pelo poder real culminará com o banimento de Thor, que cai na Terra sem  os poderes do martelo.&lt;br /&gt;O filme se desenvolverá em dois planos: o de Asgard, permeado por uma direção de arte de gosto duvidoso, misto de &lt;em&gt;art-déco&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;National Kid&lt;/em&gt;;  e o da Terra, mais divertido, onde um Thor malhado e sem poderes  provoca suspiro nas meninas. Principalmente da jovem cientista Jane  (Natalie Portman, de&lt;em&gt; Cisne Negro&lt;/em&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/cisne-negro/id/17063"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;). &lt;br /&gt;Esta divisão da ação em dois universos distintos e complementares  mostra-se uma boa solução de roteiro. As cenas em Asgard caem como uma  luva na preferência dos fãs de grandes batalhas, momentos épicos, ação e  aventura mítica. Enquanto a Terra serve de cenário para pitadas de  romance e bom humor, fechando assim uma estratégia que claramente visa  agradar a todos os públicos e – claro – todos os bolsos. Afinal, não dá  para brincar muito quando se tem nas mãos um orçamento estimado em US$  150 milhões.&lt;br /&gt;Sobra ainda um verniz, como dissemos, shakesperiano, que fornece uma  espécie de aval para quem não quiser ver o filme com olhos única  exclusivamente de entretenimento. Talvez por isso tenham convidado  Keneth Brannagh, de longa experiência no quesito Shakespeare, para a  direção.&lt;br /&gt;Falta, certamente, o charme que um Robert Downey Jr. conferiu aos dois divertidos episódios de&lt;em&gt; H&lt;/em&gt;&lt;a href="http://cinema.cineclick.uol.com.br/filmes/ficha/nomefilme/homem-de-ferro-2/id/16061"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;omem de Ferro,  já que Chris Hemsworth não proporciona exatamente um show de carisma.  Mas mesmo assim tem bom ritmo e funciona. Não é o filme inesquecível de  HQ do ano, mas também não faz feio.&lt;br /&gt;Ah, como quase sempre, o 3D é bastante dispensável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2442986921084992835?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2442986921084992835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2442986921084992835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2442986921084992835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2442986921084992835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/04/thor.html' title='THOR'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-MjduZx8I10g/TbsVdfgeXvI/AAAAAAAAA4Q/00yiLinGaa8/s72-c/Poster-Thor-25Mar2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-6761315794060129827</id><published>2011-03-17T01:26:00.000-03:00</published><updated>2011-03-17T01:26:44.903-03:00</updated><title type='text'>Blood Sucking Freaks, o Show da Tortura!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-tG_6Bcpo418/TYGMjXlPS1I/AAAAAAAAA38/ytcxh76794Q/s1600/1.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-tG_6Bcpo418/TYGMjXlPS1I/AAAAAAAAA38/ytcxh76794Q/s320/1.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Querido leitor, querida leitora, hoje estaremos embarcando em um filme estranho e, sob certos pontos, maldito. Um filme que mostra horror extremo e perverso, um filme que expande os limites do grotesco, um filme que mostra uma violência sexual tão niilista e misógina que faz dele um exemplar único no cinema extremo. E, também, um dos filmes mais engraçados que você jamais vai ver.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Eu não estou brincando. &lt;strong&gt;Blood Sucking Freaks, &lt;/strong&gt;filme dirigido por &lt;strong&gt;Joel M. Reed &lt;/strong&gt;em 1976, é um filme tão bizarro, tão violento, tão bárbaro e tão ridiculamente sexista que acaba se tornando simplesmente hilário. Pode parecer estranho mas acredite: se assistir &lt;strong&gt;Blood Sucking Freaks &lt;/strong&gt;com o espírito certo, você vai se pegar rindo em cenas como aquela em que um anão arranca e come o olho de uma mulher enquanto ela grita de dor, ou aquela em que uma garota&amp;nbsp; tem os dois pés decepados com uma serra elétrica, ou ainda aquela em que uma outra pobre moça tem um canudo enfiado no cérebro e… bem, nós vamos chegar lá.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-9yT9XSu1ceg/TYGMl9TTF8I/AAAAAAAAA4I/KZ9Fj9-HGC8/s1600/9.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-9yT9XSu1ceg/TYGMl9TTF8I/AAAAAAAAA4I/KZ9Fj9-HGC8/s320/9.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Primeiro, vamos falar um pouco sobre a produção. &lt;strong&gt;Joel M. Reed &lt;/strong&gt;era um diretor de cinema exploitation que, impressionado por um show de balé sadomasoquista (!) e pelos filmes da série &lt;strong&gt;Ilsa, &lt;/strong&gt;de &lt;strong&gt;Don Edmonds, &lt;/strong&gt;escreveu o roteiro de um filme chamado, inicialmente, &lt;strong&gt;The Incredible Torture Show&lt;/strong&gt;. Reed não dirigiu &lt;strong&gt;The Incredible Torture Show &lt;/strong&gt;por amor ao projeto, mas para tentar levantar fundos para filmar outro roteiro, envolvendo um roqueiro assombrado por uma groupie morta (projeto que não foi pra frente). A infame produtora &lt;strong&gt;Troma &lt;/strong&gt;relançou o filme mais tarde com o título &lt;strong&gt;Blood Sucking Freaks. &lt;/strong&gt;Para tanto, fez uma nova edição para baixar a classificação X (dada a filmes de conteúdo pornográfico) para R (proibido para menores de 18 anos).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Depois de conseguir a classificação R sabe o que a &lt;strong&gt;Troma &lt;/strong&gt;fez? Simplesmente descartou aquela edição e lançou a versão original sem cortes nos cinemas e locadoras, mas mantendo a censura mais baixa para atingir a um público maior. Isso provocou uma tremenda confusão, culminando com protestos da organização &lt;strong&gt;Women Against Pornography &lt;/strong&gt;(apesar de o filme não conter nenhuma cena de sexo explícito) que fizeram com que &lt;strong&gt;Blood Sucking Freaks &lt;/strong&gt;fosse oficialmente banido do “&lt;em&gt;país da liberdade”&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-cawBqvNM-Qs/TYGMk_gHDtI/AAAAAAAAA4E/SAh3y0IRyfc/s1600/4.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-cawBqvNM-Qs/TYGMk_gHDtI/AAAAAAAAA4E/SAh3y0IRyfc/s320/4.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Blood Sucking Freaks conta a história de &lt;strong&gt;Sardu &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;Seamus O’Brien, &lt;/strong&gt;que morreria esfaqueado no ano seguinte durante uma tentativa de roubo ao seu apartamento), autodenominado “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mestre do Teatro do Macabro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;“.&lt;strong&gt; Sardu &lt;/strong&gt;conduz um show sadomasoquista, junto ao seu diminuto parceiro, &lt;strong&gt;Ralphus &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;Luis De Jesus, &lt;/strong&gt;que foi um dos &lt;em&gt;ewoks &lt;/em&gt;de &lt;strong&gt;O Retorno de Jedi&lt;/strong&gt;, e também atuou em diversos filmes pornô), onde mostra cenas de horror de mulheres sendo torturadas até a morte. Só que, enquanto a audiência acredita que tudo o que está sobre o palco são truques e simulação, a verdade é que as garotas estão sendo massacradas de verdade perante os seus olhos. &lt;strong&gt;Sardu&lt;/strong&gt; sequestra moças, a maioria aspirantes a atrizes procurando fama, e as mantém num calabouço sob seu comando hipnótico para que sejam usadas nas mais diversas torturas e perversões.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em uma das suas apresentações, três figuras importantes aparecem na plateia. O primeiro é o crítico de teatro &lt;strong&gt;Creasy Silo &lt;/strong&gt;(o ótimo &lt;strong&gt;Allan Dellay&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Amityville II&lt;/strong&gt;), que esnoba o show e se recusa a escrever uma crítica favorável, enfurecendo Sardu. Além dele, estão presentes o jogador de futebol &lt;strong&gt;Tom Maverick&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Niles McMaster&lt;/strong&gt;) e sua namorada, a bailarina &lt;strong&gt;Natasha D’Natalie &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;Viju Krem, &lt;/strong&gt;que morreira em 83, vítima de um tiro acidental durante uma caçada – está entendendo porque eu disse que o filme era maldito?). &lt;strong&gt;Sardu &lt;/strong&gt;fica obcecado pela dançarina, e decide incorporá-la no show, mesmo contra a sua vontade.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-Ilq5Rms1dZM/TYGMjyjjbjI/AAAAAAAAA4A/dtKyYOTBYB4/s1600/3.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-Ilq5Rms1dZM/TYGMjyjjbjI/AAAAAAAAA4A/dtKyYOTBYB4/s1600/3.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Ralphus &lt;/strong&gt;sequestra Silo e Natasha&lt;strong&gt;, &lt;/strong&gt;por ordem de seu mestre, que planeja usar os dois em uma apresentação. Porém Natasha se recusa a dançar para ele, mesmo sob tortura e acaba adoecendo, obrigando &lt;strong&gt;Sardu &lt;/strong&gt;a&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;chamar o seu médico de confiança. O doutor anônimo (&lt;strong&gt;Ernie Pysher, &lt;/strong&gt;de &lt;strong&gt;Os Olhos de Laura Mars&lt;/strong&gt;) cura Natasha, mas pede um pagamento, digamos, diferente. Na cena mais famosa do filme, ele ganha permissão para fazer o que quiser com uma das garotas mantidas prisioneiras no calabouço de &lt;strong&gt;Sardu&lt;/strong&gt;. O doutor, que é um psicopata com um complexo de Édipo mal resolvido, primeiro arranca todos os dentes da boca da moça, e depois abre um buraco na sua cabeça, enfia um canudo de vidro no seu crânio e suga o sangue como se fosse um &lt;em&gt;milk-shake. &lt;/em&gt;Foi esta a cena que muita gente não conseguiu suportar, e que deu origem ao título pelo qual o filme é mais conhecido.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas Maverick não se conforma com o desparecimento de sua amada Natasha, e contata a polícia para localizá-la. O caso acaba nas mãos do detetive &lt;strong&gt;John Tucci &lt;/strong&gt;(&lt;strong&gt;Dan Fauci&lt;/strong&gt;), o oficial mais corrupto da cidade, que vê no caso uma forma de lucrar, principalmente após descobrir que &lt;strong&gt;Sardu, &lt;/strong&gt;por trás do seu teatro, é um poderoso comerciante de escravas brancas, com centenas de dólares escondido no calabouço.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Você que leu até agora não deve ter visto, em nada do que foi descrito, nenhum motivo para riso. Mas acontece que, pela forma como a história é conduzida, é difícil manter a cara séria. Primeiro, porque descontando &lt;strong&gt;O’Brien, Fauci &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Dellay, &lt;/strong&gt;que compõem bons personagens, o resto do elenco é péssimo, em especial &lt;strong&gt;Viju Krem&lt;/strong&gt;, que não transmite em nenhum momento o pavor pelo qual o seu personagem passa, e &lt;strong&gt;McMaster&lt;/strong&gt;, como o galã tolinho. E o que dizer do anão &lt;strong&gt;De Jesus &lt;/strong&gt;no papel de Ralphus? Ele é responsável pelos momentos mais divertidos do filme, principalmente por conta da sua completa e absoluta canastrice, que faz o espectador gargalhar mesmo quando ele está serrando a mão de alguém fora ou cozinhando uma panela de olhos humanos.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-7GQLxqmGUkQ/TYGMmA1r_wI/AAAAAAAAA4M/BmDg0fsnc1U/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-7GQLxqmGUkQ/TYGMmA1r_wI/AAAAAAAAA4M/BmDg0fsnc1U/s320/untitled.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Os efeitos especiais são muito bons, ainda mais considerando o valor de produção, mas as cenas de tortura perdem impacto, seja pela completa falta de empatia com as vítimas (elas são figurantes aleatórias jogadas em cena apenas para morrer) seja pela falta de critério com que o sangue é jogado na tela, que aproximam o filme mais de um episódio live action de &lt;strong&gt;Happy Tree Friends &lt;/strong&gt;do que de obras-primas do choque&amp;nbsp; como &lt;strong&gt;Cannibal Holocaust&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O filme possui, entretanto, alguns aspectos bem interessantes. Por exemplo, a forma como &lt;strong&gt;Sardu &lt;/strong&gt;adestra as suas vítimas através de tortura, fazendo com que sejam completamente submissas ao som de um apito. Ou então a jaula cheia de mulheres enlouquecidas e com tendências canibais que ele mantém no porão, vigiando o seu dinheiro. Falando em dinheiro, o diretor merece aplausos por ter conseguido driblar bem o baixo orçamento, ambientando o filme quase exclusivamente em interiores mal iluminados, o que lhe dá um aspecto sufocante e claustrofóbico.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Além disso, vale dizer que &lt;strong&gt;Eli Roth &lt;/strong&gt;é um grande fã do filme (tendo inclusive feito parte da faixa de comentários do DVD). Realmente, dá para ver as influências do filme de &lt;strong&gt;Joel M. Reed &lt;/strong&gt;na obra de Roth, especialmente na série &lt;strong&gt;O Albergue&lt;/strong&gt;. Ah, e antes que eu me esqueça, o oscarizado &lt;strong&gt;Oliver Stone &lt;/strong&gt;também é um grande fã de &lt;strong&gt;Blood Sucking Freaks, &lt;/strong&gt;e fez um estágio durante a produção e filmagem desta pequena pérola do grotesco. Quem imaginaria que o diretor de &lt;strong&gt;Wall Street 2 &lt;/strong&gt;começou como aprendiz do mestre &lt;strong&gt;Sardu&lt;/strong&gt;? O mundo da voltas…&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-6761315794060129827?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/6761315794060129827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=6761315794060129827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6761315794060129827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6761315794060129827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/03/blood-sucking-freaks-o-show-da-tortura.html' title='Blood Sucking Freaks, o Show da Tortura!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-tG_6Bcpo418/TYGMjXlPS1I/AAAAAAAAA38/ytcxh76794Q/s72-c/1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2760489969017136580</id><published>2011-03-17T01:14:00.000-03:00</published><updated>2011-03-17T01:14:51.371-03:00</updated><title type='text'>Barbara Crampton: A musa de Stuart Gordon</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-lTELg8r0bTg/TYGKW8Ckf2I/AAAAAAAAA34/MkJ5B-pqvcI/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-lTELg8r0bTg/TYGKW8Ckf2I/AAAAAAAAA34/MkJ5B-pqvcI/s1600/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Bem conhecida pelos amantes do terror, &lt;strong&gt;Barbara Crampton&lt;/strong&gt; é considerada uma das principais &lt;strong&gt;Rainhas do Grito&lt;/strong&gt; dos anos 80. Ela conseguiu esse título graças a sua participação em &lt;strong&gt;Re-Animator&lt;/strong&gt;, em 1985, de &lt;strong&gt;Stuart Gordon&lt;/strong&gt;, e depois manteve a reputação em outras produções B, das produtoras &lt;strong&gt;Empire&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Full Moon&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Vamos recordar a carreira da bela loira e saber um pouco do seu passado, e tentar entender o seu afastamento do cinema que a consagrou há muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Nascida em 27 de dezembro de 1962, ela começou a se interessar por cinema logo cedo, inspirada em atrizes como &lt;strong&gt;Miriam Hopkins&lt;/strong&gt; (que apareceu em filmes como “&lt;strong&gt;O Médico e o Monstro”&lt;/strong&gt;, de 1932, e num episódio da antológica série “&lt;strong&gt;Além da Imaginação&lt;/strong&gt;“, nos anos sessenta) e &lt;strong&gt;Bette Davis&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ela também reconhece como inspiração o próprio pai, com quem ela viajou pelo país num &lt;strong&gt;Parque de Diversões&lt;/strong&gt;. Aos doze anos, Barbara já brincava de atuar na escola e sua persistência a fez conquistar o diploma de &lt;strong&gt;Artes Dramáticas&lt;/strong&gt; na &lt;strong&gt;Escola Castleton State&lt;/strong&gt;, em Vermont, e logo atuar como &lt;strong&gt;Cordélia&lt;/strong&gt;, na peça &lt;strong&gt;Rei Liar&lt;/strong&gt;, no &lt;strong&gt;American Theater of Actors&lt;/strong&gt;, em Nova Iorque.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-pP6KIlVfdqM/TYGKE95wenI/AAAAAAAAA3w/WS6LTSb6D94/s1600/untitled2.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-pP6KIlVfdqM/TYGKE95wenI/AAAAAAAAA3w/WS6LTSb6D94/s320/untitled2.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Aos 20 anos a loira já conquistava seu primeiro e modesto papel na série da televisão Lovers of the Capricorn, adaptação livre de uma produção de Alfred Hitchcock; para depois, aparecer em Days of our Lives e Santa Barbara, sem contar a participação no obscuro Thy Neighbour Coils.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Os papéis de destaque não demorariam muito a acontecer. Sua primeira aparição no cinema ocorreu no clássico de &lt;strong&gt;Brian De Palma&lt;/strong&gt;, “&lt;strong&gt;Dublê de Corpo&lt;/strong&gt;“, 1984. Foi uma pequena participação, mas numa cena de sexo a beleza da atriz foi o suficiente para encantar &lt;strong&gt;Stuart Gordon&lt;/strong&gt;. Depois de fazer mais um filme e aparecer em mais uma série de TV, Barbara assumiu o sexy papel que a destacou no clássico absoluto, &lt;strong&gt;Re-Animator&lt;/strong&gt;, adaptação de &lt;strong&gt;H.P.Lovecraft&lt;/strong&gt;. È claro que quando ela trabalhou no filme não imaginava que sua participação pudesse adquirir tamanho destaque, ainda mais sendo um filme B de horror, com um orçamento bem irrisório.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-0Ft0EuLBLpc/TYGKDzmU0GI/AAAAAAAAA3s/IiuFZtcq4w4/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-0Ft0EuLBLpc/TYGKDzmU0GI/AAAAAAAAA3s/IiuFZtcq4w4/s320/untitled.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda coletando os frutos de seu sucesso no filme, a atriz participou de mais uma produção, “&lt;strong&gt;Kidnapped&lt;/strong&gt;” (1986), ao lado do astro de “&lt;strong&gt;Um Lobisomem Americano em Londres&lt;/strong&gt;“, &lt;strong&gt;David Naughton&lt;/strong&gt;. Nesse mesmo ano de sorte ela posou para a PlayBoy e esteve em mais três trabalhos “&lt;strong&gt;Prince of Bel Air&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;Chopping Mall&lt;/strong&gt;” (este, com produção de &lt;strong&gt;Julie Corman&lt;/strong&gt;, esposa de Roger) e &lt;strong&gt;Do Além&lt;/strong&gt;, em mais uma parceria com &lt;strong&gt;Stuart Gordon&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Brian Yuzna&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;Baseado em mais um conto de &lt;strong&gt;H.P.Lovecraft&lt;/strong&gt;, e sempre com &lt;strong&gt;Jeffrey Combs&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Do Além&lt;/strong&gt; deu a &lt;strong&gt;Barbara&lt;/strong&gt; a oportunidade de ser mais do que apenas uma vítima, transformando-a numa mulher-fatal, sadomasoquista, reforçando ainda mais o seu título de &lt;strong&gt;Rainha do Grito&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No entanto, depois de &lt;strong&gt;Do Além&lt;/strong&gt;, a atriz mudou totalmente a direção de sua carreira voltando a trabalhar em televisão e sem assumir grandes papéis no cinema. Somente em 1989, os fãs puderam contemplá-la novamente num filme de terror, apesar do papel ser secundário. Trata-se do filme que originou uma imensa franquia: &lt;strong&gt;Bonecos da Morte&lt;/strong&gt;. Provavelmente, em homenagem ao pai, ela aceitou fazer uma ponta como uma mulher num Parque de Diversões.&lt;/div&gt;Nos quatro anos seguintes, trabalhando com &lt;strong&gt;Charles Band&lt;/strong&gt;, ela teve uma participação em “&lt;strong&gt;O Tira do Futuro&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;Robot Wars&lt;/strong&gt;” e “&lt;strong&gt;Civil Wars&lt;/strong&gt;“. Em 1995, ela fez mais uma parceria com &lt;strong&gt;Stuart Gordon&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Jeffrey Combs&lt;/strong&gt;, atuando em &lt;strong&gt;Castelo Maldito&lt;/strong&gt;. O filme não conseguiu o resultado esperado, desapontando a produtora &lt;strong&gt;Full Moon,&lt;/strong&gt; que apostava no time que brilhou em &lt;strong&gt;Re-Animator&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;No ano seguinte, lá estava a atriz em mais um filme de Stuart Gordon: “Space Truckers“. Sua participação não teve muito brilho e sua carreira não se ergueu mais. Barbara então passou a se dedicar mais a televisão, sem deixar de lado os convites para o cinema. Esteve num mundo pós-apocalíptico em 2000, no filme “Cold Harvest” e foi uma policial linha dura em “Poison” (2001). Conforme as imagens, dá para perceber que ela não perdeu a boa forma!&lt;/div&gt;Seu último papel no gênero terror foi uma participação no filme, “The Sisterhood” (2004), dirigido por David DeCoteau, direto para o vídeo, sobre um vampiro que corrompe uma fraternidade.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-2v0PF2nnKbE/TYGKWbrbr3I/AAAAAAAAA30/Nm1AjQmZ6oo/s1600/8.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-2v0PF2nnKbE/TYGKWbrbr3I/AAAAAAAAA30/Nm1AjQmZ6oo/s320/8.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Barbara Crampton curte esquiar, passeios a cavalo e Yoga. Ela também gosta de correr, malhar com pesos e colecionar objetos antigos. Há alguns anos, ela começou a escrever sua própria biografia, falando sobre sua vida no cinema e nos negócios com o pai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ela tem dois filhos e mora em Sâo Francisco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Filmografia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;2008 – Never Enough: Sex, Money and Parking Garages (Dave Sawle)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2006 – Read You Like a Book (Robert N. Zagone)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2004 – The Sisterhood (David DeCoteau)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2001 – Poison (Jim Wynorski)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;1996 – Space Truckers (Stuart Gordon)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1995 – Castelo Maldito/Herança Maldita (Stuart Gordon)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1993 – Robot Wars (Albert Band)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1991 – O Tira do Futuro (Charles Band)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1989 – Bonecos da Morte (David Schmoeller)&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1986 – Do Além (Stuart Gordon)&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;1986 – Chopping Mall (Jim Wynorski)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1985 - Re-Animator (Stuart Gordon)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;1984 – Dublê de Corpo (Brian De Palma)&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2760489969017136580?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2760489969017136580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2760489969017136580' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2760489969017136580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2760489969017136580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/03/barbara-crampton-musa-de-stuart-gordon.html' title='Barbara Crampton: A musa de Stuart Gordon'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-lTELg8r0bTg/TYGKW8Ckf2I/AAAAAAAAA34/MkJ5B-pqvcI/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-1415684038274402152</id><published>2011-03-17T00:58:00.000-03:00</published><updated>2011-03-17T00:58:56.728-03:00</updated><title type='text'>Doce Vingança: Jennifer 2.0 e muito sangue</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-Bhl4XhFIIrs/TYGGnLyPwQI/AAAAAAAAA3g/6G-vZ82zmww/s1600/12101.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-Bhl4XhFIIrs/TYGGnLyPwQI/AAAAAAAAA3g/6G-vZ82zmww/s320/12101.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Após 33 anos de sucessos e represálias, a doce Jennifer, estuprada, espacanda e vinganda está de volta em uma versão 2.0, utilizando de todos os recursos disponíveis em pleno século 21 e deixando de lado o realismo e a crueza do sexploration dos anos 70.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Vingança de Jennifer (I Spit On Your Grave, 1978) ganhou muitos fãs ao longo dos anos, seja pela atmosfera realística e suja ou tão somente pelos atos de selvageria e violência, tanto no estupro quanto na vingança. Por outro lado o o filme de Meir Zarchi causou polêmicas e despertou a ira de expectadores e do famoso crítico Roger Ebert, que considerou este o “pior filme já feito”. Apesar das contradições, é inegável que A Vingança de Jennifer deixa um gosto amargo na boca e uma sensação ruim no corpo, tanto em 78 quanto em 2011. Pode-se gostar ou não gostar, mas é impossível ficar indiferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com os boatos de um possível remake as pessoas ficaram divididas, uns já acreditavam em um fracasso, outros não queriam nem saber da refilmagem e alguns como eu, acharam que talvez mantendo a mesma história e pontos centrais e melhorando algumas coisas que poderiam ser mais trabalhadas, como a morte de Stanley e Andy no final, quem sabe daria um belo filme. Não é bem isso que acontece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O argumento é o mesmo: &lt;strong&gt;Jennifer Hills (Sarah Butler)&lt;/strong&gt; é uma escritora da cidade grande que aluga uma casa na floresta para escrever seu livro. O ambiente calmo e isolado teria o intuito de garantir inspiração para a moça, mas acaba por ser uma terrível idéia. Logo que chega a pequena cidade, Jennifer para em um posto de gasolina onde conhece três de seus algozes, &lt;strong&gt;Stanley (Daniel Franzese)&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Andy (Rodney Eastman)&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Johnny (Jeff Branson)&lt;/strong&gt;, este último é “humilhado” por ela, em uma cena estúpida no posto e logo desenvolve uma rixa com a menina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O TEXTO POSSUI DEZENAS DE PEQUENOS E GRANDES SPOILERS – NÃO LEIA SE NÃO VIU O FILME.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais tarde em sua cabana, convenientemente Jennifer derruba seu celular no vaso sanitário e pede para que Matthew (Chad Lindberg) venha ajudar. O moço “retardado” ajuda a garota, ganha umas gorjetas e muitos sorrisos da educada e simpática Jennifer. Acontece que ele é amigo dos três babacas que falei anteriormente e em uma pescaria decidem que ela é uma “puta” que está dando em cima deles, e que foi para a cabana procurando por sexo. Em meio a discussão, resolvem que Matthew perderá a virgindade com ela, armam o plano ali mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como podem ver é tudo bem explicadinho, eles são caras mau caráter, que como foi sugerido deviam aprontar muitas dessas o tempo todo por lá, apontar Jennifer como provocadora foi apenas uma das diversas desculpas, e está na cara que o maior motivo foi a raivinha de Johnny pela situação do posto de gasolina. Tudo isso já tira parte do “brilho” do filme original.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A turma de Johnny começa provocando Jennifer psicológicamente, com barulhos e até um pássaro morto em sua porta. Quando entram na casa (mudam o desktop da menina com cenas dela mesma em segundos!!!!!!!) logo começa uma situação extremamente desagradável. Aqui a humilhação é absurda, muita pancadaria, xingamentos e cenas constrangedoras (como sexo oral na garrafa), um sentimento de ipotência começa a surgir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-9lkKUOiC6rE/TYGGnmw7efI/AAAAAAAAA3k/W2G7HVpPxP4/s1600/doce-vinganca-02.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="240" r6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-9lkKUOiC6rE/TYGGnmw7efI/AAAAAAAAA3k/W2G7HVpPxP4/s320/doce-vinganca-02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A tecnologia invade o longa, como não poderia deixar de ser. O celular logo é perdido em um mergulho na privada, o computador esta lá, talvez sem conexão (??), e Stanley segue munido de uma câmera de vídeo gravando tudo como um pervertido. Após o primeiro estupro na casa e a saída dos violentadores, Jennifer tem a brilhante idéia de ir andar na floresta peladona. Bela idéia que logo culmina em mais estupros, violência e humilhação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar do claro avanço hollywoodiano de mostrar a mocinha violentada completamente nua na tela essa primeira parte é meio forçada. Além das burrices cometidas pela protagonista e com a clara obsessão de Johnny por éguas (o tempo todo pedindo para a menina mostrar os dentes) logo enche o saco e não causa espanto e nem desperta a compaixão por Jennifer e o asco pelos estupradores como no orginal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aqui temos mais uma reviravolta, ela encontra com o xerife da cidade e pede ajuda. O policial a leva para casa e pede que mostrar as evidências, mas tudo que ele vê são garrafas de vinho e maconha, sendo esse o menor problema dela. Jennifer logo fica ciente de que o xerife é amigo dos caras e para sua sorte também quer participar da brincadeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois de todo esse primeiro e longo ato de violência, nem um décimo explicita como no filme de 78, vemos os rapazes seguindo Jennifer pela floresta a fim de matá-la e por fim nessa história. Acontece que num ato de heroína, a garota pula de uma ponte direto no rio cheio de pedras logo abaixo, antes de levar um tiro. É uma cena absurda! Ainda tentam procurar a escritora por toda a extensão do rio, sem sucesso logo imaginam que ela está morta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como podem ver o argumento é o mesmo, mas a essência é completamente diferente. Tem detalhes demais, as pessoas falam demais, tada a tecnologia que mostram é logo descartada como ajuda. O policial que devia dar suporte para a garota tambem faz parte da turma do mal. A vingança ali realmente era a única saída, até porque todas as coisas dela são queimadas e os homens patrulham a floresta por dois meses seguidos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na boa né? Sobreviver 2 meses em uma floresta, sem roupas, sem comida, ferida e sem dignidade é surreal. Em algum ponto do começo do filme vemos uma cabana de ferramentas, sugestão de que ela pode ter vivido ali por esse tempo, mas quem engole o fato dos caras conhecerem aquele lugar como a palma da mão e não acharem a menina?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bom, quem sou eu para bucar tanta explicação em um filme desse certo? A parte mais esperada passa a ser a vingança, e ela vem a galope. Sem a sedução e a beleza do original, vemos cenas brutais onde Jennifer paga a violência na mesma moeda. Queria ver meus dentes? Vai ficar sem os seus! Queria me estuprar pelo ânus? Então segura essa espingarda! E por ai vai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Posso dizer que duas dessas vinganças foram animadoras, um pouco surreal se imaginar toda a força e trabalho de montar tais coisas, mas ainda assim, apetitosas. Outras poderiam muito bem ter sido mantidas ou um pouco melhoradas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;FIM DOS SPOILERS, pode continuar lendo daqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diretor Steven R. Monroe aproveitou todos os recursos de um orçamento de um milhão e meio de dólares para criar cenas bizarras de mortes. O elenco não tem carisma, porém são todos bonitões. Até o retardado é boa pinta, bem diferente dos nojentos do original.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diretor &lt;strong&gt;Meir Zarchi&lt;/strong&gt; disse em entrevistas que ficou muito satisfeito com o resultado do remake e com a violência empregada nas vinganças. Ele apenas diz que o que muda é a essência do argumento. Mas ai eu te pergunto. Não foi exatamente a essência que fez &lt;strong&gt;A Vingança de Jennifer&lt;/strong&gt; um filme tão amado e odiado? Sem a mesma característica no argumento &lt;strong&gt;Doce Vingança&lt;/strong&gt; é simplesmente um outro filme, ou melhor, um filme qualquer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-U1kOyZbUNFQ/TYGGoEfa36I/AAAAAAAAA3o/__SrjpmgQl4/s1600/filme-doce-vinganca-2011-10.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="240" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-U1kOyZbUNFQ/TYGGoEfa36I/AAAAAAAAA3o/__SrjpmgQl4/s320/filme-doce-vinganca-2011-10.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Meir Zarchi&lt;/strong&gt; disse também que vendeu os direitos do filme porque acredita que a repercussão dará força a uma possível continuação do filme de &lt;strong&gt;1978&lt;/strong&gt;. O diretor e roteirista participou de todos os processos de criação e adaptação de &lt;strong&gt;Doce Vingança&lt;/strong&gt; e saiu feliz com o resultado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Doce Vingança&lt;/strong&gt; está longe de ser um filme ruim, muitos acreditam ser melhor que a versão de &lt;strong&gt;1978,&lt;/strong&gt; a maioria dos fãs do original discordam. É simplesmente um filme comum, com uma boa dose de sangue e violência, que poderia facilmente ter outro nome e ser esquecido. Como era de se imaginar foi direto para &lt;strong&gt;DVD&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-1415684038274402152?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/1415684038274402152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=1415684038274402152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1415684038274402152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1415684038274402152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2011/03/doce-vinganca-jennifer-20-e-muito.html' title='Doce Vingança: Jennifer 2.0 e muito sangue'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-Bhl4XhFIIrs/TYGGnLyPwQI/AAAAAAAAA3g/6G-vZ82zmww/s72-c/12101.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4168108303544247696</id><published>2010-12-18T01:52:00.000-02:00</published><updated>2010-12-18T01:52:26.541-02:00</updated><title type='text'>O Filho de Frankenstein : Um belo filme de terror!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu86kpHxI/AAAAAAAAA3A/mIAS08IBWck/s1600/after_life-2009-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu86kpHxI/AAAAAAAAA3A/mIAS08IBWck/s320/after_life-2009-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desde 1936, quando foi lançado o razoável filme “&lt;strong&gt;A Filha de Drácula&lt;/strong&gt;“, a &lt;strong&gt;Universal Pictures&lt;/strong&gt; não lançou mais nenhum filme com seus potenciais monstros. Porém, em 1938, foram re-lançados nos cinemas filmes como “&lt;strong&gt;Drácula&lt;/strong&gt;” e “&lt;strong&gt;Frankenstein&lt;/strong&gt;“, ambos de 1931, e novamente obtendo bastante apelo por parte do público. Isso animou os chefões da &lt;strong&gt;Universal&lt;/strong&gt;, os quais resolveram produzir um novo filme de terror protagonizado pelo seu principal monstro da época: daí, em 1939, surgia “&lt;strong&gt;O Filho de Frankenstein&lt;/strong&gt;“, trazendo novamente &lt;strong&gt;Boris Karloff&lt;/strong&gt; naquela que seria sua última atuação como a incompreendida criatura e um grande elenco de suporte, incluindo astros como &lt;strong&gt;Basil Rathbone&lt;/strong&gt; (que atuou em outros filmes de terror, sendo um deles o raro “&lt;strong&gt;A Torre de Londres&lt;/strong&gt;”, também de 1939 e novamente com &lt;strong&gt;Boris Karloff&lt;/strong&gt; e o diretor &lt;strong&gt;Rowland V. Lee&lt;/strong&gt;) e &lt;strong&gt;Bela Lugosi&lt;/strong&gt; (o maior &lt;strong&gt;Drácula&lt;/strong&gt; de todos os tempos e um dos mais populares atores de filmes de horror).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu7CnPysI/AAAAAAAAA24/j7yCJSPqFX0/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu7CnPysI/AAAAAAAAA24/j7yCJSPqFX0/s1600/untitled.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Atenção! Os próximos dois parágrafos farão um resumo completo do filme!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O filme começa mostrando o filho do Barão Henry Frankenstein, Wolf (Basil Rathbone), chegando após a morte do pai para assumir a propriedade. Ele vem acompanhado de sua mulher Elsa (Josephine Hutchinson) e seu pequeno filho Peter (Donnie Dunagan). Ao chegar ao local, é tratado de forma fria pela população, que associa o nome Frankenstein a assassinatos e ao terrível monstro criado a partir de corpos de defuntos que aterrorizou as pessoas no passado. Logo que chega à mansão, conhece o inspetor de polícia Krogh (Lionel Atwill), que foi para recebê-lo e lhe oferecer cobertura em caso de alguma revolta dos insatisfeitos aldeões. Wolf tentava convencer o inspetor de que seu pai não fora o demônio que todos afirmaram e que as histórias macabras contadas sobre a criatura talvez fossem pura demasia, mas nessa conversa ele descobre que o monstro havia arrancado o braço direito do inspetor na infância, sendo substituído por um postiço, o que o deixa sem argumentos para uma possível defesa. Na manhã seguinte, ele decide ir aos escombros do laboratório de seu pai (explodido no final do filme anterior, “A Noiva de Frankenstein”) e lá encontra o velho ferreiro Ygor (Bela Lugosi), que após ter sobrevivido a um enforcamento (devido a ajudar Henry Frankenstein a roubar corpos de túmulos, embora não apareça no primeiro filme), ficou com uma grande deformação no pescoço, e como estava legalmente morto, a polícia não pode mais puní-lo. Ygor pede para o barão acompanhar-lhe e quando adentram aos escombros do laboratório Wolf acaba por descobrir intacta, porém doente, a horrenda criatura (Boris Karloff). Ygor pede para Wolf reanimá-la, e este aceita, pois assim poderia transformar a criatura em uma boa pessoa e consequentemente limparia o nome de seu pai. Entretanto, com o prosseguimento dos experimentos, Wolf vai vendo que a criatura é realmente um violento monstro sobrenatural, e passa assim a ficar cada vez mais reticente em dar-lhe força novamente. Mesmo assim, ele prossegue e injeta descomunal energia na carcaça desacordada a sua frente, mas a criatura não acorda, e ele se convence de que o coma dela nunca terminará, e encerra suas experiências. Mas no dia seguinte, ele descobre por intermédio de seu próprio filho que a criatura está viva, e quando vai até ela descobre que a mesma não está mentalmente sã e que está sob total influência de Ygor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu73_AWfI/AAAAAAAAA28/GMCydVjh3fk/s1600/untitled+2.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu73_AWfI/AAAAAAAAA28/GMCydVjh3fk/s1600/untitled+2.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando começam a ocorrer assassinatos nas redondezas do local (Ygor fazia com o que a criatura perpetrasse sua vingança pessoal contra todos os que deram a sentença de enforcamento e ele), as suspeitas quanto a Frankenstein começam a crescer até um ponto insuportável, em que o Inspetor Krogh, que já desconfiava de que algo estivesse errado, descobre uma prova de que alguém ligado a Frankenstein assassinou Benson (Edgar Norton), o mordomo do castelo que estava ajudando Wolf nas experiências e que repentinamente desapareceu (foi morto pelo monstro a mando de Ygor, pois esse temia que Benson iria contar ao inspetor sobre as experiências). Com a permissão de Krogh, que o mantinha preso no castelo, já que uma multidão de aldeões tentava entrar a força na propriedade, Wolf vai ao encalço de Ygor no laboratório. Quando ele chega ao lugar, é surpreendido por Ygor, o qual tenta matá-lo, mas Frankenstein foi mais rápido e desferiu-lhe uma porção de tiros, matando-o (pelo menos é nisso que o roteiro quer que acreditemos, mas como se sabe, inventaram uma desculpa, e Ygor voltou no filme seguinte). Wolf retorna ao castelo e conta o que fez a Krogh, que lhe diz que Benson está morto, e que sabe muito bem que não foi o barão, nem Ygor, mas sim o monstro que o matou. Wolf inutilmente caçoa da insinuação de Krogh até que chega a notícia de que Peter foi levado pelo monstro. Aí apenas o Inspetor Krogh e Wolf poderão dar um fim a criatura e salvar o pequeno Peter, no que culminará em um desfecho espetacular com a destruição do monstro após ser jogado no poço de enxofre que ficava nas ruínas do laboratório, afundando a uma temperatura de mais de 400°C. Após os incidentes, Wolf von Frankenstein e sua família deixam o castelo para os aldeões, e saem do vilarejo de Frankenstein para nunca mais voltar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nota-se pelo resumo do filme que o excelente roteiro de Willis Cooper apresenta novos e ricos personagens e um desenvolvimento de história interessante e muito eficaz. Nenhum personagem, a exceção do monstro, retorna dos filmes anteriores, e mesmo assim a história contada é coerente e irá satisfazer quem espera uma continuidade digna dos dois primeiros filmes, “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein” (1935).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu9qUSuaI/AAAAAAAAA3E/14sUeHmjta4/s1600/after_life-2010-movie.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu9qUSuaI/AAAAAAAAA3E/14sUeHmjta4/s320/after_life-2010-movie.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“O Filho de Frankenstein” havia sido programado originalmente para ser filmado colorido, mas a maquiagem de Boris Karloff (que apresentava um estranho tom de verde) fez com que voltasem atrás e fizessem o filme P&amp;amp;B. Foi a postura mais acertada que tomaram, pois esse é o filme visualmente mais bonito de toda a era de ouro do terror Universal, esbanjando classe na fotografia que remete ao expressionismo alemão da década de 20, com muitas sombras e desenhos de cenários incomuns, os quais não teriam nem de longe a mesma beleza em um filme colorido. As cenas que se passam nas ruínas do laboratório original também são simplesmente magníficas, fazendo de “O Filho de Frankenstein” um filme diferenciado dos outros da série de Frankenstein da Universal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwvAMkca5I/AAAAAAAAA3M/Xurtwtoy0gs/s1600/o-filho-de-frankenstein-1939-6.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwvAMkca5I/AAAAAAAAA3M/Xurtwtoy0gs/s320/o-filho-de-frankenstein-1939-6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como James Whale, que havia dirigido primorosamente os clássicos “Frankenstein” e “A Noiva de Frankenstein”, não havia se adaptado ao estilo rígido dos novos chefes da Universal (já que os Laemmles perderam o controle em 1936), ele estava afastado do estúdio, e Rowland V. Lee, desconhecido diretor, produziu e dirigiu o filme, conduzindo com tranquilidade os desdobramentos da trama (o filme tem 99 min. e é o mais longo de todos da era de ouro do terror Universal), e surpreendendo quem esperava uma queda de padrão em relação aos filmes anteriores. A bela trilha sonora de Frank Skinner está entre as melhores dos filmes de horror da Universal; a produção, do próprio Lee, talvez tenha sido a última grande do estúdio no cinema de terror daquela época, já que quase todos os filmes seguintes seriam feitos de forma mais apressada e com menores investimentos, apresentando um rodízio incrível dos mesmos atores nos papéis principais (Lionel Atwill depois desse, participou de todos os filmes seguintes de Frankenstein, porém sempre em papéis diferentes); Jack Pierce novamente é o responsável pela caracterização do monstro e faz um trabalho sensacional, que na minha opinião é a melhor maquiagem do monstro depois da insuperável caracterização produzida para o filme de 1931.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse filme também marcou a última aparição de Boris Karloff como o famoso monstro, que agora apresentava figurino diferente, usando um vasto casaco de peles ao invés do clássico traje negro que usou em todos os outros filmes da Universal, o que faz do monstro de “O Filho de Frankenstein” uma aparição única e marcante nos anais de Frankenstein. Karloff decidiu encerrar seu ciclo interpretativo como a criatura nessa película, pois ele viu que todas as possibilidades de desenvolver o personagem haviam se acabado e que o próprio estava se tornando um acessório, sem o vulto e a dramaticidade dos 2 primeiros filmes. A sua análise foi perfeita, já que no seguinte “O Fantasma de Frankenstein” (1942), onde a interpretação ficou a cargo de Lon Chaney Jr., o monstro se resume quase que a um assassino bruto e estúpido, com pouquíssima emoção ou sentimento, o que iria se agravar ainda mais nos crossovers, onde seria sempre relegado a coadjuvante, um simples acessório, tal qual Karloff havia previsto. Depois de “O Filho de Frankenstein”, ele nunca mais reprisou seu papel como o monstro, e nenhum outro ator jamais conseguiu imprimir a emoção e o sofrimento que Karloff descomunalmente imprimiu à criatura nos 3 filmes em que a interpretou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu_NqenrI/AAAAAAAAA3I/Wssutc1bGUk/s1600/lake-mungo-2008-5.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu_NqenrI/AAAAAAAAA3I/Wssutc1bGUk/s1600/lake-mungo-2008-5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por algum motivo que eu realmente não entendo, esse filme não foi o sucesso esperado de bilheteria e crítica na época, sendo raramente citado posteriormente e nunca sendo ligado ao estrondoso sucesso e popularidade dos 2 primeiros filmes de Frankenstein. Isso não deixa de ser uma injustiça, pois “O Filho de Frankenstein” é um filme que, da direção ao figurino, merece todos os elogios e, na minha visão, não foi superado por nenhum outro filme de monstros feito posteriormente na década de 40, sendo até hoje um belo filme de terror, o qual merece ser revisto sempre e reverenciado pelos fãs do terror clássico da Universal, e principalmente, de Frankenstein!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O filme foi lançado em DVD no Brasil pela Universal, em edição conjunta com “O Fantasma de Frankenstein” (1942), e pela finada Works Editora, no selo Dark Side, novamente em edição conjunta com “O Fantasma de Frankenstein”, ambos custando em média R$ 20,00.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwvBVQGqJI/AAAAAAAAA3Q/8og186aZ2c8/s1600/o-filho-de-frankenstein-1939-7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwvBVQGqJI/AAAAAAAAA3Q/8og186aZ2c8/s1600/o-filho-de-frankenstein-1939-7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os outros filmes produzidos pela Universal nas décadas de 30 e 40 abordando o Monstro de Frankenstein foram “Frankenstein” (1931, com Boris Karloff como a criatura), “A Noiva de Frankenstein” (1935, com Boris Karloff), “O Fantasma de Frankenstein” (1942, com Lon Chaney Jr.), “Frankenstein Encontra o Lobisomem” (1943, com Bela Lugosi), “A Casa de Frankenstein” (1944, com Glenn Strange) e “A Casa de Drácula” (1945, com Glenn Strange). Em 1948 foi produzida a comédia “Abbott e Costello Encontram Frankenstein”, que contava novamente com Glenn Strange no papel da criatura, mas foi um filme avulso, sem qualquer ligação com a série de filmes de horror iniciada em 1931 e finalizada em 1945.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Curiosidades:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;* O emocionado grito do monstro na cena da “&lt;strong&gt;morte&lt;/strong&gt;” de Ygor foi depois reaproveitado em “&lt;strong&gt;A Casa de Frankenstein&lt;/strong&gt;” (1944), quando o personagem interpretado por &lt;strong&gt;J. Carrol Naish&lt;/strong&gt; é jogado pelo próprio monstro de &lt;strong&gt;Frankenstein&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Glenn Strange&lt;/strong&gt;) de um telhado. No áudio original, o grito que ouvimos não é de Naish, e sim de &lt;strong&gt;Boris Karloff&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* Durante a produção de “&lt;strong&gt;O Filho de Frankenstein&lt;/strong&gt;”, houve bastante comemoração devido ao 51º aniversário de &lt;strong&gt;Boris Karloff&lt;/strong&gt;, o qual recebeu como presente o nascimento de sua única filha, Sara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* Existe um vídeo raro feito durante as filmagens de “O Filho de Frankenstein” pela esposa de Karloff onde podemos ver o monstro à cores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* A trilha sonora de “O Filho de Frankenstein” foi reutilizada em outros diversos filmes, como “A Torre de Londres” (1939), “A Casa de Drácula” (1945), entre outros. Isso era comum naquela época, pois produzir uma nova trilha geraria despesas, então eles reaproveitavam trilhas de outros filmes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwvDBns9ZI/AAAAAAAAA3U/4vwlwLLiwGY/s1600/o-filho-de-frankenstein-1939-8.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwvDBns9ZI/AAAAAAAAA3U/4vwlwLLiwGY/s1600/o-filho-de-frankenstein-1939-8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* O interpretação de Bela Lugosi como Ygor foi tão elogiada e marcante que para o filme seguinte, “O Fantasma de Frankenstein”, o roteirista deu um jeito para o personagem dele voltar, mesmo tendo levado uma porção de tiros do Dr. Frankenstein e aparentemente morrido no final de “O Filho de Frankenstein”. E olha que Ygor nem fazia parte do esboço inicial de roteiro para esse filme…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;* Consta nos memorandos da Universal que a escolha inicial para interpretar Wolf von Frankenstein foi Claude Rains (“O Homem Invisível”, de 1933 e “O Fantasma de Ópera”, de 1943). Ele não quis o papel por ser um filme de horror (curioso). Posteriormente a Universal acertou com Peter Lorre, mas ele teve de deixar a produção por problemas de saúde, e por último com Basil Rathbone (famoso por interpretar o detetive Sherlock Holmes), que acabou ficando com o papel.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4168108303544247696?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4168108303544247696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4168108303544247696' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4168108303544247696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4168108303544247696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/o-filho-de-frankenstein-um-belo-filme.html' title='O Filho de Frankenstein : Um belo filme de terror!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwu86kpHxI/AAAAAAAAA3A/mIAS08IBWck/s72-c/after_life-2009-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2685652530301625627</id><published>2010-12-18T01:27:00.000-02:00</published><updated>2010-12-18T01:27:17.791-02:00</updated><title type='text'>Lake Mungo: Convincente até demais!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwphUftFcI/AAAAAAAAA2o/-6WL2Q0uJ5I/s1600/lake-mungo-2008-5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwphUftFcI/AAAAAAAAA2o/-6WL2Q0uJ5I/s320/lake-mungo-2008-5.jpg" width="227" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com essa febre de filmes sobre falsos documentários, &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; poderia facilmente ser apenas mais um nesse mar de câmeras amadoras, mas felizmente, não é bem assim. O formato de &lt;strong&gt;Mockumentário&lt;/strong&gt; está desgastado, mas este filme em particular consegue um grande feito que é o de convencer praticamente até o último minuto que tudo aquilo realmente&amp;nbsp;é de verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estreando em&lt;strong&gt; 2008 &lt;/strong&gt;junto a outros &lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt; filmes no festival &lt;strong&gt;HorrorFest 10: 8 Films To Die For,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; foi filmado na&lt;strong&gt; Austrália &lt;/strong&gt;com um orçamento de mais ou menos &lt;strong&gt;um milhão e meio de dólares australianos.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O estreante diretor &lt;strong&gt;Joel Anderson&lt;/strong&gt;, que também escreveu o roteiro, se entrega e diz a que veio com este thriller perturbador. Não que seja um filme de terror loucamente assustador, mas definitivamente consegue cumprir o que propõe proporcionando uma experiência intrigante e satisfatória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwpiISZxyI/AAAAAAAAA2s/L9QgISWUFUo/s1600/lake-mungo-2008-12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="238" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwpiISZxyI/AAAAAAAAA2s/L9QgISWUFUo/s320/lake-mungo-2008-12.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; conta a história da &lt;strong&gt;família Palmer&lt;/strong&gt;, que perdeu a filha &lt;strong&gt;Alice (Talia Zucker)&lt;/strong&gt; em um acidente no lago,&amp;nbsp;quando a garota de&lt;strong&gt; 16 anos&lt;/strong&gt; morreu afogada. Ninguém entende muito bem o que aconteceu na verdade, mas reconhecem o corpo e &lt;strong&gt;Alice&lt;/strong&gt; é enterrada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O problema na verdade é que tempos depois do enterro estranhas manifestações sobrenaturais começam a acontecer. A família passa a ver Alice em fotos e vídeos, assim como a cidade insiste em dizer que já viu o espírito da menina vagar pelas redondezas do lago. Jane (Rosie Traynor) e Russel Palmer (David Pledger) logo procuram a ajuda de um Paranormal para ajudar a entender o que está acontecendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se eu me empolguei com &lt;strong&gt;REC &lt;/strong&gt;e seu realismo mesmo tendo zumbis como vilões, me decepcionei muito com &lt;strong&gt;Atividade Paranormal&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;O Último Exorcismo&lt;/strong&gt; com seus vilões invisíveis, até entendo quem gostou destes, mas pra mim&amp;nbsp;esses falsos documentários não funcionaram nem por um segundo. Já em &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; o negócio foi diferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwpjTK1LkI/AAAAAAAAA2w/dVE4TyoBqTs/s1600/lake-mungo-2008-7.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwpjTK1LkI/AAAAAAAAA2w/dVE4TyoBqTs/s320/lake-mungo-2008-7.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como eu dificilmente leio qualquer coisa antes de ver um filme, tive uma grande surpresa quando assisti &lt;strong&gt;Lake Mungo.&lt;/strong&gt; A experiência poderia ter sido menos constrangedora, se eu pelo menos tivesse lido a sinopse. Em um primeiro momento fiquei chocada ao achar que era tudo verdade. É caro leitor, fui pega na mentira. Sim, fui estúpida. Depois de alguns minutos de filme, finalmente me toquei que era um falso documentário, mas fiquei impressionada com a capacidade dos realizadores de me convencer que aquilo era real, e olha que a tarefa é difícil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A família, os amigos e conhecidos de &lt;strong&gt;Alice&lt;/strong&gt; estão participando de um documentário de verdade sobre os acontecimentos sobrenaturais, ou seja, as câmeras eram sempre justificadas e as entrevistas tinham legendas e tom sério. Os personagens são interpretados por completos desconhecidos da mídia, o que torna tudo mais plausível e convincente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além das câmeras dos responsáveis pelo documentário, vídeos caseiros do irmão de Alice, amigos e conhecidos da cidade, parecem ser incrivelmente reais. Muitos vídeos mostram &lt;strong&gt;Alice&lt;/strong&gt; ainda viva, infinitas imagens que passam toda a vida da garota como se fosse de uma câmera comum. Além de várias cenas adicionais de um celular.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao contar histórias sobre &lt;strong&gt;Alice&lt;/strong&gt; e sua vida, a família suspeita em um primeiro momento que a menina ainda está viva, logo esta teoria é jogada fora com a exumação do corpo. Seguimos todo o drama da família e dos amigos e acompanhamos a evolução da investigação que toma um rumo inesperado, surgindo diversos fatos bizarros sobre a vida da garota morta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwpkh3lKiI/AAAAAAAAA20/KhS4XXReLfc/s1600/lake-mungo-2008-10.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwpkh3lKiI/AAAAAAAAA20/KhS4XXReLfc/s320/lake-mungo-2008-10.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confesso que na primeira aparição do espírito me deu um calafrio e achei que este seria o dia que eu não ia conseguir dormir pela primeira vez (tirando filmes de ets e palhaços), mas o tempo vai passando e antes do meio do filme a revelação de que tudo era armação do irmão da garota, &lt;strong&gt;Mathew (Martin Sharpe)&lt;/strong&gt;, acaba com toda a atmosfera que estava sendo criada até então, até dei umas risadas, do quanto fui otária, mas acontece. Como eu digo: não saber nada intensifica a experiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois que você acha que o filme se perdeu e não tem mais o que mostrar, L&lt;strong&gt;ake Mungo&lt;/strong&gt; dá uma guinada espetacular e se transforma em um suspense recheado de reviravoltas com uma trama complexa que te segura até o último minuto. Último mesmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez eu tenha gostado mais pelo fato de não saber muito bem o que esperar e ser pega desprevenida, mas em o &lt;strong&gt;Último Exorcismo&lt;/strong&gt; aconteceu exatamente a mesma coisa, mas ao contrário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não espere sustos, música alta e sinistra, cenas na escuridão e fantasmas assustadores. &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; é extremamente sutil, sugerindo em vez de mostrar tudo mastigado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao deixar de ser somente um documentário sobre a manifestação sobrenatural de um fantasma, &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; abre um leque de possibilidades e se aprofunda em diversos temas. Isso pode não agradar algumas pessoas, já que a trama muda de rumo a cada 10 minutos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu gostei, acrescentou muito ao modo como a trama é contada e em vez de simplesmente se acomodar como mais um filme sobre assombração, &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; convence como um suspense muito bem trabalhado, mas que provavelmente não vai ganhar muitos fãs e estará perdido nesse mundo vasto de &lt;strong&gt;Mockumentários&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Extremamente bem feito, mas sem o apelo de &lt;strong&gt;Atividade Paranormal&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Bruxa de Blair&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;REC&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Lake Mungo&lt;/strong&gt; convence, mas seu ritmo diferente prejudica o resultado final. Com certeza é um bom filme, mas não é espetacular a ponto de revolucionar o tema. Vale a pena alugar o DVD e assistir sozinho de madrugada, mas assistam antes do remake americano que os rumores dizem que vai sair em 2011.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2685652530301625627?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2685652530301625627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2685652530301625627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2685652530301625627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2685652530301625627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/lake-mungo-convincente-ate-demais.html' title='Lake Mungo: Convincente até demais!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwphUftFcI/AAAAAAAAA2o/-6WL2Q0uJ5I/s72-c/lake-mungo-2008-5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8166220410659546939</id><published>2010-12-18T01:16:00.000-02:00</published><updated>2010-12-18T01:16:58.175-02:00</updated><title type='text'>O Buraco: Qual o seu pior pesadelo?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwnmpBPodI/AAAAAAAAA2k/skcnhyGIFLM/s1600/after_life-2009-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwnmpBPodI/AAAAAAAAA2k/skcnhyGIFLM/s320/after_life-2009-1.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Joe Dante traz no currículo de diretor pequenos clássicos como &lt;strong&gt;Piranha&lt;/strong&gt; (1978), &lt;strong&gt;Grito de Horror&lt;/strong&gt; (1981), &lt;strong&gt;Gremlins&lt;/strong&gt; (1984) e &lt;strong&gt;Viagem Insólita&lt;/strong&gt; (1987). Porém, infelizmente não podemos afirmar que cineastas são como vinho. Muito pelo contrário – basta lembrarmos as investidas recentes dos antigos mestres do gênero, Wes Craven (&lt;strong&gt;A Sétima Alma&lt;/strong&gt;, 2010), George Romero (&lt;strong&gt;Ilha dos Mortos&lt;/strong&gt;, 2010), Tobe Hooper (&lt;strong&gt;Mortuária&lt;/strong&gt;, 2005) e Dario Argento (&lt;strong&gt;Giallo – Reféns do Medo&lt;/strong&gt;, 2009). Dante não foge a regra com seu novo &lt;strong&gt;O Buraco&lt;/strong&gt; – em 3D.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;São inumeráveis os equívocos que levam a nova produção do diretor ao que poderíamos chamar de completo fiasco. O roteiro, pouco original e sem atrativos, escrito por Mark L. Smith, de &lt;strong&gt;Temos Vagas&lt;/strong&gt; (2007), conta a história de uma família que se muda para uma nova casa e encontra no quintal o buraco do título. Este buraco, sabe-se lá por que, esconde criaturas concebidas pelos piores pesadelos de quem o encara. Não apenas o roteiro é recheado de clichês, como os próprios personagens são totalmente rasos. Dane é o típico adolescente inconformado em ter deixado a metrópole e mudado para a cidadezinha do interior. Lucas é o irmão mais novo e engraçadinho; Julie, a bela vizinha, se junta aos irmãos na investigação sobre o misterioso buraco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O elenco, sem carisma, também não ajuda. Dane é vivido pelo novato e “sem graça” Chris Massoglia (&lt;strong&gt;Cirque du Freak: Aprendiz de Vampiro&lt;/strong&gt;, 2009); Halley Bennett, que já conhecemos como a possuída Molly Hartley, de &lt;strong&gt;Jovens Malditos&lt;/strong&gt; (2008) vive Julie e o ator mirim Nathan Gable é o irmãozinho que anda pra lá e pra cá com um ursinho de pelúcia. Talvez o espectador mais atento se lembre de Gable: ele é o filho de David Drayton em &lt;strong&gt;O Nevoeiro &lt;/strong&gt;(2007)&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A trama se desenvolve nos três fantasmas criados pelos medos dos três personagens. Uma marionete diabólica persegue Nathan que morre de medo de palhaços. Uma garota fantasma – com uma influência tardia dos &lt;em&gt;“Chamados”&lt;/em&gt; da vida, anda cambaleando pra lá e pra cá, implorando para que não a deixem morrer. Ela é na verdade uma amiga de Julie, que morreu na queda de uma montanha-russa. Já o adolescente Dane tem medo de seu violento pai, que está trancafiado numa prisão estadual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O frustrante é que as aparições surgem a qualquer momento e em&amp;nbsp;qualquer lugar, seja à noite ou durante o dia. As sequências são tão artificiais e sem suspense que em pouco tempo nem os personagens parecem se espantar com o ataque das entidades. Entendo, que mesmo o filme buscando um público mais “família” e uma censura mais branda – &lt;strong&gt;O Buraco&lt;/strong&gt; foi lançado nos Estados Unidos como PG-13 (inadequado para menores de 13 anos) – o &lt;em&gt;efeito medo&lt;/em&gt; deveria ser muito melhor trabalhado, já que seria o &lt;em&gt;medo&lt;/em&gt; a matéria do filme. Mas pior do que isto, a partir do momento em que os jovens descobrem que são os seus temores que alimentam as aparições, tornam-se corajosos de uma hora pra outra, sem que disso dependa qualquer esforço. Não há , neste momento de “reviravolta” nenhuma boa vontade em criar algum conflito ou solução melhor acabada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;desfecho também incomoda: a entidade que representa o pai violento e criminoso de Dane sequestra o irmão mais novo. Dane então se vê obrigado a entrar no buraco e enfrentar seu pai, uma criatura gigante. Dentro do buraco o adolescente encontra uma cidade que mais parece o País das Maravilhas de Alice. Prédios, paredes e quadros em ângulos pra lá de expressionistas. É claro, Dane supera todos os seus medos e facilmente derrota seu “pior pesadelo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez a ideia de &lt;strong&gt;O Buraco&lt;/strong&gt; funcionasse melhor se fosse filmado como um episódio de uma série, no estilo &lt;strong&gt;Além da Imaginação&lt;/strong&gt;, devido às limitações do roteiro e mesmo do empenho da equipe envolvida. Mas lamentavelmente é um longa de 1 hora e meia e em 3 D. E mesmo o “3 D” proporciona qualquer bom momento, já temos pouquíssimas cenas de ação e nenhuma criativa o suficiente para impressionar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como curiosidade, é bom lembrar que já existe pelo menos outro filme com o mesmo nome: o suspense &lt;strong&gt;O Buraco&lt;/strong&gt; (The Hole, 2001), com o Desmond Harrington (&lt;strong&gt;Pânico na Floresta&lt;/strong&gt;, 2003) e a Thora Birch (&lt;strong&gt;Flashes de uma Psicose&lt;/strong&gt;, 2010).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;O Buraco&lt;/strong&gt; foi exibido no Festival de Veneza de 2009 e passou despercebido pelas salas dos cinemas americanos em outubro do mesmo ano. A estreia no Brasil, em 3D, está prevista para fevereiro de 2011. Enfim, não foi deste buraco que saiu algum coelho e infelizmente não tivemos nenhum novo &lt;strong&gt;Gremlins &lt;/strong&gt;(que, aliás, dizem estar refilmando); uma produção sem graça,&amp;nbsp;sem sangue, sem bons efeitos e sem ao menos um pouco de diversão.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8166220410659546939?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8166220410659546939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8166220410659546939' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8166220410659546939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8166220410659546939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/o-buraco-qual-o-seu-pior-pesadelo.html' title='O Buraco: Qual o seu pior pesadelo?'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQwnmpBPodI/AAAAAAAAA2k/skcnhyGIFLM/s72-c/after_life-2009-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-3839351863376559361</id><published>2010-12-17T01:49:00.000-02:00</published><updated>2010-12-17T01:49:56.645-02:00</updated><title type='text'>The Loved Ones: O que Lola quer, Lola consegue!</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdVyRmG-I/AAAAAAAAA2g/zTpJzemDQ1w/s1600/the-loved-ones-2009-10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="244" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdVyRmG-I/AAAAAAAAA2g/zTpJzemDQ1w/s320/the-loved-ones-2009-10.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não sei se todo fã de horror passa por isso, mas ultimamente estou numa fase chata onde espero e exijo demais de filmes do gênero. Excluo dessa lista os filmes despretensiosos, esses ainda me divertem horrores. Talvez isso influencie na minha crítica sobre este filme, ou não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem lê meus textos sabe que procuro não ler as resenhas antes de assistir algum título, mas às vezes o marketing é tão dominante ou os amigos que assistiram ficam tão empolgados ou irritados que precisam falar sobre ele comigo, ou seja, impossível de fugir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em &lt;strong&gt;The Loved Ones&lt;/strong&gt; li algumas críticas especializadas que idolatraram o filme, e ainda outros comentários elevando o mesmo a um novo clássico e tudo mais. Já com a pulga atrás da orelha resolvi conferir de uma vez o motivo de tanto furor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O trailer e a tag line do filme (What Lola Wants Lola Gets) prometem um filme chutador de bundas, com muita violência gratuita em um ambiente familiar e colorido. As cenas apresentadas no trailer são de tirar o fôlego, o que aumenta a curiosidade e a expectativa. Mas é ai que mora o problema, as melhores imagens já foram mostradas, eliminando algum suspense e surpresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdUJdQRqI/AAAAAAAAA2c/U6SBPAXsUqY/s1600/nodo_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="217" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdUJdQRqI/AAAAAAAAA2c/U6SBPAXsUqY/s320/nodo_front.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O filme segue uma linha básica e, diga-se de passagem, doentia até os ossos: Brent é um cara “maneiro” que fica “obscuro” quando acidentalmente bate o carro, causando a morte de seu pai. Um ano depois vemos a escola onde o garoto estuda e a fissura dos alunos para conseguir um par para o baile.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A doce&lt;strong&gt; Lola&lt;/strong&gt; convida &lt;strong&gt;Brent&lt;/strong&gt; para ser seu par, o menino nega porque tem uma namorada. Visivelmente chateada a garota arma um plano com seu pai para sequestrar e manter &lt;strong&gt;Brent&lt;/strong&gt; como prisioneiro enquanto o tortura de diversas formas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando o garoto acorda na casa de &lt;strong&gt;Lola&lt;/strong&gt;, onde esta amarrado em uma cadeira, enxerga um cenário bizarro: a cozinha foi transformada em um baile, decoração, música e roupas próprias para o evento. Na mesa vemos &lt;strong&gt;Lola&lt;/strong&gt;, seu &lt;strong&gt;pai&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Eric &lt;/strong&gt;e sua mãe, chamada de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Olhos Brilhantes”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Bright Eyes).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O clima do filme é muito bem conduzido. O tom dos diálogos, da trilha sonora e da cenografia garante um ambiente assustador para qualquer um que se imaginar na situação do garoto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdR-bdMgI/AAAAAAAAA2Q/52Ac2LkQNvA/s1600/batalha-real-2000-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="214" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdR-bdMgI/AAAAAAAAA2Q/52Ac2LkQNvA/s320/batalha-real-2000-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As torturas são tensas, mas poderiam ter sido muito mais criativas. &lt;strong&gt;Lola &lt;/strong&gt;com toda a sua cara de psicopata “mulherzinha”, é uma tremenda vilã. Injeta um produto de limpeza direto no pescoço do pobre moço, provavelmente pra impedir o mesmo de gritar, o faz comer um frango (?) e mijar em um copo enquanto ela segura. Pedradas, marteladas, facadas e outras coisas “básicas” ainda são usadas na sessão. Tudo isso é assistido pelos olhos do papai, que se orgulha mais a cada minuto da sua “princesinha”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essa trama de incesto é muito bem explorada, a relação doentia de pai e filha acaba sendo mais bizarra do que todo o sangue que Brent perde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Até ai tudo bem. Sangue, tortura física e psicológica, diálogos doentios e cômicos, relações nojentas e clima de suspense notável. Ai eu pergunto pra vocês: porque estragar uma trama tão boa e simples colocando em cena dois personagens irritantes e dispensáveis em grande parte da exibição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Sac (Richard Wilson VII)&lt;/strong&gt; é o melhor amigo de Brent, gordinho desprezado por todo mundo, tenta a sorte e convida &lt;strong&gt;Mia (Jessica McNamee)&lt;/strong&gt;, a gótica do colégio, para ir ao baile, ela aceita. Nisso somos tragados para cenas completamente fora do contexto do filme, onde os dois se pegam, usam drogas, dançam e curtem a noite toda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdSywphaI/AAAAAAAAA2U/ll4S7iPgg5E/s1600/batalha-real-2000-3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="256" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdSywphaI/AAAAAAAAA2U/ll4S7iPgg5E/s320/batalha-real-2000-3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que deu pra tirar dessa história paralela é o contraste de duas personagens femininas do longa. Lola usa rosa, fala que nem criança, ouve música pop, tem o quarto de uma menininha inocente que aparentemente brinca de boneca, enquanto Mia usa preto, ouve rock pesado, usa drogas e toma umas cachaças. Sendo a primeira uma psicótica e a segunda uma garota que sente falta do irmão desaparecido enquanto chora escondida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se não foi isso, o que se pode concluir é que enfiaram os dois para explicar e encaixar aquele carinha que aparece na estrada, no começo do filme todo ensanguentado, causando o acidente que mata o pai de Brent.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diretor e roteirista &lt;strong&gt;Sean Byrne (O Segredo)&lt;/strong&gt; caga com o ritmo do filme com a inserção dessa trama irrelevante. Sempre que a gritaria e o sangue estão rolando na casa dos malucos a cena muda pra dois babacas fumando maconha dentro do carro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Xavier Samuel&lt;/strong&gt; na pele de &lt;strong&gt;Brent&lt;/strong&gt;, está convincente o suficiente, mas não conquistou minha simpatia, me fazendo torcer por torturas piores a cada minuto. &lt;strong&gt;John Brumpton&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0115979/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; está assustador com aquela aparência de pai dedicado e apaixonado que faz tudo para realizar as vontades de sua princesinha. Assim como &lt;strong&gt;Robin McLeavy&lt;/strong&gt; dá um show como &lt;strong&gt;Lola&lt;/strong&gt;, entrando imediatamente no hall de grandes vilãs, o mal com doses de sarcasmo e ironia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estreando em &lt;strong&gt;novembro&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;2010&lt;/strong&gt;, o australiano &lt;strong&gt;The Loved Ones&lt;/strong&gt; migra entre o ótimo e o dispensável, como se fossem dois filmes acontecendo dentro de um outro. Para muitos esse detalhe pode não afetar o resultado final, mas para outros definitivamente prejudica todo o andamento da trama.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;SPOILERS NOS PARÁGRAFOS SEGUINTES, NÃO LEIA SE NÃO VIU O FILME!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar dos pesares o filme seguia como prometia o trailer, mas nos 20 minutos finais começa a se encaixar em um verdadeiro clichê hollywoodiano. Não sou totalmente contra os clichês, são necessários em muitas situações, o problema está no fato de The Loved Ones não precisar deles e usar mesmo assim. A alteração do pessimismo instalado até então com as fugas frustradas do prisioneiro e o sentimento de impotência diante dos fatos que aconteciam, muda drasticamente para um verdadeiro Bockbuster enlatado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo quem “amou o filme de paixão” tem que concordar: o quão patético é Lola atirar uma LANTERNA e UM MARTELO no buraco escuro e perigoso que Brent estava? Na verdade o martelo até dá pra entender, a menina estava tão revoltada com seu pai sendo devorado pelos ex pretendentes que atirou tudo que via por perto no calor do momento, agora, a lanterna?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdTfE3xOI/AAAAAAAAA2Y/eK0Esb1OM44/s1600/batalha-real-2000-poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdTfE3xOI/AAAAAAAAA2Y/eK0Esb1OM44/s320/batalha-real-2000-poster.jpg" width="214" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Munido de sua lanterna e da arma, Brent mesmo com cortes enormes nos pés, um furo no cérebro e litros de sangue perdidos, mata os malucos com toda a disposição de um atleta e ainda tem forças pra sair lá do buraco. Impressionante, tenho que admitir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agora, o final que foi a parte mais decepcionante de tudo isso. O gordinho com a gótica dá pra aguentar, mas um policial idiota, uma namorada advinha e uma vilã babaca não dá pra engolir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O policial só perde para os dois mais idiotas que ele em A Centopéia Humana,&lt;strong&gt; Holly (Victoria Thaine) &lt;/strong&gt;finalmente lembra do convite de Lola para o namorado e resolve ir salvar seu amor enquanto Lola ensaguentada e munida de uma faca anda tranquilamente NO MEIO DA ESTRADA, ao encontro da mãe de seu prisioneiro a fim de matá-la. Depois da conclusão bobinha de atropelar a protagonista, temos um final digno de qualquer comédia romântica, com um abraço triplo e a frase &lt;em&gt;“E foram felizes para sempre”&lt;/em&gt; subindo junto aos créditos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;FIM DOS SPOILERS, PODE CONTINUAR LENDO TRANQUILAMENTE !&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar dessas observações negativas que tive sobre o filme, The Loved Ones se mostrou extremamente divertido e sacana. Se tivesse explorado mais toda a situação do garoto torturado, ousado mais nas maldades e eliminar esse final feliz, certamente conquistaria mais fãs.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No final das contas &lt;strong&gt;The Loved Ones&lt;/strong&gt; definitivamente é um filme a ser visto, seja pela idéia doentia, pelas torturas sangrentas ou tão somente pela sua vilã psicótica. Infelizmente como tantos, não sairá nos cinemas brasileiros, mas ainda podemos ter fé de um lançamento em &lt;strong&gt;DVD&lt;/strong&gt; por aqui.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-3839351863376559361?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/3839351863376559361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=3839351863376559361' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3839351863376559361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3839351863376559361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/loved-ones-o-que-lola-quer-lola.html' title='The Loved Ones: O que Lola quer, Lola consegue!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrdVyRmG-I/AAAAAAAAA2g/zTpJzemDQ1w/s72-c/the-loved-ones-2009-10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-33681864486180043</id><published>2010-12-17T01:38:00.000-02:00</published><updated>2010-12-17T01:38:00.717-02:00</updated><title type='text'>Batalha Real: Apenas um Sobrevivente!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra2bqpOiI/AAAAAAAAA2A/LBFnfjmTiiM/s1600/batalha-real-2000-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra2bqpOiI/AAAAAAAAA2A/LBFnfjmTiiM/s320/batalha-real-2000-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“No início do milênio a nação entra em colapso. Os adultos perderam a confiança e temem os jovens. Por isso, eles aprovaram o ato de reforma educacional do milênio.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O cinema de horror japonês está entre os melhores do mundo, e uma prova disso é o aclamado e cultuado “Batalha Real” (Battle Royale / Batoru Rowaiaru, 2000), lançado em DVD no Brasil pela “Visual Filmes” em Fevereiro de 2007. Dirigido por Kinji Fukasaku, a partir de roteiro de Kenta Fukasaku (baseado em livro de Koushun Takami), o filme mostra a sangrenta batalha travada por quarenta e dois jovens estudantes comuns, obrigados pelo governo japonês a lutarem entre si até a morte, isolados numa ilha de dez quilômetros de extensão durante três dias, vigiados pelo exército, e com regras que possibilitassem apenas um único sobrevivente que seria o ganhador do jogo mortal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra4wWJdyI/AAAAAAAAA2M/A2cQOEchOdE/s1600/nodo_front.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="230" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra4wWJdyI/AAAAAAAAA2M/A2cQOEchOdE/s320/nodo_front.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com um fascinante e inusitado argumento básico como esse, totalmente insano e diferenciado, fica fácil prever e imaginar o resultado final: um filme que prende a atenção durante as quase duas horas de projeção, interagindo com o espectador para acompanhar o destino dos adolescentes. “&lt;strong&gt;Batalha Real&lt;/strong&gt;” tem mortes sangrentas, cenas tensas de perseguição, e o mais importante e significativo que é uma crítica social ao comportamento humano. Desde a incrível decisão do governo em eliminar a rebeldia dos jovens obrigando-os a aniquilarem violentamente uns aos outros (eles não têm escolha, uma vez que receberam um colar preso ao pescoço que pode explodir e dilacerar suas gargantas caso se neguem a participar do jogo), até a evidência de como é possível mudar rapidamente a conduta de amigos para inimigos mortais, descartando totalmente uma antiga confiança existente, em função de interesses pessoais e da defesa da própria vida a qualquer custo, mesmo se for com as mãos sujas de sangue dos colegas de classe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse é o verdadeiro comportamento da raça humana, que abandona a hipocrisia e falsidade do cotidiano e resgata a mais profunda selvageria interior se for para defender seus próprios interesses. Nesse sentido, “&lt;strong&gt;Batalha Real&lt;/strong&gt;” é brilhante. Mas, além disso, o filme também tem méritos e qualidades em outros quesitos muito procurados pelos apreciadores do cinema de horror, pois não faltam cenas de mortes violentas, repletas de tiroteios, facadas, ataques com todo tipo de armas (machados, foices, revólveres, metralhadoras) e muito sangue de adolescentes espalhado para todos os lados, manchando o chão da ilha de vermelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra4UmFqeI/AAAAAAAAA2I/oiyb8OzdhYQ/s1600/batalha-real-2000-poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra4UmFqeI/AAAAAAAAA2I/oiyb8OzdhYQ/s320/batalha-real-2000-poster.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Duas cenas em particular valem um registro especial. &lt;strong&gt;(Atenção, pois dependendo do ponto de vista do leitor, o que vem a seguir poderá ser um “spoiler”).&lt;/strong&gt; Um garoto está à procura de uma menina que sempre admirou, mas por causa da timidez nunca se declarou. Após finalmente encontrá-la para tentar protegê-la, ela sente-se ameaçada e dispara sua arma contra ele. Mas o jovem está agora feliz por se declarar (já que a morte é praticamente certa, que seja então pelas mãos da amada). Seria hilário se não fosse trágico… Em outro momento, um grupo de amigas se reúne no alto de um farol. Elas unem forças para tentar se defenderem das ameaças dos outros competidores, num inteligente exercício de cooperação. Porém, um acidente com uma delas elimina repentinamente a aparente confiança mútua, culminando numa carnificina digna da estupidez humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Batalha Real&lt;/strong&gt;” é altamente recomendável como um dos ótimos exemplos do cinema de horror japonês, e que para nossa sorte chegou ao Brasil em DVD. Teve uma continuação em 2003.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-33681864486180043?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/33681864486180043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=33681864486180043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/33681864486180043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/33681864486180043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/batalha-real-apenas-um-sobrevivente.html' title='Batalha Real: Apenas um Sobrevivente!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQra2bqpOiI/AAAAAAAAA2A/LBFnfjmTiiM/s72-c/batalha-real-2000-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-762103805765179560</id><published>2010-12-17T01:30:00.000-02:00</published><updated>2010-12-17T01:30:53.375-02:00</updated><title type='text'>Grapes of Death, The: Um clássico desconhecido!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYM_UHNpI/AAAAAAAAA1Q/mjVHFsTMmcM/s1600/grapes-of-the-dead-1978-4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYM_UHNpI/AAAAAAAAA1Q/mjVHFsTMmcM/s320/grapes-of-the-dead-1978-4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Para a maior parte dos fãs de horror, a citação dos nomes de George A. Romero e Jean Rollin na mesma frase é o fim do mundo, e talvez até motivo mais do que suficiente para dar um tapa na orelha do abusado que ousou citar ambos lado a lado. Afinal, para 99% da humanidade, o francês Rollin era indiscutivelmente (e injustamente) um dos piores diretores a pisar na face da Terra, da mesma patota do hiperativo Jess Franco, tendo realizado algumas bombas tão catastróficas que talvez até Bruno Mattei e Ed Wood teriam vergonha de assinar. Entre elas, a título de curiosidade, está ZOMBIE LAKE (aquele dos zumbis com a cara pintada de tinta guache verde), que ele dirigiu, e MONDO CANNIBALE/WHITE CANNIBAL QUEEN, que ele escreveu para o amigão Jess Franco dirigir. O que pouca gente imagina é que Jean Rollin (nascido Jean Michel Rollin Le Gentil em Paris, no ano de 1938 – e falecido hoje: 16 de dezembro de 2010) tinha um pouquinho mais em comum com o norte-americano George Romero além do fato de o sobrenome de ambos ter 6 letras e começar com “Ro“.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Isso porque, entre 1978 e 1982, o francês rodou sua própria e original “trilogia dos mortos“, a exemplo de Romero, que até então não havia concluído sua trilogia inicial (DIA DOS MORTOS só saiu em 1985). Mais: LES RAISINS DE LA MORT, cujo título internacional é THE GRAPES OF DEATH (As Uvas da Morte), o primeiro filme da trilogia dos mortos de Rollin, é uma espécie de versão francesa de A NOITE DOS MORTOS-VIVOS. E se não virou clássico como seu predecessor de 1968, pelo menos é uma bela surpresa. Especialmente porque não é frequente encontrarmos filmes franceses de mortos-vivos, e um dos poucos existentes é aquela bomba de A REVANCHE DOS MORTOS-VIVOS, dirigido por Pierre B. Reinhard em 1987 – é, aquele mesmo das zumbis estupradoras.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYNm7fzyI/AAAAAAAAA1U/0o1SBMVeLD8/s1600/grapes-of-the-dead-1978-7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYNm7fzyI/AAAAAAAAA1U/0o1SBMVeLD8/s320/grapes-of-the-dead-1978-7.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Pode-se dizer, inclusive, que&lt;strong&gt; THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; é uma “&lt;strong&gt;versão etílica&lt;/strong&gt;” de &lt;strong&gt;A NOITE DOS MORTOS-VIVOS&lt;/strong&gt;. Isso porque se os zumbis de Romero vinham de lugar nenhum (e até hoje não se sabe de onde diabos eles saíram, apesar de milhões de teorias para tentar explicar o seu surgimento), os zumbis de Rollin são simplesmente pessoas contaminadas por beberem vinho (!!!) feito a partir das uvas impregnadas com um novo tipo de pesticida experimental. E levando em consideração que francês adora beber vinho (provavelmente até no café da manhã), imagine o tamanho do estrago.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Logo, apesar de caminharem lentamente e com o olhar perdido, e de exibirem tenebrosas pústulas e deformações em seus rostos, os “&lt;strong&gt;zumbis&lt;/strong&gt;” de Rollin não são exatamente mortos-vivos, pelo menos não no sentido clássico da palavra, mas sim seres humanos envenenados e enlouquecidos por um produto químico, algo semelhante a&lt;strong&gt; O EXÉRCITO DO EXTERMÍNIO&lt;/strong&gt; (outro clássico de Romero) e ao posterior &lt;strong&gt;NIGHTMARE CITY&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Umberto Lenzi&lt;/strong&gt; (em que pessoas contaminadas por radiação se transformam em “&lt;strong&gt;zumbis&lt;/strong&gt;” hiperativos).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Some ainda um toque de &lt;strong&gt;ZUMBI 3/LET THE SLEEPING CORPSES LIE&lt;/strong&gt;, do catalão &lt;strong&gt;Jorge Grau&lt;/strong&gt;, e você terá esta saborosa mistura que é &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt;. Por sinal, saborosa como um bom vinho. Mas não este do filme, claro.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ironicamente, esta produção de 1978 só saiu do papel como um projeto mais “comercial“, que pudesse dar dinheiro nos cinemas e assim tapar o rombo de um filme anterior do francês. Explico melhor: em 1975, o produtor de filmes pornográficos Jean-Marc Ghanassia tentou investir em algo diferente de putaria e bancou o terror erótico LÉVRES DE SANG/LIPS OF BLOOD (Lábios de Sangue), uma das muitas histórias de vampiros dirigidas por Rollin (que era simplesmente fascinado pelo tema). O problema é que o filme foi um fracasso comercial, e o pobre Ghanassia teve que deixar até as cuecas para pagar as contas do fiasco. Buscando uma compensação, em 1978 ele pediu para que o diretor pensasse em dirigir uma coisa mais convencional, que desse uma boa renda nas bilheterias para sanar as contas que ficaram do fracasso de três anos antes.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYOkc35TI/AAAAAAAAA1Y/oOXrh6xkJus/s1600/grapes-of-the-dead-1978-8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYOkc35TI/AAAAAAAAA1Y/oOXrh6xkJus/s320/grapes-of-the-dead-1978-8.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A ideia do produtor era filmar uma história de horror sobre alguma coisa inofensiva do dia-a-dia que de repente se mostrasse perigosa e mortal. O próprio Rollin recomendou usar tabaco ou vinho como catalisador da epidemia. E assim surgiu &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt;, aproveitando ainda a onda de filmes de mortos-vivos, que naquele ano estavam em alta graças ao sucesso de &lt;strong&gt;DAWN OF THE DEAD&lt;/strong&gt;, de Romero, lançado no mesmo 1978. E foi basicamente assim que surgiu este surpreendente filme francês de zumbis – antes mesmo que os italianos, os reis de copiar as fórmulas norte-americanas, lançassem seus próprios filmes com mortos-vivos!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Escrito por &lt;strong&gt;Christian Meunier&lt;/strong&gt; e pelo próprio Rollin, a partir de um argumento do diretor e de &lt;strong&gt;Jean-Pierre Bouyxou&lt;/strong&gt;, o filme começa mostrando diretamente a fonte da contaminação: um grupo de trabalhadores de uma vinícola passa agrotóxicos nas videiras, e, mesmo usando máscaras que cobrem o rosto e o nariz, percebe-se claramente que estão sofrendo os efeitos de respirar o pesticida – principalmente quando a trilha sonora dá lugar ao som amplificado da respiração arfante de um dos trabalhadores. Ao fim do dia, um dos rapazes passa mal e se queixa de dor no pescoço, mas o patrão ambicioso se apressa em dizer que não é nada que uma boa noite de sono não resolva, e ainda avisando que no dia seguinte chegará um lote de máscaras hermeticamente fechadas, que protegerão melhor os trabalhadores do veneno. Mas aí já será tarde demais, claro.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYQMNfINI/AAAAAAAAA1c/kpL6DYFyUWQ/s1600/grapes-of-the-dead-1978-9.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYQMNfINI/AAAAAAAAA1c/kpL6DYFyUWQ/s320/grapes-of-the-dead-1978-9.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Corta para um trem que cruza aquela região rural francesa, praticamente vazio (talvez para economizar o salário dos figurantes), exceto por duas amigas que estão num dos vagões, curtindo as “&lt;strong&gt;férias de outubro, quando todos os outros estão trabalhando&lt;/strong&gt;” – uma desculpa do roteiro para poder mostrar o trem vazio, obviamente… Uma delas é a nossa heroína, &lt;strong&gt;Elisabeth&lt;/strong&gt; (a gracinha &lt;strong&gt;Marie-Georges Pascal&lt;/strong&gt;). A outra é &lt;strong&gt;Brigitte&lt;/strong&gt;, uma loira anônima que você pode esquecer desde já, pois ela não vai durar nem cinco minutos no filme. Elas estão seguindo rumos diferentes: enquanto Brigitte vai desembarcar antes, Elisabeth segue até o final da linha para um vinhedo chamado &lt;strong&gt;Roubelais&lt;/strong&gt;, onde vive seu noivo &lt;strong&gt;Michael &lt;/strong&gt;(como é um filme francês, pronuncia-se “&lt;strong&gt;Michél&lt;/strong&gt;“).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Os problemas começam na parada em uma das estações, quando embarca no trem aquele sujeito que no dia anterior havia se queixado de dor no pescoço, lembra? Sem falar nada, mas mantendo o rosto sem expressão, ele primeiro aparece encarando a amiga loira, e depois vai sentar no vagão agora quase vazio onde está Elisabeth. A viagem começa e o cara parece passar mal. Diante dos olhos da apavorada garota, feridas começam a pipocar no seu pescoço e no seu rosto, até que uma das bochechas incha e começa a derramar pus (um efeito razoavelmente realizado, considerando a pobreza da produção). Neste momento, Elisabeth levanta e se manda do vagão (demorou, pô!), enquanto o tal homem se arrasta atrás dela pedindo ajuda. No corredor, a garota em fuga ainda se depara com o cadáver ensanguentado da amiga Brigitte, e então, apavorada, puxa o freio de emergência e sai no pinote quando o trem pára.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYTMBUFyI/AAAAAAAAA1g/6TSmu7Algys/s1600/grapes-of-the-dead-1978-11.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYTMBUFyI/AAAAAAAAA1g/6TSmu7Algys/s320/grapes-of-the-dead-1978-11.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Perdida sabe-se lá onde, bem no meio de uma enorme região rural aparentemente desabitada, Elisabeth passará o resto do filme zanzando de lá para cá e se defendendo dos ataques de agricultores e moradores das vilas da região, que se transformaram em putrefatos assassinos enlouquecidos, cobertos de feridas melequentas, por terem abusado do consumo do tal vinho envenenado, “&lt;strong&gt;batizado&lt;/strong&gt;” com o pesticida experimental que mata muito mais do que apenas as pragas da lavoura. Bem feito! Quem mandou serem tão bebuns?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A partir de então, e estamos nos 10 minutos iniciais do filme, não há mais um roteiro específico. Ao invés de se barricar numa casa e ficar lá tentando resistir aos ataques dos infectados, Elisabeth teima em seguir em frente, querendo chegar até o vinhedo onde trabalha seu noivo antes que a contaminação se espalhe até lá – se é que já não se espalhou. No caminho, vai encontrando hordas de pessoas infectadas (os “&lt;strong&gt;pseudo-zumbis&lt;/strong&gt;” de Rollin) e personagens excêntricos que ajudam ou atrapalham na sua missão, como uma garota cega (&lt;strong&gt;Mirella Rancelot&lt;/strong&gt;) que se perdeu de casa e mal sabe o que anda acontecendo naquela região; uma bela ninfomaníaca que parece se comunicar com os infectados (interpretada pela atriz pornô &lt;strong&gt;Brigitte Lahaie&lt;/strong&gt;, musa do diretor); uma jovem (&lt;strong&gt;Patricia Cartier&lt;/strong&gt;) cujo pai lentamente demonstra sinais da infecção, e uma dupla de matutos que usa espingardas e dinamite para despachar os enlouquecidos contaminados, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo! Conseguirá Elisabeth chegar até seu destino ou morrerá nas mãos dos zumbis etílicos que a esperam pelo caminho?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYWm3C4JI/AAAAAAAAA1s/p34oKD90K_k/s1600/grapes-of-the-dead-1978-12.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYWm3C4JI/AAAAAAAAA1s/p34oKD90K_k/s320/grapes-of-the-dead-1978-12.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;O roteiro de &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; segue fielmente a ordem dos acontecimentos de &lt;strong&gt;A NOITE DOS MORTOS-VIVOS&lt;/strong&gt;: começa com uma dupla num lugar afastado de casa sendo atacada por uma das criaturas; uma das vítimas morre, e a outra escapa apenas para descobrir que o mundo virou um caos. Sem saber direito o que está acontecendo (como no filme de Romero), a sobrevivente vai topando com outras pessoas que, invariavelmente, acabam morrendo nos confrontos com as criaturas. A diferença básica, além das criaturas de Rollin não serem mortos-vivos, é que &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; se passa o tempo todo na estrada, ao invés de mostrar os personagens se trancando numa casa, como fez o diretor norte-americano em seu clássico de 1968. Mas o resto é muito semelhante, e Rollin até tenta incluir toques da crítica social de Romero, ao mostrar que as relações entre os humanos “&lt;strong&gt;normais&lt;/strong&gt;” são piores e mais perigosas do que seus encontros com os “&lt;strong&gt;monstros&lt;/strong&gt;“.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Nem preciso lembrar, aqui, que vários filmes italianos seguiram o “&lt;strong&gt;estilo Romero de filme de zumbis&lt;/strong&gt;” a partir do final dos anos 70, dando origem a alguns que são legítimos clássicos, como o &lt;strong&gt;ZOMBIE&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Lucio Fulci&lt;/strong&gt;, mas também diversas tralhas, de &lt;strong&gt;PREDADORES DA NOITE&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;Bruno Mattei&lt;/strong&gt;, ao impagável &lt;strong&gt;NIGHTS OF TERROR&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Andrea Bianchi&lt;/strong&gt;. Ao contrário destas cópias italianas de &lt;strong&gt;DAWN OF THE DEAD&lt;/strong&gt;, o filme de &lt;strong&gt;Jean Rollin&lt;/strong&gt; não tenta imitar a fórmula das produções norte-americanos, nem tenta fingir que sua história se passa nos Estados Unidos ou no Caribe. Muito pelo contrário: o diretor aproveitou, com muito bom gosto e senso fotográfico, paisagens e cenários tipicamente franceses, compondo um filme plasticamente belíssimo, que não parece ripoff ou cópia xerox do cinema ianque, como as tralhas italianas.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Como a ordem expressa de Rollin era fazer um filme de horror que fosse acessível para o grande público, ao contrário de seus delírios sobre vampiras lésbicas, ele aqui também abandona algumas viagens e doideiras típicas de seus trabalhos anteriores, na busca por uma história mais redondinha. Resultado: &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; é, talvez, o seu trabalho mais convencional, e por isso mais acessível para quem não tem muita familiaridade com a obra do cineasta. Para completar, esta também é, reconhecidamente, a primeira produção “&lt;strong&gt;splatter&lt;/strong&gt;” made in France, e não lhe faltam sangue, nojeiras, nudez gratuita e mutilações.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Entretanto, vou direito ao ponto: apesar de conter todos estes elementos que fã de horror adora, THE GRAPES OF DEATH definitivamente não é para todos os públicos, e muito menos para a geração pós-EXTERMÍNIO e pós-MADRUGADA DOS MORTOS, que deverá achá-lo muito lento e arrastado. Afinal, lembre-se que isso aqui é um FILME FRANCÊS, e, como tal, abusa daquele clima lento, silencioso e introspectivo típico dos “filmes de arte” europeus. Cinéfilos impacientes costumam dizer que filme francês é a coisa mais chata que tem. Não estão de todo errados, mas é injusto generalizar assim. Agora, quem gosta de edição estilo videoclipe, rock pesado na trilha e sangue o tempo certamente todo vai achar um porre.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYY7IR3LI/AAAAAAAAA1w/dcIXRYiAu-Y/s1600/grapes-of-the-dead-1978-14.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYY7IR3LI/AAAAAAAAA1w/dcIXRYiAu-Y/s320/grapes-of-the-dead-1978-14.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Mesmo incumbido de fazer uma produção mais comercial, Rollin não se privou de um velho hábito e faz excelente uso das paisagens rurais do interior da França (neste caso, a região montanhosa de Les Saivennes), levando seus protagonistas a centenários casarões de pedra em ruínas, videiras secas e enormes campinas sem qualquer sinal de vida humana, o que ajuda a provocar uma sensação de claustrofobia e de fuga impossível mesmo quando as cenas acontecem a céu aberto!&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Os babacas que pensam que ele era um péssimo diretor somente embasados no pior filme de sua carreira (o medonho ZOMBIE LAKE), ou no seu passado de filmes pornográficos (Rollin assinou vários, com pseudônimos como “Robert Xavier” e “Michel Gentil“), vão ficar sem palavras diante de imagens belíssimas, que parecem saídas de uma pintura, como a pobre Elisabeth cruzando uma velha ponte de trilhos durante um nevoeiro, ou a garota cega sendo rodeada por uma horda de silenciosos infectados, sem ter a menor noção de que seu destino trágico está assinalado – cenas ressaltadas pela belíssima e atmosférica trilha sonora de Philippe Sissman, que lembra muito a que foi composta pelo Tangerine Dream posteriormente para A FORTALEZA INFERNAL, de Michael Mann.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ressalte-se, ainda, que a presença da cega, além de gerar as cenas mais interessantes do filme, ainda lembra clássicos do italiano Lucio Fulci, que adorava filmar em superclose os olhos brancos de suas personagens cegas, em filmes como THE BEYOND e MANHATTAN BABY.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas talvez o detalhe mais interessante desta pequena pérola francesa seja justamente a caracterização dos “&lt;strong&gt;zumbis&lt;/strong&gt;“: como na verdade não estão mortos, e sim alterados mentalmente e fisicamente por uma substância química, os infectados de Rollin não agem todos de maneira padronizada. Alguns andam cambaleando e lentamente, como os zumbis clássicos, mas a maioria deles usa armas, como garfos-de-feno e machados, para atacar suas vítimas – outro detalhe que seria aproveitado pelo italiano &lt;strong&gt;Umberto Lenzi&lt;/strong&gt; no posterior e divertidíssimo &lt;strong&gt;NIGHTMARE CITY&lt;/strong&gt;, onde os “&lt;strong&gt;zumbis&lt;/strong&gt;” usam até metralhadora!&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYalkfxYI/AAAAAAAAA10/oM0t4dhFtN4/s1600/grapes-of-the-dead-1978-17.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYalkfxYI/AAAAAAAAA10/oM0t4dhFtN4/s320/grapes-of-the-dead-1978-17.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Além disso, alguns infectados falam e se comunicam. E, pior, têm plena consciência dos seus atos, mas não conseguem evitá-los, num toque absolutamente dramático do roteiro. A cena mais marcante é aquela em que um pai contaminado (interpretado por &lt;strong&gt;Paul Bisciglia&lt;/strong&gt;) é forçado a decepar a cabeça da filha e, enquanto comete o ato, chora e grita como se estivesse sofrendo por não conseguir controlar o ímpeto homicida; ao longo do resto do filme, ele caminha levando nas mãos (e alisando e beijando) a cabeça decapitada, arrependido pelo crime hediondo que cometeu. É uma situação muito mais terrível do que a dos zumbis de Romero: se nos filmes do norte-americano o cara morria e virava zumbi sem consciência, movido apenas pelo instinto e pela fome por carne humana, e azar dos vivos, em &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; as criaturas são seres humanos normais, vivos (embora deformados e enlouquecidos), levados a matar pela contaminação química, e que têm consciência daquilo que fazem ou irão fazer. Enfim, uma ideia bastante criativa e original, que atinge seu ápice no momento em que um infectado implora para a heroína atropelá-lo, para que assim ele pare de matar e agir como “&lt;strong&gt;zumbi&lt;/strong&gt;“.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ter o mérito de primeiro filme “splatter” francês também não é “pouca porcaria“, como se diz no Sul. Tudo bem que o filme envelheceu bastante neste quesito, e hoje a maquiagem dos infectados, com suas nojentas feridas purulentas sempre escorrendo, já não seja mais tão marcante. E verdade seja dita: as cenas de violência não chegam aos pés daquelas que DAWN OF THE DEAD mostrou no mesmo ano, e muito menos das produções italianas de zumbis do mesmo periodo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt;, os franceses &lt;strong&gt;Yannick Josse&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Raphaël Marongiu&lt;/strong&gt; assinam maquiagem e efeitos ao lado do italiano &lt;strong&gt;Alfredo Tiberi&lt;/strong&gt;, um especialista que já havia trabalhado no polêmico e escatológico &lt;strong&gt;SALÓ – OS 120 DIAS DE SODOMA&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Pier Paolo Pasolini&lt;/strong&gt;. A maior parte das cenas de violência parecerá fraca para a geração &lt;strong&gt;HOSTEL &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;JOGOS MORTAIS&lt;/strong&gt;, já que a câmera se limita a mostrar o “&lt;strong&gt;pós-assassinato&lt;/strong&gt;“: tipo, o garfo-de-feno já enterrado no peito da moça, o olho do homem já arrancado para fora da órbita, o pescoço da velha já cortado, e por aí vai, mas sem mostrar os atos de violência sendo cometidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A salutar exceção é uma cena surpreendentemente sangrenta, ainda mais para a época, e que continua marcante mesmo para o público de hoje: a tal da filha cuja cabeça é decepada a machadadas pelo próprio pai. Confesso até que me espantei ao ver os golpes do machado sendo mostrados explicitamente pela câmera, e seguidos de generosos esguichos de sangue – ainda mais pelo clima tosco e barato que marca todo o restante da produção. Trata-se de um momento muito bem feito, que fica na cabeça (desculpem o trocadilho) dias depois de se ter visto o filme, como o infernauta pode conferir em primeira mão nas fotos abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O que atrapalha, às vezes, é justamente a enorme simplicidade do roteiro. Parece que falta um objetivo à busca de Elisabeth, e por mais que ela queira chegar ao vinhedo para reencontrar o noivo, as preocupações de alguém na mesma situação deveriam ser bem diferentes (tentar chegar a um local civilizado para buscar a ajuda da polícia, por exemplo). Um dos pontos fracos do filme (ou altos, dependendo do tipo de espectador que você é) envolve a personagem da ninfomaníaca, que só está no filme porque é interpretada pela musa do diretor, &lt;strong&gt;Brigitte Lahaie&lt;/strong&gt; – que Rollin já havia dirigido anos antes em cenas mais explícitas, se é que vocês me entendem… Pois com menos de cinco minutos em cena, a moça aparece com uns quatro figurinos diferentes (!!!), e isso magicamente, de um segundo para o outro. Pior: lá pelas tantas, ainda surge inexplicavelmente acompanhada por dois cachorros e com uma tocha numa das mãos, como &lt;strong&gt;Barbara Steele&lt;/strong&gt; em &lt;strong&gt;A MÁSCARA DO DEMÔNIO&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Mario Bava&lt;/strong&gt;. Acontece que Rollin dizia que Brigitte era a “&lt;strong&gt;sua&lt;/strong&gt;” &lt;strong&gt;Barbara Steele&lt;/strong&gt;! Ah tá…&lt;/div&gt;Pelo menos Brigitte protagoniza a obrigatória cena de nudez gratuita (embora desta vez com uma explicação lógica no contexto do roteiro), quando tira o vestido até os tornozelos para provar aos dois caçadores matutos que não tem no corpo (e que corpão!) nenhuma das feridas que denunciam os infectados. Mas nenhum destes detalhes estraga o filme, pelo contrário: são besteiras tradicionais para quem está acostumado com o cinema de Rollin,&lt;strong&gt; Jess Franco&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Joe D’Amato&lt;/strong&gt; e outros tarados acostumados a filmar sexo e violência sem muito olho para verossimilhança ou lógica.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;E como &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; foi um razoável sucesso comercial no mercado internacional, &lt;strong&gt;Jean Rollin&lt;/strong&gt; deixou mais um pouco de lado seus vampiros tarados para fazer outros dois filmes com mortos-vivos (completando uma trilogia, a exemplo de Romero). Como no caso da trilogia norte-americana, nenhum dos filmes têm relação entre si. O segundo da série foi o já citado e pavoroso &lt;strong&gt;ZOMBIE LAKE&lt;/strong&gt; (no original, &lt;strong&gt;LE LAC DES MORTS VIVANTS&lt;/strong&gt;), de 1981. &lt;strong&gt;Gabriel Paixão&lt;/strong&gt; já fez um esforço hercúleo para escrever um artigo sobre esta bomba, então não vou me deter aos detalhes, apenas citar que era para o filme ter sido dirigido por &lt;strong&gt;Jess Franco&lt;/strong&gt; (!!!), mas até ele, acostumado a rodar todo tipo de porcarias, achou que ia dar merda e pulou fora, deixando a bomba para Rollin (que, envergonhado, assinou com o pseudônimo &lt;strong&gt;J.A. Laser&lt;/strong&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYcIE-dLI/AAAAAAAAA14/hHXXuvlQPnk/s1600/grapes-of-the-dead-1978-20.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYcIE-dLI/AAAAAAAAA14/hHXXuvlQPnk/s320/grapes-of-the-dead-1978-20.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Finalmente, Jean encerrou a primeira (e única) trilogia francesa de mortos-vivos com &lt;strong&gt;THE LIVING DEAD GIRL&lt;/strong&gt; (título original: &lt;strong&gt;LA MORTE VIVANTE&lt;/strong&gt;), que é de 1982 e um pouco melhorzinho que &lt;strong&gt;ZOMBIE LAKE&lt;/strong&gt;, mas bem pior que&lt;strong&gt; THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt;. O diferencial desta produção é que a tal morta-viva do título se alimenta de sangue, e não de carne humana, puxando mais para o vampirismo (fetiche de Rollin) do que para o “&lt;strong&gt;zumbisismo&lt;/strong&gt;“. Ironicamente, nenhum deles foi produzido por &lt;strong&gt;Jean-Marc Ghanassia&lt;/strong&gt;, que deve ter ficado cabreiro de trabalhar novamente com o diretor e preferiu fechar a conta da colaboração entre ambos com &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Para quem gosta de curiosidades de bastidores, vale destacar que a bela &lt;strong&gt;Marie-Georges Pascal&lt;/strong&gt;, que interpreta a “&lt;strong&gt;heroína&lt;/strong&gt;” Elisabeth, fez mais alguns filmes de pouca ou nenhuma expressão, normalmente em papel secundário, até que, em 1985, deu um fim à carreira e à própria vida, cometendo suicídio em Paris. Tinha apenas 39 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A estrelinha pornô Brigitte Lahaie continuou fazendo sacanagem até a metade da década de 80, e depois começou a aparecer direto em filmes de suspense-horror, tornando-se protagonista de FACELESS (dirigido por Jess Franco em 1987) e, mais recentemente, do horror francês CALVAIRE (dirigido por Fabrice Du Welz em 2004).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Já Rollin, como dito anteriormente, faleceu aos 72 anos.Em seus últimos filmes, inclusive voltou ao seu tema preferido, o vampirismo, em LA FIANCÉE DE DRACULA, de 2002. Tanto ele quanto seu irmão, Olivier Rollin, e o co-roteirista Jean-Pierre Bouyxou fazem pontas em THE GRAPES OF DEATH como infectados.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Infelizmente, &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; continua inédito no Brasil, onde não chegou às nossas videolocadoras, nem em VHS nem em DVD, embora há algum tempo tenha sido exibido pelo cineasta &lt;strong&gt;Carlos Reichenbach&lt;/strong&gt; em suas antológicas &lt;strong&gt;Sessões do Comodoro&lt;/strong&gt;. A bem da verdade, fazendo um esforço de memória agora, simplesmente não lembro de ter visto algum dos filmes de Rollin lançado comercialmente no país (talvez os pornôs dos anos 70-80), o que nem me surpreende. Agora, em tempos de Lei Seca, seria um bom momento para corrigir esta injustiça: o Governo Federal deveria exibir o filme do Rollin como alerta para os perigos do consumo excessivo do álcool!&lt;/div&gt;Já para os fãs de filmes de zumbis, especialmente aqueles que pensam que já viram de tudo no gênero, recomendo &lt;strong&gt;THE GRAPES OF DEATH&lt;/strong&gt; sem pensar duas vezes. De preferência, para conferir acompanhado de uma boa taça de vinho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYdtNwVXI/AAAAAAAAA18/MOLUn0NnXCE/s1600/nodo_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYdtNwVXI/AAAAAAAAA18/MOLUn0NnXCE/s320/nodo_front.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-762103805765179560?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/762103805765179560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=762103805765179560' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/762103805765179560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/762103805765179560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/grapes-of-death-um-classico.html' title='Grapes of Death, The: Um clássico desconhecido!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrYM_UHNpI/AAAAAAAAA1Q/mjVHFsTMmcM/s72-c/grapes-of-the-dead-1978-4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-3553121014002146921</id><published>2010-12-17T00:59:00.000-02:00</published><updated>2010-12-17T00:59:57.834-02:00</updated><title type='text'>Olhos do Mal (”No-Do”)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrSEYk9ZHI/AAAAAAAAA1M/0ZWHu3a5HCI/s1600/nodo_front.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrSEYk9ZHI/AAAAAAAAA1M/0ZWHu3a5HCI/s320/nodo_front.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Francesca (Ana Torrent de “A Outra“) é uma pediatra que após passar por um forte trauma pessoal, muda-se com sua família para uma casa que se revelará mal assombrada por conta de assassinatos e exorcismos cometidos pela igreja católica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O filme consegue fazer uma colagem narrativa de produções de sucesso como “Sexto Sentido“, “Os Outros” e “Orfanato” e acaba sendo previsível em várias seqüências. Por outro lado é interessantíssimo a reconstituição histórica que seu roteiro apresenta mostrando um aspecto político da Espanha (as propagandas de governo de décadas atrás, ou No-Do, o título original) influenciando na religião e fazendo uma intersecção natural com a história.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No aspecto técnico, “Olhos do Mal” se sai bem, como sempre pela criatividade dos cineastas que conseguiram efeitos especiais no mínimo razoáveis com o (imagino) pouquíssimo dinheiro disponível. Destaque para a ótima fotografia de Juan Carlos Gómez onde só o posicionamento da câmera bem calculado já consegue criar a tensão no espectador. E também as seqüências com as filmagens dos antigos documentários que são, de longe, as mais apavorantes cenas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Olhos do Mal” é um terror muito bom, mesmo que padeça de alguns clichês do gênero por simplesmente imitar grandes sucessos. A notícia boa é que ele convence e vale a pena.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-3553121014002146921?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/3553121014002146921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=3553121014002146921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3553121014002146921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3553121014002146921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/olhos-do-mal-no-do.html' title='Olhos do Mal (”No-Do”)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQrSEYk9ZHI/AAAAAAAAA1M/0ZWHu3a5HCI/s72-c/nodo_front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-801631061641776151</id><published>2010-12-16T01:13:00.000-02:00</published><updated>2010-12-16T01:13:44.354-02:00</updated><title type='text'>A besta da Caverna Assombrada: Bagaceira curiosa!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQmD1wnwomI/AAAAAAAAA1I/BIuCU1MzXVI/s1600/after_life-2009-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="180" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQmD1wnwomI/AAAAAAAAA1I/BIuCU1MzXVI/s320/after_life-2009-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma quadrilha de assaltantes formada pelo líder Alex Ward (Frank Wolff), sua amante Gypsy Boulet (Sheila Carol), e dois comparsas, Marty Jones (Richard Sinatra) e Byron Smith (Wally Campo), planejam roubar ouro de um banco de uma pequena cidade no Estado americano de Dakota. Para isso, eles se hospedam numa estação de esqui no meio das montanhas geladas e carregadas de neve. O plano ainda consiste na explosão de uma mina com uma bomba para desviar a atenção das pessoas da região enquanto roubam barras de ouro do banco da cidade.&lt;br /&gt;Fugindo para uma cabana isolada nas montanhas, de propriedade do instrutor de esqui Gil Jackson (Michael Forest), o grupo aguarda um resgate de avião para o Canadá, porém eles não imaginavam que a explosão na caverna despertou a ira de uma criatura monstruosa parecida com uma aranha, repleta de tentáculos peludos e que se alimenta do sangue de suas vítimas, que ficam imobilizadas e presas em teias. Agora, além de enfrentar problemas de relacionamento entre eles (a única mulher do bando está querendo abandonar a carreira de crimes e inevitavelmente se apaixona pelo “garoto natureza” Gil), e de tentar colocar em prática o plano de fuga com o ouro roubado, eles terão também que lutar por suas vidas contra a fúria da “besta da caverna assombrada”.&lt;br /&gt;“A Besta da Caverna Assombrada” (Beast From the Haunted Cave, 1959) é mais uma bagaceira de orçamento paupérrimo da nostálgica década de 50 do século passado, produzido pelos irmãos Corman (Gene e Roger, este último mais conhecido como o “Rei dos Filmes B”), e com direção de Monte Hellman a partir de um roteiro de Charles B. Griffith. Com pouco mais de 70 minutos de duração, o filme tem um nome chamativo, mas na verdade a história é bem superficial e decepcionante não despertando grande interesse, servindo praticamente apenas como um pretexto para mostrar os ataques de um monstro assassino (interpretado por Christopher Robinson), que habitava a escuridão de uma caverna.&lt;br /&gt;As cenas com a criatura são poucas e quando ela aparece, suas ações são muito rápidas e de visualização prejudicada pela fotografia escura demais, exceto pela sequência final dentro de seu próprio ambiente, onde ocorre um sangrento confronto entre o monstro vampiro e os assaltantes de banco, com um desfecho tradicional e totalmente previsível.&lt;br /&gt;Vale conhecer como curiosidade, por se tratar de mais uma daquelas tranqueiras produzidas em preto e branco há quase meio século atrás, com produção executiva do cultuado Roger Corman, e pela fera absurda do título.&lt;br /&gt;“&lt;strong&gt;A Besta da Caverna Assombrada&lt;/strong&gt;” foi lançado em DVD no Brasil pela “&lt;strong&gt;Fantasy Music&lt;/strong&gt;” em setembro de 2006, na coleção “&lt;strong&gt;Sessão da Meia-Noite&lt;/strong&gt;”, trazendo no mesmo DVD o divertido “&lt;strong&gt;O Cérebro Que Não Queria Morrer&lt;/strong&gt;” (The Brain That Wouldn´t Die, 1962), dirigido por &lt;strong&gt;Joseph Green&lt;/strong&gt; e com &lt;strong&gt;Jason Evers&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Virginia Leith&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Leslie Daniels&lt;/strong&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-801631061641776151?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/801631061641776151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=801631061641776151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/801631061641776151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/801631061641776151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/besta-da-caverna-assombrada-bagaceira.html' title='A besta da Caverna Assombrada: Bagaceira curiosa!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQmD1wnwomI/AAAAAAAAA1I/BIuCU1MzXVI/s72-c/after_life-2009-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2612263765952817238</id><published>2010-12-16T01:06:00.000-02:00</published><updated>2010-12-16T01:06:19.397-02:00</updated><title type='text'>Enterrado Vivo: Profundo e Sufocante!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQmB8ffQ8FI/AAAAAAAAA1E/MzgpRzaqs3Y/s1600/after_life-2009-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQmB8ffQ8FI/AAAAAAAAA1E/MzgpRzaqs3Y/s320/after_life-2009-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma das cenas mais assustadoras do excelente “A Maldição dos Mortos-Vivos” (1988), de Wes Craven, é aquela em que Dennis Alan (Bill Pullman) é contaminado por uma droga que paralisa as pessoas, deixando-as como mortas, mas conscientes, e corre pelas ruas do Haiti gritando “Não deixem que eles me enterrem. Eu não estou morto.” O espectador acompanha lentamente o processo de seu enterro pela visão do rapaz até que seus músculos voltam a funcionar já no interior do caixão. Uma Thurman também comeu o pão que o diabo amassou quando interpretou a Noiva, em “Kill Bill” (2003/2004), de Quentin Tarantino, tendo que usar as lições do mestre Pai Mei (Gordon Liu) para se livrar de sua sepultura. O diretor depois repetiria a dose em “Grave Danger“, episódio do CSI, quando Nick Stokes (George Eads) é enterrado vivo por um homem que queria vingar a filha. Muitos irão se lembrar do clássico Supercine “Sepultado Vivo” (1990), de Frank Darabont (The Walking Dead) em que Clint Goodman (Tim Matheson) acorda há sete palmos sob a terra, graças ao ato cruel de sua esposa Joanna (Jennifer Jason Leigh) e de seu amante. A experiência foi tão ruim para Matheson que ele próprio resolveu dirigir uma continuação/remake em 1997 intitulada “Enterrada Viva“, colocando sob a terra Ally Sheedy – que interpreta Laura Riskin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há muitas outras produções que apresentam a tapocrifação como mote com consequências diversas, mas a mais marcante é, sem dúvida alguma, “Pavor na Cidade dos Zumbis“, filme dirigido por Lucio Fulci em 1980. Depois que Mary (Katherine MacColl) começa a se debater durante uma sessão espírita, ela perde os sentidos e é considerada morta, sem passar por exames médicos ou autópsias. O seu desespero ao acordar em seu leito final é extremamente convincente, pois ela arranha o teto do caixão, arrancando as unhas e esfolando os dedos contra a madeira, num belíssimo trabalho de sonoplastia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dizem às más línguas que a tafofobia ou o medo de ser enterrado vivo está associado ao mito do uso das estacas nos vampiros. Como não tinham como confirmar a morte de um indíviduo – e marcas em caixões indicavam que muitos haviam sido enterrados vivos -, um ato comum na Antiguidade era utilizar estacas de madeira na tampa do caixão. Elas serviriam para fincar o corpo na terra e ao mesmo tempo evitar que a pessoa retornasse dos mortos. Esse medo também faz com que muitas pessoas hoje em dia queiram levar aparelhos de comunicação como celulares e até uma corda com um sino para sua cova. Exagero? Coloque-se no lugar da vítima, acordando num ambiente fechado, abafado, com pouca movimentação, sem luz, alimentos…ou melhor, coloque-se no lugar de Paul Conroy.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Escuridão total. Amarrado e amordaçado. Pouco espaço para se movimentar. O motorista de caminhão &lt;strong&gt;Paul Conroy&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Ryan Reynolds&lt;/strong&gt; de “&lt;strong&gt;Horror em Amityville&lt;/strong&gt;“) não está morto. Ele acorda dentro de uma caixa de madeira sem entender como chegou ali. Com muita dificuldade, ele livra seus braços e sua boca e começa a gritar pedindo ajuda. Não está sozinho. Há um canivete, um isqueiro, uma lanterna problemática e um celular com bateria gasta lhe fazendo companhia. Ele tem apenas 90 minutos – o tempo de duração do filme – para encontrar um meio de sair dali antes que o local se torne sua última morada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Enterrado Vivo” é definitivamente o melhor filme de 2010! Não é à toa que o longa tenha vencido o prêmio NBR, de Melhor Roteiro Original, e que tenha sido ovacionado pela plateia do Festival de Sundance, sendo disputado por diversas distribuidoras até a LionsGate adqurir os direitos. Tenso, claustrofóbico, inovador…o filme de Rodrigo Cortés (Dirt Devil) é uma experiência de luta pela sobrevivência que faria JigSaw revirar em seu túmulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A partir de um roteiro de Chris Sparling (An Uzi at the Alamo), o filme tem a ousadia de conduzir todos os seus 90 minutos SEM SAIR DO CAIXÃO e ainda assim proporcionar cenas de suspense e momentos de tirar o fôlego. Se você achou que Joel Schumacher havia feito um bom trabalho em “Por um Fio” ou se Chris Kentis fez você beijar o chão ao sair do cinema em “Mar Aberto“, o que pode ser dito do trabalho de Cortés? O diretor dá uma aula de dinamismo em seu filme independente, e pode ser que você se veja dando uma inspirada profunda ainda na sala de cinema quando os créditos surgirem na tela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A grande inspiração do diretor é assumidamente &lt;strong&gt;Hitchcock&lt;/strong&gt;. Ele foi o cineasta que deu o pontapé inicial em produções com um único ambiente (&lt;strong&gt;Um Barco e Nove Destinos&lt;/strong&gt;) e realizadas em plano único em tempo real (&lt;strong&gt;Festim Diabólico&lt;/strong&gt;). Cortés comenta o desafio assumido: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“uma vez que as engrenagens da máquina dramática estão no lugar, o próximo passo é conceber o filme visualmente em sua cabeça, fazer uma lista de planos que juntos possam cativar o espectador, segurar a atenção sem deixar brecha para a distração; e a narrativa deve variar com o avanço da história, por meio de ritmos diferentes e um leque variado de opções expressivas usado para manter a história original e os olhos do espectador grudados na tela.”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se existia uma regra na concepção de “&lt;strong&gt;Enterrado Vivo&lt;/strong&gt;“, esta era: &lt;strong&gt;“Nunca sair para a superfície.”&lt;/strong&gt; Mostrar flashbacks ou sonhos do protagonista seria uma forma do próprio diretor fugir de seu desafio, como se o próprio não conseguisse suportar a pressão vivida pelo personagem. Assim, Cortés conduz seu filme dando pequenas pistas para que o espectador fique com a missão de juntar as peças e entender o que está acontecendo. O dinamismo ocorre através dos telefonemas de Paul para familiares, amigos, agentes do governo americano e até mesmo com o responsável por sua estada ali.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez o único defeito da produção esteja no próprio celular. Se você já está acostumado a ver filmes onde o celular nunca funciona, perde o sinal ou está sem bateria, felizmente em “&lt;strong&gt;Enterrado Vivo&lt;/strong&gt;” isso dificilmente acontece. Não chega a ser tão absurdo quanto aquele “&lt;strong&gt;Celular – Um Grito de Socorro&lt;/strong&gt;“, mas ainda assim é estranho imaginar o personagem telefonando do Iraque para os EUA, de dentro de um caixão, e ainda assim conseguir uma boa comunicação em diversas situações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se já não bastasse todo o ambiente sufocante, a narrativa ainda consegue proporcionar momentos agudos de tensão como aquele envolvendo uma cobra e fogo ou a explosão de bombas nas proximidades – é o popular ditado: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Não há nada tão ruim que não possa ficar pior”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Além disso, o filme traz críticas sociais como a dificuldade em conseguir informações rápidas pelo telefone – sabe aquela musiquinha de espera? Você nunca imaginou o quanto isso pudesse ser uma tortura… -, o preconceito (se ele tivesse dinheiro ou fosse alguém importante, o tratamento poderia ser diferente) e ainda apresenta uma imagem satírica da relação EUA e Iraque, remetendo sem modéstia à crise pós-11 de setembro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ryan Reynolds está bem no papel do desesperado Paul. É provável que a carga dramática exigida tenha sido além das capacidades do ator, se você comparar a atuação dele com a de Katherine MacColl ou Tim Matheson, porém ainda assim ele soube trabalhar bem seus quase monólogos e transmitir com eficiência a dor do personagem no seu auto-flagelo no ato final. Embora o ator ainda consiga manter sua veia cômica da época em que fazia “Two Guys, a Girl and a Pizza Place” proporcionando algumas risadas involuntárias em seus diálogos absurdos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aqueles que curtem filmes no estilo &lt;strong&gt;MTV&lt;/strong&gt;, com muita ação e cortes de cena a cada segundo, ou completamente convencionais (produções que não evitam os lugares-comuns e clichês do gênero), podem ficar um pouco decepcionados com “&lt;strong&gt;Enterrado Vivo&lt;/strong&gt;” . É importante entender a proposta antes de ousar assisti-lo, lendo críticas e informações sobre a produção. Trata-se de um filme diferente, extremamente criativo e excepcional, daqueles que você costuma guardar para sempre, sem a necessidade de cavar muito para trazê-los para a superfície da memória.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2612263765952817238?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2612263765952817238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2612263765952817238' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2612263765952817238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2612263765952817238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/enterrado-vivo-profundo-e-sufocante.html' title='Enterrado Vivo: Profundo e Sufocante!'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQmB8ffQ8FI/AAAAAAAAA1E/MzgpRzaqs3Y/s72-c/after_life-2009-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-7672296378982466849</id><published>2010-12-15T01:51:00.000-02:00</published><updated>2010-12-15T01:51:17.134-02:00</updated><title type='text'>Estripador de Las Vegas, O: Muita Estrela pra Pouca Constelação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6BgA0LqI/AAAAAAAAA0o/qm-3T28gH5g/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6BgA0LqI/AAAAAAAAA0o/qm-3T28gH5g/s320/demonio_1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Dois dos maiores defeitos que um ser humano pode contrair são a pretensão e a presunção – a tentativa às vezes desesperada de se fazer notar e ser notado somado com a certeza de que isto está realmente acontecendo. Falhas normalmente atribuídas a socialites, celebridades instantâneas e herdeiras entediadas. Nessa linha, um pretenso diretor e roteirista underground chamado Nick Palumbo começou sua cruzada solitária por uma luz nos holofotes do estrelato, no panteão dos filmes controversos por sua violência desmedida, e presumiu que estava realizando a “última Coca-cola gelada do deserto” em matéria de gore e horror extremo.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6CVtjREI/AAAAAAAAA0s/ERXwj05KzJM/s1600/girl-zombie-The-Walking-Dead-AMC-tv-show-image-600x322.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6CVtjREI/AAAAAAAAA0s/ERXwj05KzJM/s320/girl-zombie-The-Walking-Dead-AMC-tv-show-image-600x322.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A estréia de Palumbo no mundo do cinema foi em 2000 com o filme NUTBAG, a história de um maluco psicótico que assassina indiscriminadamente todos os que o encontra na cidade de Las Vegas e como muitos indies descartáveis por aí, NUTBAG é tão undergroud que permaneceu “debaixo da terra”, fora da vista do grande público.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Eis que alguns anos depois, mais especificamente em 2004, o diretor metido a marketeiro realiza &lt;strong&gt;MURDER-SET-PIECES&lt;/strong&gt; – lançado em DVD no mercado nacional pouco tempo atrás pela Ocean Pictures com o título &lt;strong&gt;O ESTRIPADOR DE LAS VEGAS&lt;/strong&gt; – que vejam só, é a história de um neonazista psicótico que assassina todos os que encontra na cidade de Las Vegas!!&lt;/div&gt;E o pior da conversa é que Palumbo sem freios na língua classificou sua película no site oficial como “o mais controverso da história”! Vocês não leram errado, não é “do ano” ou “da década”, é o “da HISTÓRIA”… Fico imaginando Palumbo numa roda de amigos e potenciais investidores dizendo: &lt;em&gt;“Caras, vocês vão se impressionar, &lt;strong&gt;CANNIBAL HOLOCAUST&lt;/strong&gt; é &lt;strong&gt;LEGALMENTE LOIRA&lt;/strong&gt; perto do que eu estou fazendo…”&lt;/em&gt;. Hahahaha… E ainda com a pachorra de declarar que este seria &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“o filme de terror pelo qual todos os próximos seriam comparados”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;! Modesto o rapaz, não?&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Enfim, com esta avacalhação antecipada, vocês já devem estar pensando que o filme é uma imensa porcaria. E é mesmo! O que eu não entendo – e este é um dos principais motivos pra relevar a produção a ponto de escrever sobre ela – é como um projeto tranqueira como esse tenha conseguido atrair participações pequenas, mas especialíssimas, de Gunnar Hansen, Edwin Neal (ambos eternizados pelo O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA), Tony Todd (CANDYMAN) e Cerina Vincent (CABANA DO INFERNO).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Certamente a capacidade de lábia de Nick Palumbo é deveras maior que o seu talento como diretor. Pelo menos &lt;strong&gt;MURDER-SET-PIECES&lt;/strong&gt; acabou fazendo seu diretor abaixar um pouco seu topete e maneirar nas declarações sobre seus dois filmes engatilhados para lançamento futuro: &lt;strong&gt;CORPSE &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;THE LAST GAS STATION,&lt;/strong&gt; ambos a serem lançados em meados de 2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6DGkyJjI/AAAAAAAAA0w/fhAG79ptwH0/s1600/murder-set-pieces-2004-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6DGkyJjI/AAAAAAAAA0w/fhAG79ptwH0/s320/murder-set-pieces-2004-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A premissa que eu descrevi acima é mais do que suficiente para entender a história, porém vou tentar me aprofundar um pouco mais nos próximos parágrafos: Sven Garrett interpreta um fotógrafo alemão neonazista que vive na cidade de Las Vegas. Violento e deslocado da realidade, o fotógrafo possui um passado de mãe prostituta, conflitos familiares, traumas e outras besteiras.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Apesar de ser um sujeito agressivo e dar uma de “Dexter” nas horas vagas matando prostitutas a sangue frio, consegue manter um relacionamento relativamente estável com a esquisita Charlotte (Valerie Baber) – que parece ser tão retardada quanto ele. Mas a pequena filha dela, Jade (Jade Risser), não cai na lábia do fotógrafo e acha que ele esconde alguma coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6GXXt8bI/AAAAAAAAA1A/W7CsfQTY_DE/s1600/the-walking-dead-tv-movie-poster-1020552619.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6GXXt8bI/AAAAAAAAA1A/W7CsfQTY_DE/s320/the-walking-dead-tv-movie-poster-1020552619.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Então a garotinha começa a segui-lo e investigar por conta própria, eventualmente descobre os segredos do maníaco (que não faz muito esforço para esconder a sujeira que faz, diga-se de passagem) e passa a correr um enorme risco de morte, que seria apenas mais uma para o currículo do fotógrafo. Pesadelos recorrentes do protagonista e cenas de Garret levantando peso são o máximo que o roteiro vai te mostrar além do que já foi dito.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Pessoas morrem a torto e a direito na produção e por conta do tédio eu não tive saco suficiente pra numerar, mas alguém no IMDB contou e registrou que nada menos do que 30 vitimas padecem ao longo dos 91 minutos da versão “director’s cut” lançada no Brasil (gastando um total estimado de 55 galões de sangue falso), ou seja, na média uma morte é mostrada a cada 90 segundos – e convenhamos, se quisesse ver só tripas e sangue fluindo sem entretenimento agregado iria até um açougue.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6Dum6KCI/AAAAAAAAA00/Q2F0AA-AE3o/s1600/murder-set-pieces-2004-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="168" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6Dum6KCI/AAAAAAAAA00/Q2F0AA-AE3o/s320/murder-set-pieces-2004-2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Levando em consideração que a maioria das mortes exibe atos sexuais e falsos requintes de crueldade, sobra uma fagulha de tempo para desenvolver a história ainda que ela fosse genial. E como já vimos que não é, as situações parecem totalmente soltas no ar, pescando diferentes linhas de raciocínio a cada cena calma, explorando a paciência do espectador a níveis inimagináveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;De maneira que as velozes pontas especiais são encaixadas em qualquer contexto sem muito critério, como por exemplo o papel do mecânico nazista interpretado pelo eterno Leatherface, Gunnar Hansen, que aparece em cena por quarenta segundos só pra vender uma arma para o vilão… Ou Edwin Neal como um homem que dá carona para a irmã da mocinha e *puff* some no ar. Pelo menos a participação de Tony Todd como o balconista de uma locadora de pornografia (onde o diretor aproveita para fazer uma autopropaganda e referenciar seu filme &lt;strong&gt;NUTBAG&lt;/strong&gt;) é um pouco mais relevante para a trama, contudo isto não significa muita coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6FM-vo2I/AAAAAAAAA08/y_Gdr9cBnnc/s1600/the-walking-dead-2010-11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6FM-vo2I/AAAAAAAAA08/y_Gdr9cBnnc/s1600/the-walking-dead-2010-11.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A violência, o quesito que Nick Palumbo tanto fez questão de alardear, é tão corriqueira e trivial que se torna caricata. É bem feita (créditos para a equipe de Jerami Cruise e sua empresa ToeTag responsável pelos efeitos da nauseante trilogia &lt;strong&gt;AUGUST UNDERGROUND&lt;/strong&gt;) e pode até impressionar no início, todavia nem todos os galões de sangue falso do mundo conseguem causar impacto no espectador quando não são calçados em uma atmosfera minimamente opressiva e perturbadora, mesmo que mostre violência contra crianças e estupros bem gráficos. A falta de sagacidade e perícia do diretor é evidente nestes momentos, prejudicado ainda mais com a escolha de um protagonista tão fraco quanto Sven Garrett.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O personagem é absolutamente raso apesar da tamanha importância na trama, a exceção de alguns flashbacks inconclusivos muito pouco sabemos sobre o passado do fotógrafo, e o Sven é tão “uma nota só” que o ranger de dentes do público acontece por raiva, não por medo. Os demais, excetuando as participações especiais, é o típico elenco amador padrão – sem destaque, tampouco expressão – sofrendo com a péssima qualidade do desenvolvimento sugerido pelo roteiro, para não dizer que quase todas as vitimas do maníaco sequer têm nome.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;De bom, apenas o carro estiloso do antagonista, a bela paisagem do estado de Nevada, uma quantidade enorme e gratuita de mulher pelada e a certa ousadia (ou o máximo de “controvérsia” que você vai ver) em deixar que a “garota final” não tenha mais de 12 anos, contudo nada que justifique qualquer relevância para compra ou locação.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6EbkvEAI/AAAAAAAAA04/fcJvHCsWmHk/s1600/murder-set-pieces-2004-3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="172" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6EbkvEAI/AAAAAAAAA04/fcJvHCsWmHk/s320/murder-set-pieces-2004-3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Portanto fica a recomendação: Se você se impressiona com galões de sangue falso lambuzando mulheres peitudas, é uma excelente pedida. Agora se você acha que cinema é um pouco mais do que isso e que um filme para ser aceitável precisa ter um mínimo de história, direção ou divertimento, passe a borracha em &lt;strong&gt;O ESTRIPADOR DE LAS VEGAS&lt;/strong&gt; e deixe sua curiosidade mórbida te levar para o novo filme de Uwe Boll ou da Asylum.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-7672296378982466849?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/7672296378982466849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=7672296378982466849' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7672296378982466849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7672296378982466849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/estripador-de-las-vegas-o-muita-estrela.html' title='Estripador de Las Vegas, O: Muita Estrela pra Pouca Constelação'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg6BgA0LqI/AAAAAAAAA0o/qm-3T28gH5g/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-889273946859146429</id><published>2010-12-15T01:36:00.000-02:00</published><updated>2010-12-15T01:36:20.076-02:00</updated><title type='text'>Terror nos Cinemas em 2011</title><content type='html'>A PlayArte divulgou a lista de seus lançamentos nos cinemas em 2011! Confira as produções do gênero fantástico:&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Dia 18/02 – MISTÉRIO DA RUA 7 (Vanishing on 7th Street, EUA 2010), de Brad Anderson – Suspense:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg28A6OKmI/AAAAAAAAA0Y/mU9IpYqOZS0/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="189" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg28A6OKmI/AAAAAAAAA0Y/mU9IpYqOZS0/s320/demonio_1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Estrelado por Hayden Christensen (Star Wars I, II e III), John Leguizamo (Fim dos Tempos) e Thandie Newton (RocknRolla), o filme mostra o que acontece após um misterioso blecaute onde a maior parte da população desaparece no ar. Enquanto os poucos sobreviventes acabam em um bar tentando descobrir o que está acontecendo, a escuridão volta para buscá-los um a um.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Dia 04/03 – A CASA (La Casa Muda, Uruguai 2010), de Gustavo Rojo – Suspense:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg28pDbJ7I/AAAAAAAAA0c/d1zx2l2h7pQ/s1600/girl-zombie-The-Walking-Dead-AMC-tv-show-image-600x322.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg28pDbJ7I/AAAAAAAAA0c/d1zx2l2h7pQ/s320/girl-zombie-The-Walking-Dead-AMC-tv-show-image-600x322.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com orçamento estimado em apenas US$ 6 mil, filmado em 4 dias, “A Casa” é um terror uruguaio que foi selecionado para o Festival de Cannes com a promessa de ser o primeiro filme de terror filmado com uma única tomada, sem cortes (one single shot). Foi baseado num fato real acontecido em 1944, quando dois corpos foram encontrados mutilados numa casa rural.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Dia 25/03 – APOLLO 18 – A MISSÃO PROIBIDA (Apollo 18, EUA 2011), de Gonzalo López-Gallego – Suspense:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg2-DD6vlI/AAAAAAAAA0g/wFxkquljYzM/s1600/the-walking-dead-2010-11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg2-DD6vlI/AAAAAAAAA0g/wFxkquljYzM/s320/the-walking-dead-2010-11.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O produtor Timur Bekmambetov e a Weinstein Company contrataram o diretor Gonzalo Lopez-Gallego para comandar “Apollo 18 – A Missão Proibida“. Fazendo uso do estilo câmera-amadora – mas no espaço – o filme mostrará uma versão que ninguém conhece da polêmica viagem à Lua, a partir de gravações perdidas. O produtor Bekmambetov foi contratado pela Rússia para elaborar um documentário sobre os acontecimentos daquela época e descobriu provas de que a viagem realmente aconteceu e que foram encontrados vestígios de vida alienígena. O produtor Harvey Weinstein confirma essa versão e diz que não faz parte de uma campanha de marketing, pois o filme mostrará os tais vídeos arquivados, ficando a cargo do público decidir se acredita ou não.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Dia 22/04 – ATIVIDADE PARANORMAL EM TÓQUIO (Paranormal Activity 2: Tokyo Night Japão 2010), de Toshikazu Nagae – Suspense:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Uma garota que visitava San Diego como estudante de intercâmbio acaba trazendo para sua morada no Japão o mal que assombrou Katie Featherston no original. Qualquer semelhança com “O Grito 2” é mera coincidência… No trailer oficial, vemos cenas que parecem um remake do filme de Oren Peli e não uma sequência propriamente dita. Notem que eles até usam a reação da plateia para chamar a atenção para o que será visto na tela.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Dia 13/05 – ÁREA 51 (EUA 2010), de Oren Peli – Suspense:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O nome da vez de Hollywood é o de Oren Peli, que conseguiu um sucesso assustador com seu filme Atividade Paranormal. Seu próximo trabalho, intitulado Área 51, terá um nerd, que possui uma vasta aparelhagem e bons contatos dessa tal Área 51, e tentará registrar em vídeo o que encontrar pela frente, mesmo que o que veja possa ser extremamente assustador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;Dia 03/06 – EXORCISMUS – A POSSESSÃO (La Possesión de Emma Evans, Espanha 2010), de Manuel Carballo – Suspense:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg2-uDz3QI/AAAAAAAAA0k/LpLloM-7RVg/s1600/the-walking-dead-tv-movie-poster-1020552619.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="179" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg2-uDz3QI/AAAAAAAAA0k/LpLloM-7RVg/s320/the-walking-dead-tv-movie-poster-1020552619.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O filme dirigido por Manuel Carballo, estrelando Tommy Bastow, Sophie Vavasseur, Richard Felix, Douglas Bradley, e Stephen Billington conta a história de uma família que permite que sua filha de 15 anos seja exorcizada e o processo seja gravado, sem imaginar as consequências desse ato.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-889273946859146429?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/889273946859146429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=889273946859146429' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/889273946859146429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/889273946859146429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/terror-nos-cinemas-em-2011.html' title='Terror nos Cinemas em 2011'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg28A6OKmI/AAAAAAAAA0Y/mU9IpYqOZS0/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8204665212410563688</id><published>2010-12-15T01:26:00.000-02:00</published><updated>2010-12-15T01:26:19.605-02:00</updated><title type='text'>The Walking Dead</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0XiuSTVI/AAAAAAAAA0M/3ZvS5en4ijQ/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0XiuSTVI/AAAAAAAAA0M/3ZvS5en4ijQ/s320/demonio_1.jpg" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desde que os mortos deram seus primeiros passos em “The Walking Dead“, foi grande a expectativa em torno desse seriado de terror ambientado num mundo apocaliptico, com referências constantes aos clássicos do gênero. Não era para menos: o primeiro episódio, “Days Gone Bye“, colocou um sorriso no rosto dos fãs de produções de zumbis e de quadrinhos, ainda que suas diferenças fossem evidentes. Acompanhar a trajetória do policial Rick pelas ruas desertas de uma Atlanta sem vida, enquanto sonha em reencontrar sua família, sem saber o que aconteceu com o mundo ou porquê as pessoas resolveram voltar dos mortos, era realmente uma ótima ideia: por que ninguém havia pensado nisso antes?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rick não estava sozinho nessa busca. Nas proximidades da cidade, um grupo espreitava os acontecimentos de um acampamento, tentando se comunicar com outras pessoas através de um rádio. Havia também aqueles que se escondiam num edifício e o ajudaram, tirando-o de um tanque de guerra envolto de comedores de carne humana. No ótimo “Guts” fica evidente que nem todas as pessoas que sobreviveram são boas, e algumas são piores do que os zumbis que caminham pelas ruas. Rick e seus novos amigos fugiram do local para encontrar os demais vivos, o que gerou grandes encontros no terceiro episódio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Tell It to the Frogs” pode ser considerado o momento mais fraco da temporada. Os zumbis são deixados de lado para a apresentação dos personagens, seus conflitos e reencontros, ao passo que a traição de um amigo é colocada em cheque, fazendo o público questionar os atos de Shane ao ter escondido da esposa Lori a sua sobrevida. Mas, não é culpa dos roteiristas, já que era necessária essa interação para que o público pudesse se importar com aqueles sobreviventes. Também pesou contra a série a decisão absurda de Rick em comandar um grupo de resgate do mau-caráter Merle Dixon, deixando sua família e novos conhecidos a mercê dos zumbis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se o terceiro não teve um bom resultado, pelo menos tudo foi compensado pelo espetacular “&lt;strong&gt;Vatos&lt;/strong&gt;“, quarto episódio da série. Além de trazer bastante ação e mortos-vivos – além de uma gangue escondida na cidade que sequestrou Glenn -, a narrativa se relacionava ao sonho profético de Jim, que, de repente, surtou e começou a cavar buracos no chão; covas indicando uma tragédia iminente. O final sangrento e surpreendente trouxe de volta a esperança de bons episódios e momentos marcantes e assustadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0YaubZMI/AAAAAAAAA0Q/fxssbnjetUE/s1600/girl-zombie-The-Walking-Dead-AMC-tv-show-image-600x322.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="171" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0YaubZMI/AAAAAAAAA0Q/fxssbnjetUE/s320/girl-zombie-The-Walking-Dead-AMC-tv-show-image-600x322.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Wildfire” prometia ser mais um episódio de lágrimas e enterros, mas o roteiro acertou em apostar no tema “zumbis conhecidos” para mostrar a relação entre as pessoas que perdem seus parentes e são obrigados a enfrentá-los como criaturas irracionais. A volta de Amy, a vontade que Shane tem de matar Rick e o novo rumo dos sobreviventes tornaram o episódio bastante dinâmico, e o final “Lost” também ampliou a curiosidade dos telespectadores para o final da temporada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As referências à série de sucesso “Lost” foram muitas em “The Walking Dead“, mas não tão evidentes quanto os acontecimentos de “TS-19“, último episódio da primeira temporada. Deixando de lado as ações dos quadrinhos, “The Walking Dead” procurou apostar na relação entre os personagens e desenvolver conflitos que possam continuar na próxima temporada. Neste último capítulo, os personagens chegaram à desejada “C.C.D“, provavelmente o lugar mais seguro da região. Toda a situação envolvendo a chegada do grupo e a estrutura do local lembraram bastante aquela série que passava numa ilha cheia de mistérios. No entanto, a referência maior está na ausência de explicações, deixando diversas pontas soltas para 2011.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim que os sobreviventes foram recepcionados pelo Dr. Edwin Jenner (Noah Emmerich, de “Pecados Íntimos“), ele, armado, perguntou se alguém estaria infectado e disse que o ingresso seria um exame de sangue (tal atitude ocasiona um furo no roteiro, já que a ação do final do episódio contradirá todo esse medo do médico). Depois, todos tiveram oportunidade de tomar banho quente e jantar bem, e até uma boa noite de sono, regada a muito vinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Shane, que era visto pelo público como um possível vilão pela mentira contada à esposa de Rick, acabou sendo inocentado por um flashback (outro momento “Lost“), que mostrou o policial fazendo de tudo para ajudar o amigo quando a situação fugiu ao controle de todos. Porém, a bebedeira fez com que ele agisse de modo agressivo com Lori, tentando beijá-la à força. Parece que essa irregularidade do personagem será arrastada até a segunda temporada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando o final parecia perfeito, com o grupo feliz pela nova morada, o doutor explica o processo de evolução da doença e apresenta a paciente que serviu como base da experiência, chamada TS-19. É interessante acompanhar como o vírus age no cérebro da vítima da sua morte até seu ressurgimento; também são dadas pistas de que o vírus pode ter surgido num laboratório como esse. Descobrem um cronômetro que indica que algo aconterá dentro de uma certa hora e que as pessoas ali presentes, assim como o prédio inteiro, poderão ser eliminados antes que a ameaça abandone o local. As portas são trancadas…o medo da morte toma conta do ambiente!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ameaça? Será que os exames apontaram a presença do vírus entre os sobreviventes? Ou o erro cometido pelo doutor no começo poderia justificar o processo de auto-destruição? Por que os cientistas cometeram suicídio se ainda não estavam contaminados e o prédio aparentava ser um local seguro? E mais: o que teria dito o doutor para Rick, nos últimos minutos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“TS-19″ bateu recordes de audiência e aumentou a credibilidade de uma nova temporada. Porém, foi extremamente decepcionante para aqueles que esperavam mais ataques de zumbis e vítimas, em cenas sangrentas; eles pouco apareceram no último episódio, ficando apenas o mistério em relação ao Centro de Controle de Doenças e sua influência no que está acontecendo lá fora – situações que não existem nos quadrinhos. Questionamentos assim também aconteciam em séries como a extinta “24 Horas” (se houvesse um episódio em que Jack Bauer não desse um tiro), por exemplo. Além disso, pesou contra “The Walking Dead” as diferenças entre as Comic Book e a série, com os fãs irritados por cada mudança na história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ora, é preciso entender que a linguagem de uma série de TV é diferente da de uma revista em quadrinhos ou da de um filme de zumbis. É claro que erros graves ocorreram no seriado – alguns como furos no roteiro e clichês característicos de produções assim -, mas, no geral, a avaliação pode ser positiva. “&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;The Walking Dead” está distante de ser uma série perfeita, porém os primeiros passos foram dados. Com a demissão da equipe de roteirista, fica ainda mais evidente de que o seriado terá novos rumos em 2011. Pena que diferente de um zumbi, ela só retorne em outubro, daqui a dez longos meses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0Y1dRn_I/AAAAAAAAA0U/enr6cm4TOf0/s1600/the-walking-dead-tv-movie-poster-1020552619.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0Y1dRn_I/AAAAAAAAA0U/enr6cm4TOf0/s320/the-walking-dead-tv-movie-poster-1020552619.jpg" width="215" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8204665212410563688?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8204665212410563688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8204665212410563688' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8204665212410563688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8204665212410563688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/walking-dead.html' title='The Walking Dead'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQg0XiuSTVI/AAAAAAAAA0M/3ZvS5en4ijQ/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-3850523480565968820</id><published>2010-12-15T00:48:00.000-02:00</published><updated>2010-12-15T00:48:07.727-02:00</updated><title type='text'>A Sétima Alma (”My Soul To Take”, EUA, 2010)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQgsMzen4_I/AAAAAAAAA0I/3D_0jSUZAXo/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQgsMzen4_I/AAAAAAAAA0I/3D_0jSUZAXo/s320/demonio_1.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O primeiro ato desta produção mostra o melhor de Wes Craven, o célebre diretor do primeiro “A Hora do Pesadelo” e mais recentemente, o criador da série “Pânico“. Um psicopata com múltiplas personalidades é aparentemente morto pela polícia, ao mesmo tempo em que, num hospital, sete crianças nascem (incluindo o filho do dito cujo). Dezesseis anos depois, no dia em que se comemora a morte do serial killer, os sete adolescentes serão perseguidos pelo que pode ser o criminoso ou até mesmo alguém do grupo se fazendo passar por ele. Essa segunda hipótese é porque, segundo a história, a alma do psicopata pode ter se apossado de um ou mais pessoas que nasceram naquele dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Caso não tenham reparado, essa questão de “quem será o assassino” soa muito parecida com “Pânico“, certo? E apesar de ter boas sacadas, Craven se deixou levar pelas suas experiências passadas e recriou uma série de lugares comuns que ofuscam a originalidade do roteiro. Por isso, o início é importante, já que foge completamente do que será a trama a partir dos “dezesseis anos depois”. A maneira como se descobre o psicopata e as tomadas de puro horror da sua captura e fuga é para filme de terror nenhum botar defeito. De tão assustadora, essa primeira trama já poderia dar um filme inteiro. Mas preferiram investir nos pré-adolescentes que adoram andar sozinhos por lugares soturnos justamente onde assassinos gostam de pegar suas vítimas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;em&gt;A Sétima Alma&lt;/em&gt;” contempla “&lt;em&gt;atores sem rosto prestes a morrer&lt;/em&gt;” de sempre, aspectos técnicos corretos, mas com mortes pouco inventivas, narrativa burocrática e até jogadas inteligentes (como entre a relação entre Fang e Bug), mas diluídas num mar de mesmice. Programa apenas mediano, porém sem prejuízo pra quem gosta do gênero.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-3850523480565968820?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/3850523480565968820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=3850523480565968820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3850523480565968820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/3850523480565968820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/setima-alma-my-soul-to-take-eua-2010.html' title='A Sétima Alma (”My Soul To Take”, EUA, 2010)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQgsMzen4_I/AAAAAAAAA0I/3D_0jSUZAXo/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-9010923308388527277</id><published>2010-12-15T00:31:00.000-02:00</published><updated>2010-12-15T00:31:31.703-02:00</updated><title type='text'>30 Dias de Noite 2: Dias Sombrios (”30 Days of Night: Dark Days”, EUA, 2010)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQgoOoekPwI/AAAAAAAAA0E/hfNAkhy2Czg/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQgoOoekPwI/AAAAAAAAA0E/hfNAkhy2Czg/s320/demonio_1.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda parte do apenas razoável “30 Dias de Noite” tinha tudo pra ser muito pior: atores desconhecidos, produção supostamente inferior e ainda por cima, lançado em DVD. Era um cenário de fracasso óbvio. Por isso surpreende que seja tão bom… se compararmos com o primeiro, é claro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A sobrevivente Stella (agora interpretada por Kiele Sanchez de “A Trilha“) deixa o Alaska, escreve um livro sobre os trágicos acontecimentos e tenta fazer o possível para desmascarar os vampiros, em vão. Quando numa leitura de seu livro, ela consegue expô-los na platéia, a tribo inteira liderada por Lillith (a deliciosa Mia Kirshner de “Dália Negra“). Para escapar, ela se junta a outros humanos que formam uma força de resistência aos vampiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta continuação conseguiu ter uma ótima relação com o original, a começar pelo seu início com a quase perfeita reconstituição do desfecho da primeira parte e as lembranças da protagonista com a morte de seu marido (Josh Hartnett no antecessor). Em outras palavras o filme se conecta bem com os acontecimentos do passado. Destaque para as ótimas tomadas aéreas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Melhor ainda é que a dose de ação é não deixa a desejar e transforma a produção em algo a mais que simples terror. Para um budget pequeno, os efeitos especiais foram bem criativos e abusaram positivamente da maquiagem sangrenta com ótimas tomadas. O final escorrega um pouco, principalmente no fraco duelo entre Lillith e Stella.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo assim “30 Dias de Noite 2” consegue se manter consistente e ainda guarda uma surpresa em seus últimos minutos. Talvez a surpresa não agrade aos mais radicais, mas ainda sim tem uma boa dose de nostalgia. Ao contrário dos caninos de um vampiro, a película não machuca&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-9010923308388527277?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/9010923308388527277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=9010923308388527277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/9010923308388527277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/9010923308388527277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/30-dias-de-noite-2-dias-sombrios-30.html' title='30 Dias de Noite 2: Dias Sombrios (”30 Days of Night: Dark Days”, EUA, 2010)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQgoOoekPwI/AAAAAAAAA0E/hfNAkhy2Czg/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-57115947463392253</id><published>2010-12-09T01:19:00.000-02:00</published><updated>2010-12-09T01:19:56.039-02:00</updated><title type='text'>After.Life</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Imagine acordar após um grave acidente, em um necroterio ser dada como morta , e assistir toda a cena da laje de uma funerária. Esta é a breve história de “After.Life”, que traz Christina Ricci (“Speed Racer“) no papel principal e também Liam Neeson (“A Lista de Schindler“) e Justin Long (“Arraste-me para o inferno”) no elenco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No enredo liberado pelo site &lt;em&gt;Coming Soon&lt;/em&gt;, Anna (Christina Ricci) acorda após um acidente e vê seu corpo sendo preparado para o enterro pelo diretor de uma funerária, interpretado por Liam Neeson. Anna tenta convencê-lo de que está viva, mas Neeson, em contrapartida, tenta convencê-la do contrário, justificando ser o único que pode vê-la e ouvi-la. Justin Long, que interpretará o namorado de Anna, suspeita das atitudes do diretor, e fica cada vez mais perto de descobrir a verdade por trás de toda esta terrível história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQBKfORPHEI/AAAAAAAAA0A/jXLJPO52CWk/s1600/after_life-2009-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="261" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQBKfORPHEI/AAAAAAAAA0A/jXLJPO52CWk/s320/after_life-2009-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A partir dai começa um&amp;nbsp; espetacular suspense que vai te deixar vidrado até o final com otimas interpretações e com&amp;nbsp;uma construção de dialogo que deixa qualquer um arrepiado After.Life entra como um dos melhores suspense de 2010 mas também com&amp;nbsp;a direção assinada pela grandiosa Agnieszka Wojtowicz-Vosloo não podia deixar de ser um filmão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQBKeED1dHI/AAAAAAAAAz8/B6t-obtugvU/s1600/after_life-2010-movie.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQBKeED1dHI/AAAAAAAAAz8/B6t-obtugvU/s320/after_life-2010-movie.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-57115947463392253?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/57115947463392253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=57115947463392253' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/57115947463392253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/57115947463392253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/12/afterlife.html' title='After.Life'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TQBKfORPHEI/AAAAAAAAA0A/jXLJPO52CWk/s72-c/after_life-2009-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8335298695881066422</id><published>2010-11-30T01:26:00.000-02:00</published><updated>2010-11-30T01:26:27.379-02:00</updated><title type='text'>13 Filmes que Não podem Faltar numa Sexta-Feira 13</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É Sexta-Feira 13 e você está com medo de sair de casa! Procura na TV Aberta e nos canais pagos uma boa produção que inspire essa data especial, mas nota que os filmes exibidos são muito ruins! Foi pensando nesses infernautas sedentos por um bom filme que resolvemos elaborar uma lista com os 13 Filmes de Terror Indispensáveis para uma Sexta-Feira 13!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lembrar dos clássicos que marcaram nossa infância e deixaram nossas noites mal dormidas, é muito fácil; e também faria a lista ficar gigantesca e muito convencional! Assim, os filmes reservados para a sua noite de terror foram escolhidos dando preferência para produções recentes, facilmente encontradas em locadoras e lojas de DVD – o que exclui ótimos longas como “Mártires” e “Dead Snow“! São filmes que abordam criaturas sobrenaturais, fantasmas, zumbis e assassinos em série; filmes que vocês já devem ter visto, mas que merecem uma nova oportunidade! Não estão em ordem de preferência!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confiram abaixo e tenham bons calafrios!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;13. MANGUE NEGRO (idem, 2009): Não é à toa que este pode ser considerado o “Evil Dead” brasileiro! Rodrigo Aragão fez um filme interessante de zumbis, bem feitinho, alternando a carnificina com algumas críticas ecológicas bem oportunas! Os mortos levantam do manguezal, sem motivo aparente, apenas em busca de sangue e vítimas, obrigando um rapaz apaixonado a enfrentar as criaturas. Mais um exemplar brasileiro que deve fazer parte de sua coleção!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;12. JOGOS MORTAIS (Saw, 2004): Nem é preciso falar muito, já que todo fã de horror conhece a saga de JigSaw numa série longa e com boa qualidade. No entanto, se você levar em consideração a criatividade e a surpresa, com certeza vai lembrar da época que Jogos Mortais era um filme único, que não necessitava de continuações. JigSaw foi resgatado nas produções seguintes, mas podia ter ficado apenas neste, e teria se consagrado do mesmo jeito!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;11. O ALBERGUE (The Hostel, 2005): Não é preciso ser sádico para gostar dessa excelente produção de Eli Roth! Contrariando certos críticos limitados, “O Albergue” não faz uso da violência como chamariz para sua história; é exatamente o contrário. Aqui a violência está a serviço do roteiro, que traz o desespero de viajantes em um albergue desconhecido, sendo vítimas de ricos empresários. “O Albergue” é um survivor movie, uma película que surpreende o espectador a cada mudança na proposta. Boa pedida para os fãs de filmes criativos e sangrentos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;10. ENCARNAÇÃO DO DEMÔNIO (idem, 2008): O Mestre Mojica demorou para encerrar sua trilogia, mas o fez de forma genial! “Encarnação” é uma mega-produção, repleta de cenas tensas, dores reais, com um elenco interessante e personagens envolventes. Zé do Caixão está de volta em busca da mulher ideal para parir um herdeiro de suas crueldades: com cenas angustiantes e até uma semi-necrofilia, este é a prova de que o cinema brasileiro tem futuro, basta cavar nas covas certas! Imperdível!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;9. SERES RASTEJANTES (Slither, 2006): Ótima película que brinca com as produções de ficção científica, mantendo sempre a qualidade que o afasta do trash ou pastelão. É um grande filme B para os apaixonados por esquisitices, monstros bizarros, zumbis clássicos e produções gore. Seres de outro planeta invadem a Terra e transformam os humanos em zumbis, comandados por uma criatura cheia de tentáculos e apaixonada por uma humana. Diversão garantida!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;8. MAR ABERTO (Open Water, 2004): Não é um filme para todos os gostos! Não é divertido, não é engraçado, não tem cenas de violência ou gore! Mas, entra nesta lista por ser uma das produções mais perturbadoras que vi na última década; um filme capaz de transportar o telespectador para o pesadelo do casal de protagonistas abandonado no mar, tendo que enfrentar nenhum vilão em especial, apenas a Natureza! Angústia, desespero, falta de ar…são algumas das sensações provocadas pelo filme “Mar Aberto“! Uma ideia pouco digerida, mas absolutamente genial!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;7. ESPÍRITOS – A MORTE ESTÁ AO SEU LADO (Shutter, 2004): Mais uma vez o cinema tailandês dá uma aula de como fazer um bom filme de fantasmas. Ao lado de “Ju-On“, “Ringu” e “The Eye“, eles formam a quadrilogia de produções assombradas que todo bom fã do estilo tem a obrigação de conferir. Figurinha fácil em qualquer lista dos melhores do gênero, “Espíritos” traz uma história de vingança sobrenatural e brinca com as fotos fantasmagóricas de um jeito eficaz e assustador. Termina com uma cena que marcará a sua retina para sempre! Excelente!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;6. O NEVOEIRO (The Mist, 2007): Stephen King é famoso pelas obras de terror publicadas, mas também pelas péssimas adaptações cinematográficas. Salvam-se uma meia-dúzia de produções do gênero, incluindo esta versão ampliada de um conto intitulada “O Nevoeiro“. Uma cidade é coberta por um denso nevoeiro, que traz consigo diversos monstros, obrigando os residentes de uma pequena cidade a se refugiar num mercado. Eletrizante, bem feito e curioso, com um final pessimista para nenhum fã de terror botar defeito! Você obrigatoriamente deve ter em seu acervo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;5. ABISMO DO MEDO (The Descent, 2005): Se existe um inferno, Neil Marshall conseguiu retratá-lo de forma convincente em seu clássico “Abismo do Medo“. Seis amigas passeiam numa caverna repleta de monstros famintos por carne humana. Embora a premissa seja óbvia, o roteiro deixa espaço para a imaginação ao permitir que o público imagine um outro motivo para os acontecimentos violentos nesse inferno claustrofóbico – infelizmente ignorados na continuação! Ótimo do começo ao fim!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TPRuHoTaVGI/AAAAAAAAAz4/zLvGjKOd__A/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TPRuHoTaVGI/AAAAAAAAAz4/zLvGjKOd__A/s320/demonio_1.jpg" width="215" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;4. ARRASTE-ME PARA O INFERNO (Drag me to Hell, 2009): A volta de Sam Raimi ao estilo que o consagrou num filme divertido e surpreendente! “Arraste-me para o Inferno” é a prova de que o horror satírico não precisa de personagens bobalhões em situações atrapalhadas; as cenas de humor são consequências das nojeiras presentes no filme que provocam o riso involuntário sem desmerecer o conteúdo da obra. Um ótimo filme para uma sessão de horror com os amigos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;3. REC (REC, 2007): Falar mais a respeito dessa produção seria “sangrar na ferida“! “Rec” é, sem dúvida alguma, uma das grandes surpresas espanholas dos últimos anos! Intenso e agressivo, com uma vilã de aspecto grotesco e assustador! Um edifício tomado por terríveis criaturas, num clima de claustrofobia sem fim! Vale a pena ver e rever esse clássico contemporâneo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;2. A ÓRFÃ (Orphan, 2009): A pequena Esther é simplesmente uma das melhores criações do gênero nos últimos anos! Interpretada de forma genial pela atriz-mirim Isabelle Fuhrman, a personagem evidencia sua essência malvada, sem deixar de transparecer uma inocência incômoda para aqueles que já imaginam sua verdadeira face. Um filme intrigante, azedo e brilhante, com um dos finais mais surpreendentes que o cinema de horror já apresentou!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;1. DEIXA ELA ENTRAR (Let the Right one In): Vampiros já foram tratados no cinema como criaturas românticas, sensuais e animalescas. Faltava apenas o que essa produção sueca conseguiu mostrar no excelente filme “Deixa ela Entrar“: a inocência! Crianças envolvidas nas descobertas da vida e da morte numa metáfora belíssima e perturbadora. E ainda tem seus momentos mais violentos para brindar os fãs de produções cruas. Uma jovem vampira se muda para a casa ao lado de um rapaz tímido que sofre de bullying. A amizade dos dois será colocada à prova quando vítimas começarem a surgir com os pescoços rasgados! Simplesmente maravilhoso!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8335298695881066422?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8335298695881066422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8335298695881066422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8335298695881066422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8335298695881066422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/11/13-filmes-que-nao-podem-faltar-numa.html' title='13 Filmes que Não podem Faltar numa Sexta-Feira 13'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TPRuHoTaVGI/AAAAAAAAAz4/zLvGjKOd__A/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4659909023644646754</id><published>2010-11-30T01:13:00.000-02:00</published><updated>2010-11-30T01:13:20.247-02:00</updated><title type='text'>Demônio: O Diabo Nunca Foi Tão Previsível</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TPRrXKXafiI/AAAAAAAAAz0/k8PLODLNSms/s1600/demonio_1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; height: 426px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; width: 216px;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TPRrXKXafiI/AAAAAAAAAz0/k8PLODLNSms/s320/demonio_1.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ser minimalista é um dom para poucos diretores, uma premissa perigosa especialmente quando falamos de um filme de terror. Fazer muito com pouco, causar medo no espectador em um filme com poucos personagens confinados em um lugar onde não se pode escapar e as chances são mínimas de sobreviver, é preciso talento para trabalhar esse conceito sem cair no tédio e no desinteresse. Infelizmente esse não é o caso de DEMÔNIO (Devil no original), lançado no circuito nacional de cinema em 26 de Novembro de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Night Shyamalan – de longínqua fama por &lt;strong&gt;O SEXTO SENTIDO&lt;/strong&gt; e caindo em descrédito a cada novo filme lançado – escreveu a história base que foi roteirizada por Brian Nelson (&lt;strong&gt;MENINA MÁ.COM&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;30 DIAS DE NOITE&lt;/strong&gt;), &lt;strong&gt;DEMÔNIO &lt;/strong&gt;é o primeiro de uma pretensa trilogia chamada &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“The Night Chronicles”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (também o nome da produtora do diretor que financia &lt;strong&gt;DEMÔNIO&lt;/strong&gt;) cujos filmes não terão conexão aparente, mas a mesma ambientação básica: Tramas sobrenaturais passadas na sociedade urbana moderna. Para dirigir o escolhido foi John Erick Dowdle conhecido pelo seu trabalho no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Control+C, Control+V”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; estadunidense do espanhol &lt;strong&gt;[REC]&lt;/strong&gt; chamado &lt;strong&gt;QUARENTENA.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se você já conferiu o trailer, já conhece a história toda e portanto não preciso me alongar: Cinco pessoas desconhecidas entre si acabam presas em um elevador dentro de um edifício na Filadélfia. Coisas estranhas acontecem e sem nenhum motivo aparente, chega-se a conclusão de que um deles é um “Demônio”, a polícia e os seguranças que acompanham o drama dos cinco e tentam tirá-los de lá, buscam um resposta e descobrir quem é o tal “demônio” antes que seja tarde demais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A história é manjadassa do frame inicial ao final e não é novidade nem spoiler dizer que cada um dos cinco presos no elevador tem ficha no cartório e a sua maneira merecem ser punidos, contudo o grande erro na produção é procurar fazer o público de idiota o tempo todo e tentar colocar dúvidas onde não existem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Primeiro de tudo, DEMÔNIO tenta jogar racionalmente com as regras do “whodunit”, ou seja, tenta arquitetar uma história novelesca de “quem é o assassino” como se houvesse uma explicação para isso quando, de fato, ela não existe. Desde os primeiros eventos, é concreto ao espectador que algo sobrenatural está acontecendo. Reforçado explicitamente numerosas vezes com até uma aparição nos monitores de segurança! Contudo os policiais alheios as ações no elevador ficam tentando encontrar conexões que possam levar a um assassino consciente, o que não faz outra coisa a não ser encher linguiça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outras inconsistências no roteiro como visões esporádicas que não levam a lugar algum e personagens que morrem, mas sem envolvimento direto com o que passa dentro do elevador (será que foi puro “azar” ou por influência do tal “demônio”?) ajudam a confundir o espectador e a depreciar o resultado final. Na verdade, ainda estou tentando engolir a cena em que um personagem jogou uma torrada com geléia no chão para provar seu ponto de vista de que o demônio estava dentro do prédio…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A curta duração da película só coloca ainda mais lenha na fogueira, pois com pouco tempo de projeção as personalidades dos personagens são mal trabalhadas (o fato de um dos personagens ter sido preso por agressão, por exemplo, não faz a menor diferença) e quando o são é extremamente exagerado, cito o conveniente supersticioso guarda do edifício – que para ficar mais estereotipado ainda é latino – que mata todo o mistério com praticamente nenhuma informação concreta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ritimo lento da produção é latente e como o roteiro é cíclico e repetitivo só piora a situação: Os personagens ficam no elevador, as luzes piscam, alguém morre, os sobreviventes se desesperam e desconfiam uns dos outros, a polícia descobre algo mais sobre alguém que está lá dentro e tudo se repete… O diretor Dowdle falha até em explorar devidamente o ambiente claustrofóbico do elevador ao seu favor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em uma pequena nota – pois eles não merecem muito mais do que isso – o elenco é inconstante o suficiente para nem guardarmos os nomes de seus personagens e não nos importarmos com seus destinos, contudo ao menos dignos da produção B que constitui DEMÔNIO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A sanguinolência é contida pela baixa censura do filme e poucos momentos de genuina tensão fecham um pacote morno e sem graça que te faz preferir um velho episódio de ALÉM DA IMAGINAÇÃO. Tem lá seus momentos de boas cenas e conceitos inexplorados que poderiam elevar a nota – como o suicídio no início do filme que não serve para absolutamente nada (quem é a pessoa? Por que ela estava no prédio? como ela foi influênciada pelo “demônio”?) – só que é pouco para tirar o sono de quem assiste. Ao menos foi bem sucedido o suficiente em bilheteria para garantir os próximos dois filmes de The Night Chronicles: Dos 10 milhões de dólares de orçamento já arrecadou quase 50 mundialmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todavia tenho que concordar, é a melhor coisa que Shyamalan se envolveu desde SINAIS de mais de 8 anos atrás, só que não considerem isso como um elogio, DEMÔNIO é um filme que não merece alarde e poderia ser tranquilamente lançado direto em DVD sem danos ao público – talvez como um curta ou telefilme fosse mais bem aproveitado. Pelo menos o filme tem a propriedade de expandir o espaço-tempo de uma forma que desafia as leis da física como as conhecemos: Caso queira conferir, prepare-se para os 80 minutos mais longos da sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4659909023644646754?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4659909023644646754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4659909023644646754' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4659909023644646754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4659909023644646754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/11/demonio-o-diabo-nunca-foi-tao.html' title='Demônio: O Diabo Nunca Foi Tão Previsível'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TPRrXKXafiI/AAAAAAAAAz0/k8PLODLNSms/s72-c/demonio_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2512590650374223243</id><published>2010-11-11T20:25:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T20:25:17.539-02:00</updated><title type='text'>Jogos Mortais – O Final (”Saw – 3D”, EUA, 2010)</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxtE8qsWxI/AAAAAAAAAzw/9ev9mk1xxBo/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxtE8qsWxI/AAAAAAAAAzw/9ev9mk1xxBo/s320/1.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em um determinado momento da terceira parte de “Jogos Mortais” Jigsaw diz pra Amanda que está decepcionado, pois com o tempo, ela se desviou do objetivo principal do jogo que era dar chance às pessoas de salvarem suas vidas através de provações, para simplesmente matar aqueles escolhidos pelos seus pecados. A partir de seu quarto filme, a própria saga seguiu esse caminho de se desvencilhar de seu objetivo principal através da inserção de novos e desnecessários elementos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Até chegar aqui, o seu derradeiro final (pelo menos é o que está no título), onde apenas responde à questão: como enfileirar sanguinárias cenas com os tais jogos escrevendo o mínimo de história? Hoffman escapa da armadilha que Jill (esposa de Jigsaw) preparou e jura vingança. Um novo personagem, Bobby (Sean Patrick Flanery de “Corvos“) ficou rico depois que mentiu dizendo que foi um sobrevivente dos jogos de Jigsaw, só para em seguida servir de cobaia para o principal jogo do filme. E, como sempre, há um policial que quer pegar o psicopata. A bola da vez é o agente Gibson (Chad Donella que já fez um sem número de participações em séries para TV, incluindo “&lt;em&gt;Smallville&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;Lost&lt;/em&gt;“).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar de trazer algumas das melhores cenas de carnificina da série, o que é potencializado pelo efeito 3D, o saldo final é exatamente o mesmo de seus antecessores. Não só o espectador já fica na certeza de estar assistindo apenas a uma seqüência de mortes bem elaboradas sem a mínima esperança de sobrevivência (o que tira grande parte da tensão), como também quase (digo quase) pode prever quem vai sobrar no final. A única surpresa é a volta de um dos personagens do episódio que deu origem à saga. Mesmo sendo deliciosamente nostálgico, fica claro que foi apenas uma tentativa do roteiro de dar um gás nesta última parte que carece, e muito, de reviravoltas inteligentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É inevitável ver “&lt;em&gt;Jogos Mortais – O Final&lt;/em&gt;” para quem já acompanhou a série até então, o qual é subconjunto dos que adoram terror ou simplesmente efeitos especiais de dilacerações e afins. Pena que esse é o único presente que Jigsaw pode dar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-2512590650374223243?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/2512590650374223243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=2512590650374223243' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2512590650374223243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/2512590650374223243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/11/jogos-mortais-o-final-saw-3d-eua-2010.html' title='Jogos Mortais – O Final (”Saw – 3D”, EUA, 2010)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxtE8qsWxI/AAAAAAAAAzw/9ev9mk1xxBo/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-653435290799017079</id><published>2010-11-11T20:19:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T20:19:11.139-02:00</updated><title type='text'>Halloween II (EUA, 2009)</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxrddAckKI/AAAAAAAAAzs/xOYq15Va-l8/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxrddAckKI/AAAAAAAAAzs/xOYq15Va-l8/s320/1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Simples é bom. Rob Zombie deveria ter tido essa consciência ao fazer a continuação de sua refilmagem de Halloween. Se o primeiro foi perdendo força aos poucos, esse agora é uma colcha de retalhos &lt;em&gt;nonsense&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Partindo de onde o antecessor parou, temos os primeiros 20 minutos dispensáveis para daí então marcar a volta de Michael Myers. Com quase de nada de novo a acrescentar, o diretor tenta surpreender ao mostrar rapidamente a verdadeira face do psicopata. O que já não tem o impacto desejado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas a principal mudança no roteiro, representou o passo fatal para a produção: ele coloca o &lt;em&gt;serial killer&lt;/em&gt; numa espécie de delírio onde ele tem ao longo do filme várias visões de sua mãe, sua própria &lt;em&gt;persona&lt;/em&gt; criança e de um cavalo branco (sim, um cavalo branco). Contrariando qualquer lógica, sua mãe (pelo menos na sua cabeça) quer que ele mate a irmã, sobrevivente no massacre passado. Então constatamos que além de psicopata, ele também é Sherlock Holmes, pois mesmo que a irmã tenha se mudado, ele sabe exatamente onde ela está. Ok, deve ser aqueles vínculos entre irmãos. A irmã – que parece também não ser muito certa das idéias – também anda tendo o mesmo tipo de visão. E por aí o carnaval se arrasta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O único que se salva, mas não salva a obra, é a subtrama que envolve o Dr. Loomis (Malcolm McDowell também de “Juízo Final"), o qual é apresentado e representado de uma forma multifacetada muito mais compexa do que na versão original de Carpenter.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;em&gt;Halloween 2&lt;/em&gt;” ainda tem uma boa dose de violência, já que a postura de Myers é menos glamorosa e mais selvagem, só que do jeito que a história se movimenta, parece mais a versão anterior com LSD. Ou seja, uma &lt;em&gt;bad trip&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-653435290799017079?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/653435290799017079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=653435290799017079' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/653435290799017079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/653435290799017079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/11/halloween-ii-eua-2009.html' title='Halloween II (EUA, 2009)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxrddAckKI/AAAAAAAAAzs/xOYq15Va-l8/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-4035477873371370413</id><published>2010-11-11T20:11:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T20:11:00.409-02:00</updated><title type='text'>Atividade Paranormal 2 (”Paranormal Activity 2″, EUA, 2010)</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dizem perspectiva é tudo. E cabe muito bem pra essa situação. Quem vai assistir “&lt;em&gt;Atividade Paranormal 2&lt;/em&gt;” depois de ter agüentado seu péssimo antecessor só pode ter três motivos: ou realmente gostou daquela enrolação; ou é fã de terror de carteirinha; ou, como eu, é um cinéfilo inveterado e tem que assistir a tudo o que passa no cinema. Ainda há uma quarta hipótese que é a do desavisado que não viu a primeira parte. Por conta da perspectiva do reincidente a esse tipo de filme, o nível de frustração pode ser menor. Uma notícia boa para todos os públicos: este exemplar é melhor que o primeiro. Já a notícia ruim: nem tanto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxpsUwZ59I/AAAAAAAAAzo/99Ctyqm9oF0/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxpsUwZ59I/AAAAAAAAAzo/99Ctyqm9oF0/s320/1.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma família se muda pra uma casa e lá passam a acontecer estranhos fenômenos que podem estar ligados há algum tipo de maldição vinda da infância da esposa. Além de insistir na câmera na mão dos personagens, como se alguém agüentasse filmar as coisas mais esdrúxulas (ponto negativo), pelo menos o roteiro previu a instalação de várias câmeras de segurança na casa (ponto positivo), o que supre a naturalidade da onipresença. Só que aí o roteiro causa um engodo onde só vemos o que o diretor quer e no momento em que ele quer para preservar o suspense, mas em detrimento do conceito original que era ser uma “história real”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na prática há mais personagens e mais sustos o que tira um pouco (apenas um pouco) a enorme sensação de tédio vista no antecessor. Aqui a história também ensaia uma explicação para os fenômenos, mas soa como um roteiro ruim de filme B e, de quebra, termina sem sentido algum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;em&gt;Atividade Paranormal 2&lt;/em&gt;” é apenas o primeiro com um certo upgrade. Em ambos o espírito parece saber que vai para Hollywood, porque ao invés dele cumprir com (seja lá qual) a sua missão, fica testando a paciência dos personagens. E do público também. Deve fazer parte do seu show.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-4035477873371370413?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/4035477873371370413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=4035477873371370413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4035477873371370413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/4035477873371370413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/11/atividade-paranormal-2-paranormal.html' title='Atividade Paranormal 2 (”Paranormal Activity 2″, EUA, 2010)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxpsUwZ59I/AAAAAAAAAzo/99Ctyqm9oF0/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-5249118131710634443</id><published>2010-11-11T20:04:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T20:04:41.604-02:00</updated><title type='text'>Acampando no Inferno (”Camp Hope”, EUA, 2010)</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essa obscura produção tem uma característica ímpar: consegue gerar medo – cumprindo a missão de um terror – sem necessariamente ter uma história coerente ou que feche todas as pontas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Will Denton, da extinta série televisiva Kidnapped, é Tommy, um adolescente de uma fervorosa família, cuja comunidade religiosa segue rígidas regras. Além de estar descobrindo a puberdade, passa a ter sonhos bizarros e pensamentos pecaminosos, logicamente fruto do conflito da pré-adolescência com os ensinamentos de sua igreja. Ao ir para o acampamento de verão anual, onde os jovens da comunidade se encontram para rezar e confraternizar, estranhos fenômenos tomam conta do lugar, sendo que de alguma forma, o padre que conduz o acampamento (Bruce Davison de “A Garota Morta“) pode estar envolvido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxoVRYVTTI/AAAAAAAAAzk/h7ogI1NhF9o/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxoVRYVTTI/AAAAAAAAAzk/h7ogI1NhF9o/s320/1.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E esse “de alguma forma” permeia toda a narrativa, já que sem que se explique claramente o que houve por trás de todos os acontecimentos. Aparentemente algo sobrenatural, mas que também pode estar relacionado a ilusões coletivas, depressão nociva por conta da pressão religiosa ou outro fenômeno psicológico. Pra complicar, o padre ainda teve um caso passado que quase se suicidou. Entretanto a relação desse caso com Tommy é tão nebulosa quanto as demais linhas do roteiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas o que intriga é que a seqüência de fatos tem uma direção tão segura, mesmo com uma verba apertada a olhos vistos, que provoca uma agonia e tensão crescentes, coisa rara nos enlatados do gênero. Mérito do diretor estreante, mas já produtor de longa data George VanBuskirk, o qual mesmo sem total domínio do enredo, tem pleno domínio da câmera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“&lt;em&gt;Acampando no Inferno&lt;/em&gt;” é uma boa opção para os amantes de terror e deixa uma estranha sensação de medo de alguma coisa que você não faz idéia do que seja.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-5249118131710634443?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/5249118131710634443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=5249118131710634443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5249118131710634443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/5249118131710634443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/11/acampando-no-inferno-camp-hope-eua-2010.html' title='Acampando no Inferno (”Camp Hope”, EUA, 2010)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TNxoVRYVTTI/AAAAAAAAAzk/h7ogI1NhF9o/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-1333056752883252239</id><published>2010-10-05T16:47:00.000-03:00</published><updated>2010-10-05T16:47:48.928-03:00</updated><title type='text'>Trilogia O Pesadelo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAOT2nigI/AAAAAAAAAzU/nuoZ1x8nTb4/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAOT2nigI/AAAAAAAAAzU/nuoZ1x8nTb4/s320/1.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando os pais não querem que a criança ande sozinha, demore para dormir ou entre em cômodos perigosos da casa, eles costumam dizer que o “&lt;strong&gt;bicho-papão&lt;/strong&gt;” habita o lugar. Essa criatura assume diversas formas – dependendo da cultura do país e da criatividade da família –e nomes (“&lt;strong&gt;o homem-do-saco&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;rato-do-nariz-vermelho&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;boi-da-cara-preta&lt;/strong&gt;“), mas sempre esteve presente nos pesadelos infantis, desenvolvendo traumas que poderão seguir os pequenos até a fase adulta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAfLtuA8I/AAAAAAAAAzg/0ZniODANDOE/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAfLtuA8I/AAAAAAAAAzg/0ZniODANDOE/s320/2.jpg" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nunca tive problema com filmes de terror exatamente porque meus pais nunca me impediram de ver produções do gênero e evitaram ao máximo desenvolver essas lendas bizarras. Mas, muitas pessoas que hoje temem assistir “&lt;strong&gt;O Exorcista&lt;/strong&gt;” e “&lt;strong&gt;The Evil Dead&lt;/strong&gt;” dizem que a aversão ao estilo se deve ao medo criado na infância pelos pais que insistem em utilizar essas criaturas para “&lt;strong&gt;ensinar&lt;/strong&gt;” seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 2004, o mestre &lt;strong&gt;Sam Raimi&lt;/strong&gt; e seu parceiro &lt;strong&gt;Robert G. Tapert&lt;/strong&gt; criaram uma produtora especializada em lançar filmes de terror, a conhecida “&lt;strong&gt;Ghost House Pictures&lt;/strong&gt;“. Começou com o remake do oriental “&lt;strong&gt;The Grudge&lt;/strong&gt;” e depois mais de 20 produções nasceram dessa empresa. Filmes como “&lt;strong&gt;Os Mensageiros&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;30 Dias de Noite&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;Rise&lt;/strong&gt;“, entre outros, estão entre as obras desenvolvidas dessa parceria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O segundo filme da "produtora" foi “&lt;strong&gt;O Pesadelo&lt;/strong&gt;” (Boogeyman), lançado em 2005, com a promessa de resgatar o medo primitivo do ser humano pelas criaturas que moram na escuridão. Partindo de uma ideia pouco original (“&lt;strong&gt;Habitantes da Escuridão&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;Medo do Escuro&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;No Cair da Noite&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;A Hora do Pesadelo&lt;/strong&gt;“), o filme trazia o ator &lt;strong&gt;Barry Watson&lt;/strong&gt; (“&lt;strong&gt;Tentação Fatal&lt;/strong&gt;“) interpretando &lt;strong&gt;Tim Jensen&lt;/strong&gt;, um jovem que, depois de testemunhar o sumiço misterioso do pai, teve que voltar a enfrentar seu medo do “&lt;strong&gt;bicho-papão&lt;/strong&gt;“, com o falecimento da mãe, quinze anos depois. Ele resolve ficar na casa dos pais – em estilo gótico, com aspecto assustador -, com a intenção de enfrentar e vencer seu medo, além de descobrir o que realmente aconteceu com sua família.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O filme até mantém um certo interesse enquanto a criatura não aparece, quando trabalha apenas com a sugestão, com o terror psicológico. Depois, quando tem início uma bagunça envolvendo passagens para outras dimensões, e o tal “&lt;strong&gt;bicho-papão&lt;/strong&gt;” surge como um monstrinho digital que não convence ninguém, o longa acaba se transformando numa bomba gigantesca, que faz jus ao título adquirido de “&lt;strong&gt;pior filme terror de 2005&lt;/strong&gt;“. Curiosamente, o roteiro pertence a &lt;strong&gt;Eric Kripke&lt;/strong&gt;, que tem o nome associado à série “&lt;strong&gt;Supernatural&lt;/strong&gt;“.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo com o lançamento desastroso nos cinemas, a “&lt;strong&gt;Ghost House Pictures&lt;/strong&gt;” anunciou duas sequências diretas-para-o-vídeo. A primeira, “&lt;strong&gt;O Pesadelo 2&lt;/strong&gt;” (Boogeyman 2), lançada em 2007, deixou os fas do gênero com um pé atrás, já imaginando o quanto ruim poderia ser um filme que é continuação de uma produção terrivelmente horrorosa. No entanto, para surpresa da massa, o filme não só é “&lt;strong&gt;assistível&lt;/strong&gt;” como consegue até, de uma certa forma, consertar os erros do longa original.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ambientado num hospital psiquiátrico, o filme tem como protagonista &lt;strong&gt;Laura Porter&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;Danielle Savre&lt;/strong&gt;), que teve o mesmo trauma do personagem do filme anterior, mas resolveu buscar ajuda com o &lt;strong&gt;Dr. Mitchell Al&lt;/strong&gt;len (&lt;strong&gt;Tobin Bell&lt;/strong&gt;) e participar de seus métodos bizarros para enfrentar seu maior medo. No entanto, no melhor estilo “&lt;strong&gt;A Hora do Pesadelo 3: Guerreiros dos Sonhos&lt;/strong&gt;“, alguém ou alguma coisa resolveu diminuir o elenco através de mortes violentas, que refazem os seus piores pesadelos. Apesar de termos &lt;strong&gt;Tobin Bell&lt;/strong&gt; e algumas mortes que lembram &lt;strong&gt;“Jogos Mortais&lt;/strong&gt;“, “&lt;strong&gt;Boogeyman 2&lt;/strong&gt;” torna-se interessante quando estabelece uma conexão direta com o primeiro filme, e relembra os bons slashers de antigamente. E as atuações são bem mais convincentes neste aqui, tem cenas de nudez e sangue escorrendo pelas paredes da instituição. Ainda que tenha suas falhas (a morte dos pais da jovem não é bem explicada), vale uma curiosa conferida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 2008, a segunda continuação foi lançada em DVD nos EUA. Assim como o filme anterior, “&lt;strong&gt;Boogeyman 3&lt;/strong&gt;” teve um roteiro de &lt;strong&gt;Brian Sieve&lt;/strong&gt;, que mais uma vez acertou a mão ao desenvolver uma história totalmente conectada com os eventos anteriores, sangrenta e bem interessante. Desta vez, temos a bela &lt;strong&gt;Erin Cahill&lt;/strong&gt; como a protagonista &lt;strong&gt;Sarah&lt;/strong&gt;, uma jovem radialista da faculdade que presencia a morte da amiga &lt;strong&gt;Jennifer&lt;/strong&gt;, aparentemente vítima de suicídio. Na verdade, a garota já reclamava há algum tempo que estava sendo perseguida pelo “&lt;strong&gt;boogeyman&lt;/strong&gt;“, mas Laura só pode comprovar os fatos quando viu a amiga sendo enforcada pela criatura em seu quarto. Aos poucos a cética passa a perder o controle quando novos sustos a perseguem e novas vítimas começam a surgir, confirmando os relatos do diário do &lt;strong&gt;Dr. Mitchell Allen&lt;/strong&gt; sobre a existência desse terrível mal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se no anterior, &lt;strong&gt;Brian Sieve&lt;/strong&gt; lembrava o terceiro filme da franquia “&lt;strong&gt;A Hora do Pesadelo&lt;/strong&gt;“, neste aqui as influências vieram de uma produção mais recente: “&lt;strong&gt;Freddy Vs Jason&lt;/strong&gt;“. No crossover, Freddy precisava fazer as pessoas acreditarem em sua existência para surgir nos pesadelos dos jovens; neste aqui, a criatura se alimenta de sua crença – quanto mais pessoas acreditarem que ela existe, mais forte ela se torna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAP-LHUVI/AAAAAAAAAzc/FCbk9ajxfa8/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAP-LHUVI/AAAAAAAAAzc/FCbk9ajxfa8/s320/3.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O problema de “&lt;strong&gt;Boogeyman 3&lt;/strong&gt;” é notado na dificuldade que o roteirista teve em terminar a história. Sem revelar detalhes que possam estragar a surpresa, posso dizer apenas que o filme terminou três vezes, exatamente porque o autor queria deixar um gancho para uma continuação. Se terminasse duas cenas atrás, o filme teria um conceito melhor e fecharia de forma positiva a trilogia. Ainda assim, é um bom filme, sem surpresas, um entretenimento ideal para aqueles que buscam uma produção divertida e sangrenta no gênero.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enfim, a série “&lt;strong&gt;O Pesadelo&lt;/strong&gt;” parece ter encontrado seu fim. Começou de forma grotesca, mas foi se ajeitando aos poucos até a conclusão satisfatória em 2008. Agora as crianças podem voltar a dormir com a luz apagada sem medo de que algo possa aparecer durante à noite, embora aquele boneco de palhaço fique melhor coberto…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-1333056752883252239?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/1333056752883252239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=1333056752883252239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1333056752883252239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1333056752883252239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/10/trilogia-o-pesadelo.html' title='Trilogia O Pesadelo'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKuAOT2nigI/AAAAAAAAAzU/nuoZ1x8nTb4/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-7955086031747937779</id><published>2010-09-28T22:43:00.000-03:00</published><updated>2010-09-28T22:43:20.732-03:00</updated><title type='text'>Resident Evil 4: Recomeço (”Resident Evil: Afterlife”)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKZYtkIH7I/AAAAAAAAAzQ/x7oD-3JLGh4/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKZYtkIH7I/AAAAAAAAAzQ/x7oD-3JLGh4/s320/1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nota mental para o diretor Paul W. S. Anderson: nunca fazer uma continuação de um filme já muito ruim. Excetuando-se os fãs incontestes do jogo que se sujeitam a gravar os mínimos detalhes de tudo o que se passa nesse universo, dificilmente alguém vai lembrar onde Alice (Milla Jovovich) terminou em “Resident Evil 3 – A Extinção“. Muito menos que de repente ela criou clones de si mesma para atacar a sede da Umbrella Corporation no Japão.&lt;br /&gt;Não sabíamos, mas a Umbrella elegeu como presidente um ator saído do Backstreet Boys que é uma espécie de rei tirano imortal. Depois de muita destruição e uma escapada mais absurda do que em “Remo – Desarmado e Perigoso“, ela pára com seu avião teco-teco num presídio cercado pelos zumbis e deve, junto com as pessoas que lá estão, atravessar a cidade pra chegar num navio que pode ser a promessa da salvação.&lt;br /&gt;Os &lt;em&gt;flashbaks&lt;/em&gt; são poucos e não ajudam muito ao leigo enteder o contexto do antecessor. O roteiro e a direção têm falhas de continuidade tão grotescas que uma personagem que está toda suja numa cena, no corte para outra senha está limpa e maquiada como se pronta pra ir a um baile. Isso e o fato que a maioria dos personagens parecem ter poderes sobrenaturais… menos na hora em que morrem que se comportam como retardados.&lt;br /&gt;A história (oi?) desta quarta parte, com o ridículo subtítulo “&lt;em&gt;Recomeço&lt;/em&gt;“, é uma mera desculpa para encharcar a produção com toneladas de efeitos especiais da melhor qualidade, porém todos chupados escancaradamente de “&lt;em&gt;Matrix&lt;/em&gt;“. Tem momentos em que o espectador quase vê o Neo a Trinity e o Morpheus entrando em cena. Contudo não dá pra negar que a ação e a experiência em 3D são os grandes heróis do filme. As seqüências filmadas são anos-luz superiores que no filme anterior e os efeitos bem mais caprichados.&lt;br /&gt;Saiu disso, volta-se à cartilha dos personagens caricatos, tiradas infames no meio do perigo iminente e o fato de que dois minutos após alguém morrer, essa pessoa é completamente esquecida pelo resto do grupo. Nos créditos finais, uma cena atestando que ainda vamos ter a quinta parte e que traz de volta um personagem lá de trás. Pena que provavelmente pouquíssima gente vai lembrar quem é. Quando perguntarem que filme vocês viram no fim de semana, ao invés de dizer “&lt;em&gt;Resident Evil 4 – O Recomeço&lt;/em&gt;“, digam apenas que foi um 3D. Dá no mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-7955086031747937779?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/7955086031747937779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=7955086031747937779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7955086031747937779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/7955086031747937779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/09/resident-evil-4-recomeco-resident-evil.html' title='Resident Evil 4: Recomeço (”Resident Evil: Afterlife”)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKZYtkIH7I/AAAAAAAAAzQ/x7oD-3JLGh4/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-368748178466581085</id><published>2010-09-28T22:32:00.001-03:00</published><updated>2010-09-28T22:36:11.430-03:00</updated><title type='text'>Os Demônios de Dorothy Mills (”Dorothy”)</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKW7YqQcFI/AAAAAAAAAzM/xT0qWnrQLgA/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKW7YqQcFI/AAAAAAAAAzM/xT0qWnrQLgA/s320/1.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;Nas empoeiradas estantes das locadoras encontra-se um filme que, sem utilizar praticamente nenhum efeito especial consegue criar uma áurea de terror e ter grandes surpresas. Tudo começa com a psicóloga Jane (Carice van Houten de “Operação Valquíria“) relatando uma perturbadora visita que fez num vilarejo isolado no interior da Irlanda para avaliar uma adolescente chamada Dorothy (a estreante Jenn Murray) acusada de molestar o bebê para o qual estava sendo babá. Jane descobre então que a menina sofre de um transtorno de personalidade. E mais tarde vai descobrir um mistério sobrenatural que circunda por todos os habitantes da vila.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Antes da análise, devo dizer que apesar de não fumar e nunca fazer apologia ao tabaco, há muito tempo não vejo uma mulher fumar de maneira tão sexy como Carice van Houten.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Apesar da história por trás do mistério lembrar alguns outros exemplares do gênero, a maneira com que foi contada surpreende. Também é uma das poucas vezes que uma subtrama sobre o passado de um personagem – a morte do filho da protagonista – tem uma relevância crucial para a linha principal. Os atores, a maioria desconhecidos, estão no mínimo corretos, incluindo Houten. Mas é Jenn Murray que surpreende mostrando um dom natural para encarar as mais diversas personalidades, desde criancinhas até mulheres promíscuas e homens&lt;/div&gt;Alguns fatos jamais são explicados de forma coerente com o roteiro como certas “aparições” (vide o acidente de carro no final), mas as reviravoltas no último ato são tão surpreendentes que elaboraram uma ótima estratégia: primeiro mostram o que já era previsível para o espectador baixar sua guarda e só daí dão o golpe inesperado com maestria. E isso se aplica principalmente à derradeira virada nos últimos minutos que lembra em muitos aspectos, o brilhante “Sexto Sentido”. &lt;br /&gt;Mesmo ainda longe de ter o brilho e a genialidade da primeira obra de Shyamalan, “&lt;em&gt;Os Demônios de Dorothy Mills&lt;/em&gt;” é prova inconteste de vida inteligente no cinema saindo de lugares onde menos se espera. Uma obra clássica de suspense e terror que ao invés de insultar, desafia a inteligência do público.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-368748178466581085?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/368748178466581085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=368748178466581085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/368748178466581085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/368748178466581085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/09/os-demonios-de-dorothy-mills-dorothy.html' title='Os Demônios de Dorothy Mills (”Dorothy”)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKW7YqQcFI/AAAAAAAAAzM/xT0qWnrQLgA/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-1349586828047815554</id><published>2010-09-28T22:23:00.001-03:00</published><updated>2010-09-28T22:25:44.406-03:00</updated><title type='text'>2019 - O Ano da Extinção (Daybreakers)</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKUnWMVtaI/AAAAAAAAAzI/rzOZD7TmLt8/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" px="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKUnWMVtaI/AAAAAAAAAzI/rzOZD7TmLt8/s320/1.jpg" width="224" /&gt;&lt;/a&gt;Não levem em conta o título esquisito. O espectador descobre por uma forte cena seguida dos créditos iniciais que sangue geneticamente modificado de morcego levou a uma epidemia global onde grande parte da população se transformou em vampiros. Dez anos se passaram e as pessoas e empresas desenvolveram tecnologias que ajudaram essa esmagadora maioria vampira viver em detrimento dos seres humanos normais que continuam caçados para servir de fonte de sangue. &lt;/div&gt;O cientista-chefe da maior empresa provedora de sangue (Ethan Hawke de “Redes do Crime“) busca um substituto para o sangue a fim de tentar melhorar a convivência das raças, mas descobre que há um núcleo humano rebelde que, onde seu líder (Willem Dafoe de “Anticristo“) de alguma forma era vampiro e retornou ao estado de humano. Os dois se juntarão para tentar descobrir o método ao mesmo tempo em que lutam com a grande corporação que não quer deixar sua fonte de renda desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Como subverte totalmente os conceitos essas criaturas e seu inter-relacionamento, algumas pessoas podem torcer o nariz. Mas acaba que a produção tem uma idéia consistente (absurda, mas consistente), um elenco que convence – principalmente a face sempre melancólica e atormentada de Hawke – fugindo da maioria dos clichês do gênero, como o destino da filha do presidente da empresa de sangue, efeitos especiais de primeira e usados para contar a história e não para se sobrepujar dela e, finalmente, doses de ação e sangue cavalares que não devem poupar o público.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Baseado na HQ homônima e com uma ótima sacada em seu terceiro ato, “2019 – O Ano da Extinção” se consolida como uma ótima ficção científica que dá um gás de originalidade num tema já tão batido como o vampirismo. Mais para um público de mente aberta do que para os tradicionais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-1349586828047815554?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/1349586828047815554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=1349586828047815554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1349586828047815554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1349586828047815554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/09/2019-o-ano-da-extincao-daybreakers.html' title='2019 - O Ano da Extinção (Daybreakers)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/TKKUnWMVtaI/AAAAAAAAAzI/rzOZD7TmLt8/s72-c/1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-1014176534246739956</id><published>2010-05-13T01:29:00.002-03:00</published><updated>2010-05-13T01:34:28.833-03:00</updated><title type='text'>A Caixa (”The Box”)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-uBSI-JBFI/AAAAAAAAAyM/2MwoXdZtRtA/s1600/caixa_2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470608321017349202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 273px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-uBSI-JBFI/AAAAAAAAAyM/2MwoXdZtRtA/s400/caixa_2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Você tem em mãos uma caixa com apenas um botão. Se você aperta esse botão, leva 1 milhão de dólares, mas alguém que você não conhece vai morrer. Caso contrário, não tem direito ao dinheiro. Esse é o dilema que o casal formado por Norma (Cameron Diaz de “Uma Prova de Amor“) e Arthur (James Marsden de “Vestida Para Casar“) estão passando. Um misterioso senhor (Frank Langella de “Frost/Nixon“) bateu em sua porta, fez a oferta e deu-lhes 24 horas para pensar. Achando um trote inicialmente, o casal começa a ter provas da veracidade da proposta. Ao escolherem, uma série de desdobramentos macabros começa a se abater sobre os dois e eles devem correr para descobrir o mistério que envolve a caixa se quiserem continuar vivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Baseado no episódio “Buttons Buttons” da antiga série de TV “Além da Imaginação” e reimaginado pela mente quase doentia do diretor Richard Kelly – sim, o autor de um dos maiores cults da década, “Donnie Darko“, mas que escorregou em “Southland Tales: O Fim do Mundo” – “A Caixa” consegue com um mínimo de efeitos especiais e uma trilha apenas orgânica, passar ao espectador um nível de tensão quase insuportável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Colocando elementos abstratos em toda a teia que tece a narrativa (Kelly é mestre nisso), ele consegue que, mesmo sem entender detalhes da mecânica de como toda a experiência envolvendo a caixa funciona (vai desagradar os mais puristas), ainda sim fazer o público ter o total panorama, mesmo que visto de longe, do propósito tão magnânimo dessa experiência. O roteiro é cheio de surpresas, referências e simbolismos onde tudo parece se encaixar com perfeição e ainda traz luz à velha discussão de que quanto mais próximo o homem da ciência, mais se chega à conclusão de que nada se pode ter sido criado sem Deus. Ao mesmo tempo em que é um filme de terror com todos os elementos que compõe o gênero, também traz uma profunda reflexão da natureza humana e do que significa se sacrificar para o bem do próximo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com várias reviravoltas, seu desfecho anda se dá ao luxo de plantar uma questão na cabeça dos mais observadores sobre a relação entre causa e conseqüência: apertar o botão faz com que alguém morra ou tudo já era pré-definido? Existe mesmo o livre arbítrio? Muito melhor do que responder a essas perguntas, “A Caixa” nos deixa ainda com mais dúvidas. O que nesse caso em particular é bem melhor. Imperdível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-1014176534246739956?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/1014176534246739956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=1014176534246739956' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1014176534246739956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/1014176534246739956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/05/caixa-box.html' title='A Caixa (”The Box”)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-uBSI-JBFI/AAAAAAAAAyM/2MwoXdZtRtA/s72-c/caixa_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-6253570003340090161</id><published>2010-05-13T01:23:00.002-03:00</published><updated>2010-05-13T01:26:51.160-03:00</updated><title type='text'>O Mistério de Grace</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t_gN0keMI/AAAAAAAAAyE/mYSRFTzKT7k/s1600/freddykrueger.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470606363814295746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 272px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t_gN0keMI/AAAAAAAAAyE/mYSRFTzKT7k/s400/freddykrueger.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Às vezes pequenos filmes trazem boas surpresas. Jordan Ladd (”À Prova de Morte“) é Madeline, uma grávida que depois de muitos abortos espontâneos já está afetada com essa mais recente gravidez. No parto o bebê já nasce morto, mas de repente ressuscita. Ele parece ser uma espécie de zumbi (na verdade não se sabe direito) e Madeline em sua loucura começa a amamentá-lo com sangue bovino o que aparentemente sacia a fome do bebê. A tensão cresce quando as pessoas a sua volta começam a desconfiar de sua sanidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Chega a ser um filme trash e feito de uma forma pseudo-amadora desde o primeiro minuto. Só que o que era pra ser um defeito vira uma qualidade: cria um clima bizarro e faz brotar uma boa carga de tensão, mesmo que o filme não tenha ação ininterrupta… Na verdade, quase não há ação, mas apenas o suspense e a agonia da história se passar em torno de uma criança (uma maquiagem muito bem feita, diga-se de passagem).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A produção é tão esquisita que surgem algumas subtramas desnecessárias, mas que completam o clima bizarro. As interpretações são corretas (pro nível de loucura a que se propõem) e seu terceiro ato é, sem dúvida o melhor, evocando toda a parte trash do terror, até porque o roteiro é coerente com essa realidade alternativa. “O Mistério de Grace” não deve agradar a todos, mas os fãs incondicionais de filmes de terror devem bater palmas. Vale muito experimentar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-6253570003340090161?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/6253570003340090161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=6253570003340090161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6253570003340090161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/6253570003340090161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/05/o-misterio-de-grace.html' title='O Mistério de Grace'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t_gN0keMI/AAAAAAAAAyE/mYSRFTzKT7k/s72-c/freddykrueger.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-8230509734298414406</id><published>2010-05-13T01:18:00.002-03:00</published><updated>2010-05-13T01:22:36.837-03:00</updated><title type='text'>Cabana do Inferno 2 (”Cabin Fever 2: Spring Fever”)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t-grEc6VI/AAAAAAAAAx8/W3Xs3oknco8/s1600/freddykrueger.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470605272153909586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t-grEc6VI/AAAAAAAAAx8/W3Xs3oknco8/s400/freddykrueger.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em 2002 o primeiro “Cabana do Inferno” do ainda novato diretor Eli Roth (mais tarde despontando ao estrelato com “O Albergue“) movimentou bastante a cena independente do terror internacional com a história de um grupo de jovens que iam passar um fim de semana numa cabana isolada e foram infectados por um vírus que os fazia entrar em decomposição. Apesar de mostrar com eficiência o horror gráfico e a deterioração de relacionamento entre os amigos de forma bastante tensa, perde a mão no fim por deixar de se levar a sério.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seis anos depois sua continuação toma um decisão, de certa forma, acertada: é totalmente trash. E por isso, leia-se sair do terror e entrar no terrir. Começando exatamente de onde o primeiro parou, a produção mostra, via uma tosca e inusitada animação, como o rio contaminado se espalhou pela cidadezinha próxima através da companhia de abastecimento de água, o que já dá o tom da narrativa. Daí vemos personagens pra lá de caricatos no que vai culminar naqueles bailes de formaturas americanos onde o desastre será total.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O politicamente incorreto misturado com o puro gore chega a ser delicioso, desde um ônibus despedaçando um coitado, passando por um sexo oral quase explícito, até uma improvável cena de sexo na piscina entre um jovem e uma obesa mórbida que vai se desfazendo aos poucos com o vírus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas é claro que como a maioria dos filmes desse calibre, seu roteiro é amarrado com fios de barbante e se solta inevitavelmente na hora de contar história de verdade. Então “Cabana do Inferno 2″ acaba sendo uma sucessão de piadinhas de mal gosto envolvendo o vírus e que, por sorte, só tem 86 minutos, acabando praticamente da forma que começou. Sem muito sentido. Só para fãs frenéticos do gênero.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6370950612098397290-8230509734298414406?l=cinereinaldo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/feeds/8230509734298414406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6370950612098397290&amp;postID=8230509734298414406' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8230509734298414406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6370950612098397290/posts/default/8230509734298414406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cinereinaldo.blogspot.com/2010/05/cabana-do-inferno-2-cabin-fever-2.html' title='Cabana do Inferno 2 (”Cabin Fever 2: Spring Fever”)'/><author><name>Reinaldo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04518449277170321099</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t-grEc6VI/AAAAAAAAAx8/W3Xs3oknco8/s72-c/freddykrueger.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6370950612098397290.post-2357602904309682229</id><published>2010-05-13T01:14:00.002-03:00</published><updated>2010-05-13T01:18:46.551-03:00</updated><title type='text'>A Hora do Pesadelo (”A Nightmare on Elm Street”)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t9gkZHldI/AAAAAAAAAx0/ifZf8KHv3z0/s1600/freddykrueger.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470604170849916370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 398px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiVhOHs2MNg/S-t9gkZHldI/AAAAAAAAAx0/ifZf8KHv3z0/s400/freddykrueger.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em 1984, o mestre do terror Wes Craven criou um dos maiores vilões do cinema: Freddy Krueger, um molestador de crianças que, queimado vivo pelos pais destas, volta anos depois a assombrá-las em seus pesadelos. Com o detalhe: se ele mata alguém no sonho, a pessoa morre no mundo real. Essa foi uma das sacadas mais brilhantes da história do gênero (especula-se que o roteiro do filme “Morte nos Sonhos” do mesmo ano tenha servido de inspiração ou vice-versa).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como acontece muito, várias continuações brotaram (sendo a terceira, uma das melhores ao lado do original) e com o passar do tempo, o humor teve mais espaço que o terror quase ridicularizando o personagem. Eis que Michael Bay, através de sua produtora Platinum Dunes e que vem se tornando especialista em refilmagens de terror como “Sexta Feira 13“, “O Massacre da Serra Elétrica” e “A Morte Pede Carona“, dá um restart na franquia. E como todos os seus demais produtos, continua abaixo do nível do original.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aqui pela primeira vez Krueger não é mais interpretado por Robert Englund, mas sim pelo mais reconhecido Jackie Earle Haley (”Ilha do Medo“). Enquando Englund usava apenas uma máscara de látex para ilustrar suas queimaduras, aqui Haley se utiliza de efeitos CGI além da maquiagem para mostrar pedaços de carne queimada que caíram do seu rosto. Mesmo assim o resultado é duvidoso, talvez devido ao carisma do Freddy de antes ou à própria limitação de seu “novo” rosto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Até o último ato a trama chega a ser bem amarrada, porém com a direção é frouxa e com muitos maneirismos: reparem quantas vezes o diretor de comerciais utiliza um efeito que parece transformar Krueger no The Flash. Os jovens atores também são fracos e apáticos. A heroína Nancy é interpretada pela novata Rooney Mara que praticamente enterr
